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Híbridos Plug-in. Todas as autonomias em modo elétrico

Os híbridos plug-in combinam o melhor dos dois mundos: um sistema de propulsão convencional, constituído por um motor de combustão interna e uma caixa de velocidades, associado a um motor elétrico e a uma bateria. Atualmente, a autonomia elétrica média já supera os 50 kms, ultrapassando por isso a distância média diária de quilómetros do típico condutor europeu. Contudo, já existem modelos que se aproximam ou ultrapassam os 100 km de autonomia elétrica.

Luís Neves
Luís Neves
Híbridos Plug-in. Todas as autonomias em modo elétrico

É a porta de entrada para a mobilidade elétrica (sem as limitações dos elétricos puros...). Os híbridos Plug-in (PHEV), ou de ligar à tomada, como também são conhecidos, ficam a meio caminho entre os motores de combustão (a gasolina ou gasóleo) e os elétricos. A tecnologia de um híbrido plug-in é composta pelo motor elétrico, uma bateria de iões de lítio e um motor de combustão, a gasolina ou gasóleo (atualmente só a Mercedes-Benz).

(Vejam também os elétricos com mais autonomia)

A grande diferença para o híbrido convencional está na maior capacidade da bateria de alta voltagem e na possibilidade de carregar a bateria com uma fonte de alimentação externa (carregador elétrico ou tomada doméstica).

Com a bateria carregada, o híbrido plug-in funciona como um puro elétrico, permitindo conduzir dezenas de quilómetros em modo elétrico, logo sem emissões e com um menor custo de “combustível”.

Quando a bateria atinge o limite mínimo, entra em cena o motor de combustão permitindo-lhe continuar a sua viagem sem a ansiedade de encontrar imediatamente um ponto de carregamento. Quando o nível de autonomia não permite condução em modo totalmente elétrico o carro funciona em sistema híbrido, combinando os dois motores para reduzir os consumos e emissões de forma significativa.

A vantagem é que nunca se fica “apeado” por falta de energia elétrica, sendo que o veículo funciona como um híbrido, a desvantagem é que não se trata de um puro elétrico, logo sem as vantagens fiscais (tributação autónoma, IUC, etc), “cheque elétrico” e os custos de manutenção de um elétrico. Ainda assim conta com reduções substanciais no Imposto Sobre Veículos (ISV). Têm também taxas de tributação autónoma que são 50% inferiores às taxas aplicadas a viaturas de combustão interna e permitem deduzir o IVA da viatura até ao limite de 50.000€ no custo de aquisição.

Atualmente, as autonomias médias, em modo elétrico, situam-se entre os 50 e os 60 quilómetros, chegando mesmo a 90 ou 100 km em alguns casos, o que já permite uma maior utilização elétrica entre cargas. Ou, sem o recurso ao motor a gasolina.

É também maior o número dos construtores que já aderiram a esta solução, algo mais evidente na Audi, BMW, Mercedes-Benz ou Volvo, por exemplo, com praticamente todos os modelos disponíveis com tecnologia Plug-in.

Outros construtores estão ligeiramente mais atrasados. É o caso, entre outros, da Alfa Romeo, Fiat, Opel, Mazda, Toyota ou Honda, embora alguns já tenham um longo currículo e experiência nos modelos híbridos convencionais.

Galp
Galp
Atualmente, as autonomias médias, em modo elétrico, situam-se entre os 50 e os 60 quilómetros, chegando mesmo a 90 ou 100 km em alguns casos, o que já permite uma maior utilização elétrica entre cargas.
Híbridos Plug-in. Todas as autonomias em modo elétrico

Tal como os elétricos, também há um elevado interesse em saber quais são PHEV com maior autonomia. Fique abaixo a saber quais são os 10 Plug-in com maior autonomia atualmente disponíveis em Portugal.

Os modelos com as maiores autonomias entre os híbridos Plug-in:

E as autonomias de todos os modelos atualmente disponíveis em Portugal:

Nota1: as autonomias abaixo indicadas variam dependendo da versão, nível de equipamento, jantes escolhidas, além do tipo de condução e do tipo de percurso realizado.

Nota 2: a lista contempla apenas as marcas que dispõem de modelos híbridos Plug-in e modelos atualmente em comercialização em Portugal.

AUDI

Na marca dos quatro anéis, são vários os modelos que dispõem de tecnologia híbrida Plug-in. O mais acessível, o A3 TFSIe, é também o que apresenta a maior autonomia (65 km), sendo que a solução Plug-in é adotada em todos os modelos de topo, sejam berlinas como o A6, como o Q7 ou Q5, por exemplo.

  • A3 Sportback TFSIe: até 65 km (78 km em cidade);
  • A6 TFSIe: até 53 km;
  • A7 Sportback TFSIe: 52 km;
  • Q7 55 TFSIe: 43 km;
  • Q7 60 TFSIe: até 52 km;
  • Q5 55 TFSIe: mais de 40 km.

BENTLEY

A eletrificação da Bentley arrancou com o seu modelo menos consensual, o SUV Bentayga. A autonomia elétrica é de 39 km.

  • Bentayga Hybrid: 50 km.

BMW

A BMW foi uma das marcas pioneiras na massificação dos Plug-in. Arrancou com o desportivo i8, mas tornou-se popular no 330e e no 530e, cujas vendas rapidamente ultrapassaram as versões a gasóleo, nomeadamente em Portugal. A solução estendeu-se praticamente a todos os modelos, incluindo os SUV. No X5, a autonomia aproxima-se da meta dos 100 km em modo elétrico.

  • Série 2 Active Tourer: 80 km;
  • Série 3 Berlina: 61 km (57 km na Série 3 Touring);
  • Série 5 530e: 61 km (57 km na 530e Touring);
  • Série 7 745e: até 58 km;
  • X1 xDRIVE25e: 52 km;
  • X2 xDRIVE25e: 53 km;
  • X3 xDRIVE30e: 51 km;
  • X5 xDRIVE45e: 88 km.

CITROËN e DS

A gama Plug-in da Citroën resume-se, para já, apenas ao C5 Aircross Hybrid. A autonomia é de 54 km. A mesma mecânica é utilizada na DS, nomeadamente no DS 7 E-Tense, com 58 km de autonomia.

  • C5 Aircross Hybrid: 54 km;
  • DS 7 E-Tense: 58 km.

FORD

A gama Plug-in da Ford é ainda igualmente “curta”, resumindo-se a dois modelos, ambos SUV, o Kuga e o topo de gama Explorer. O primeiro apresenta uma autonomia elétrica de 56 km, o segundo de apenas 42 km.

  • Kuga Híbrido Plug-in: 64 km;
  • Explorer Plug-In Hybrid: 42 km.

HYUNDAI

Atualmente, só o Ioniq conta com uma versão Plug-in (uma das três motorizações da gama Ioniq). Apresenta uma autonomia de 66 km.

  • Ioniq Plug-in: até 63 km.

JAGUAR

Também a Jaguar conta apenas com uma motorização Plug-in na sua gama. Encontra-se no SUV compacto E-Pace e anuncia uma autonomia de 55 km.

  • E-Pace PHEV: até 55 km.

JEEP

A gama 4xe, como é denominada a gama Plug-in da Jeep , conta com dois modelos, o Renegade e o Compass. Em breve será reforçada com idêntica versão no icónico Wrangler.

  • Renegade 4xe: 50 km;
  • Compass 4xe: 52 km,

KIA

A gama eletrificada da Kia varia entre os 48 km do XCeed PHEV e os 53 km do Optima SW PHEV.

  • XCeed PHEV: 48 km;
  • Niro PHEV: 49 km;
  • Kia Ceed SW PHEV: 50 km;
  • Optima PHEV: 53 km.

LAND ROVER

Também na Land Rover e Range Rover todos os modelos já são de ligar à tomada – nem o novo Defender “escapa” às tendências. As autonomias variam entre os 40 km e os 66 km do Range Rover Evoque.

  • Defender P400e PHEV: 43 km;
  • Discovery Sport P300e PHEV: 64 km;
  • Velar P400e PHEV: 53 km;
  • Range Rover Evoque P300e PHEV: até 55 km;
  • Range Rover PHEV: até 100 km.

MERCEDES-BENZ

São poucos os modelos da Mercedes-Benz que “escapam” à eletrificação. A oferta arranca com o Classe A, e logo com 70 km de autonomia (chega aos 75 km no A Limousine), aproximando-se dos 100 km no GLE, superando mesmo a barreira psicológica dos 100 km com o topo de gama S 580e.

É, de resto, o único construtor a manter a aposta na solução híbrido-Diesel, com mais de 50 km de autonomia nas versões “300de” do Classe C, Classe E e do SUV GLC.

  • A 250e: 70-75 km;
  • CLA 250e: 69 km;
  • CLA Shooting Brake 250e: 60 a 68 km;
  • A Limousine 250e: 69 km;
  • B 250e: até 67 km;
  • C300e: até 110 km;
  • C300de (Diesel híbrido): 51 km;
  • E300e: 53 km;
  • E300de (Diesel híbrido): 49 km (49 km Station Wagon 4-Matic);
  • S 580e: 103 km;
  • GLC 300e: 41 km;
  • GLC 300de (Diesel híbrido): 42 km;
  • GLC 300e Coupé: 43 km;
  • GLC 300de Coupé (Diesel híbrido): 44 km;
  • GLE 350e 4MATIC: 99 km;
  • GLE 350 de 4MATIC (Diesel híbrido): 106 km;
  • GLE Coupé 350e 4MATIC: 91 km;
  • GLE Coupé 350 de 4MATIC (Diesel híbrido): 106 km
  • Mercedes-Benz S 580e: 113 km

MINI

É tão só a versão mais vendida de toda a gama Mini em Portugal. A versão PHEV do Countryman representa a maioria das vendas da Mini em Portugal. Tem 51 km de autonomia.

  • Countryman PHEV: 59 km.

MITSUBISHI

O primeiro SUV híbrido de ligar à tomada, o Outlander PHEV, tem 45 km de autonomia.

  • Outlander PHEV: 45 km

OPEL

A gama Plugin da Opel resume-se ao Grandland X. Temm 42 km de autonomia elétrica.

  • Grandland X: 55 a 59 km.

PEUGEOT

A Peugeot tem dois híbridos Plug-in, o 508 e o 3008. As autonomias variam entre os 52 e os 59 km. Futuramente haverá um 508 Plug-in de alta performance, denominado PSE ( Peugeot Sport Engineering).

  • 508 PHEV: 54 km (52 km na 508 SW PHEV);
  • 3008 PHEV: até 59 km.

PORSCHE

A marca alemã vê a tecnologia híbrida como uma solução para aumentar (ainda mais) a performance dos seus modelos mais familiares. Está disponível no Panamera e Cayenne, embora neste último não alcance os 50 km de autonomia (anunciada).

  • Panamera 4 E-Hybrid: 50 km;
  • Panamera 4S E-Hybrid: 50 km;
  • Panamera Turbo S E-Hybrid: 53 km;
  • Cayenne E-Hybrid: 48 km;
  • Cayenne Turbo S E-Hybrid: 42 km.

RENAULT

A ofensiva híbrida da Renault arrancou com o Captur e Mégane. A autonomia é a mesma: 50 km, que sobe a 65 km em ciclo urbano.

  • Captur E-TECH: até 50 km (65 km em ciclo urbano);
  • Mégane PHEV: 50 km (65 km em ciclo urbano).
  • Mégane Sport Tourer E-TECH: até 50 km

SKODA

Na marca checa, os modelos e versões eletrificados identificam-se por iV. Para já a oferta Plug-in resume-se ao Superb, mas em breve será reforçada com a respetiva versão do Octavia.

  • Superb iV: 55 km.

TOYOTA

Pioneira na tecnologia híbrida, a solução Plug-in é representada na Toyota pelo seu modelo tecnologicamente mais ousado, o Prius. A versão Plug-in tem 45 km de autonomia.

  • Prius Plug-in: 50 km.

VOLKSWAGEN

A Volkswagen começou por oferecer a solução híbrida Plug-in como uma alternativa mais ecológica e “poupada” ao GTi, daí o nome GTE, mas prepara-se para massificar a tecnologia com os eHybrid. Para já, a gama é composta pelas versões GTE do Golf e Passat, além do Touareg eHybrid, cuja autonomia não chega aos 50 km em modo elétrico.

  • Golf GTE: até 62 km;
  • Passat GTE: 49 km;
  • Touareg eHybrid e R: 47 km.

VOLVO

A marca sueca orgulha-se de ser o primeiro construtor a ter a gama toda eletrificada com versões de ligar à tomada. As autonomias situam-se entre os 40 e os 50 km, sendo que os primeiros (XC40 Recharge e XC90 Recharge) serão penalizados com a medida de limitação dos benefícios concedidos aos híbridos.

  • XC40 Recharge: 46 km;
  • XC60 Recharge: 79 km;
  • XC90 Recharge: 93 km;
  • V60 Recharge: 91 km;
  • V90 Recharge: 88 km;
  • S90 Recharge: 90 km.

Artigo atualizado, aqui.

Artigos Relacionados:

Os carros elétricos com mais autonomia em 2022

Híbridos Plug-in. Todas as autonomias em modo elétrico

Os híbridos plug-in combinam o melhor dos dois mundos: um sistema de propulsão convencional, constituído por um motor de combustão interna e uma caixa de velocidades, associado a um motor elétrico e a uma bateria. Atualmente, a autonomia elétrica média já supera os 50 kms, ultrapassando por isso a distância média diária de quilómetros do típico condutor europeu. Contudo, já existem modelos que se aproximam ou ultrapassam os 100 km de autonomia elétrica.

Luís Neves
Luís Neves
Híbridos Plug-in. Todas as autonomias em modo elétrico

É a porta de entrada para a mobilidade elétrica (sem as limitações dos elétricos puros...). Os híbridos Plug-in (PHEV), ou de ligar à tomada, como também são conhecidos, ficam a meio caminho entre os motores de combustão (a gasolina ou gasóleo) e os elétricos. A tecnologia de um híbrido plug-in é composta pelo motor elétrico, uma bateria de iões de lítio e um motor de combustão, a gasolina ou gasóleo (atualmente só a Mercedes-Benz).

(Vejam também os elétricos com mais autonomia)

A grande diferença para o híbrido convencional está na maior capacidade da bateria de alta voltagem e na possibilidade de carregar a bateria com uma fonte de alimentação externa (carregador elétrico ou tomada doméstica).

Com a bateria carregada, o híbrido plug-in funciona como um puro elétrico, permitindo conduzir dezenas de quilómetros em modo elétrico, logo sem emissões e com um menor custo de “combustível”.

Quando a bateria atinge o limite mínimo, entra em cena o motor de combustão permitindo-lhe continuar a sua viagem sem a ansiedade de encontrar imediatamente um ponto de carregamento. Quando o nível de autonomia não permite condução em modo totalmente elétrico o carro funciona em sistema híbrido, combinando os dois motores para reduzir os consumos e emissões de forma significativa.

A vantagem é que nunca se fica “apeado” por falta de energia elétrica, sendo que o veículo funciona como um híbrido, a desvantagem é que não se trata de um puro elétrico, logo sem as vantagens fiscais (tributação autónoma, IUC, etc), “cheque elétrico” e os custos de manutenção de um elétrico. Ainda assim conta com reduções substanciais no Imposto Sobre Veículos (ISV). Têm também taxas de tributação autónoma que são 50% inferiores às taxas aplicadas a viaturas de combustão interna e permitem deduzir o IVA da viatura até ao limite de 50.000€ no custo de aquisição.

Atualmente, as autonomias médias, em modo elétrico, situam-se entre os 50 e os 60 quilómetros, chegando mesmo a 90 ou 100 km em alguns casos, o que já permite uma maior utilização elétrica entre cargas. Ou, sem o recurso ao motor a gasolina.

É também maior o número dos construtores que já aderiram a esta solução, algo mais evidente na Audi, BMW, Mercedes-Benz ou Volvo, por exemplo, com praticamente todos os modelos disponíveis com tecnologia Plug-in.

Outros construtores estão ligeiramente mais atrasados. É o caso, entre outros, da Alfa Romeo, Fiat, Opel, Mazda, Toyota ou Honda, embora alguns já tenham um longo currículo e experiência nos modelos híbridos convencionais.

Galp
Galp
Atualmente, as autonomias médias, em modo elétrico, situam-se entre os 50 e os 60 quilómetros, chegando mesmo a 90 ou 100 km em alguns casos, o que já permite uma maior utilização elétrica entre cargas.
Híbridos Plug-in. Todas as autonomias em modo elétrico

Tal como os elétricos, também há um elevado interesse em saber quais são PHEV com maior autonomia. Fique abaixo a saber quais são os 10 Plug-in com maior autonomia atualmente disponíveis em Portugal.

Os modelos com as maiores autonomias entre os híbridos Plug-in:

E as autonomias de todos os modelos atualmente disponíveis em Portugal:

Nota1: as autonomias abaixo indicadas variam dependendo da versão, nível de equipamento, jantes escolhidas, além do tipo de condução e do tipo de percurso realizado.

Nota 2: a lista contempla apenas as marcas que dispõem de modelos híbridos Plug-in e modelos atualmente em comercialização em Portugal.

AUDI

Na marca dos quatro anéis, são vários os modelos que dispõem de tecnologia híbrida Plug-in. O mais acessível, o A3 TFSIe, é também o que apresenta a maior autonomia (65 km), sendo que a solução Plug-in é adotada em todos os modelos de topo, sejam berlinas como o A6, como o Q7 ou Q5, por exemplo.

  • A3 Sportback TFSIe: até 65 km (78 km em cidade);
  • A6 TFSIe: até 53 km;
  • A7 Sportback TFSIe: 52 km;
  • Q7 55 TFSIe: 43 km;
  • Q7 60 TFSIe: até 52 km;
  • Q5 55 TFSIe: mais de 40 km.

BENTLEY

A eletrificação da Bentley arrancou com o seu modelo menos consensual, o SUV Bentayga. A autonomia elétrica é de 39 km.

  • Bentayga Hybrid: 50 km.

BMW

A BMW foi uma das marcas pioneiras na massificação dos Plug-in. Arrancou com o desportivo i8, mas tornou-se popular no 330e e no 530e, cujas vendas rapidamente ultrapassaram as versões a gasóleo, nomeadamente em Portugal. A solução estendeu-se praticamente a todos os modelos, incluindo os SUV. No X5, a autonomia aproxima-se da meta dos 100 km em modo elétrico.

  • Série 2 Active Tourer: 80 km;
  • Série 3 Berlina: 61 km (57 km na Série 3 Touring);
  • Série 5 530e: 61 km (57 km na 530e Touring);
  • Série 7 745e: até 58 km;
  • X1 xDRIVE25e: 52 km;
  • X2 xDRIVE25e: 53 km;
  • X3 xDRIVE30e: 51 km;
  • X5 xDRIVE45e: 88 km.

CITROËN e DS

A gama Plug-in da Citroën resume-se, para já, apenas ao C5 Aircross Hybrid. A autonomia é de 54 km. A mesma mecânica é utilizada na DS, nomeadamente no DS 7 E-Tense, com 58 km de autonomia.

  • C5 Aircross Hybrid: 54 km;
  • DS 7 E-Tense: 58 km.

FORD

A gama Plug-in da Ford é ainda igualmente “curta”, resumindo-se a dois modelos, ambos SUV, o Kuga e o topo de gama Explorer. O primeiro apresenta uma autonomia elétrica de 56 km, o segundo de apenas 42 km.

  • Kuga Híbrido Plug-in: 64 km;
  • Explorer Plug-In Hybrid: 42 km.

HYUNDAI

Atualmente, só o Ioniq conta com uma versão Plug-in (uma das três motorizações da gama Ioniq). Apresenta uma autonomia de 66 km.

  • Ioniq Plug-in: até 63 km.

JAGUAR

Também a Jaguar conta apenas com uma motorização Plug-in na sua gama. Encontra-se no SUV compacto E-Pace e anuncia uma autonomia de 55 km.

  • E-Pace PHEV: até 55 km.

JEEP

A gama 4xe, como é denominada a gama Plug-in da Jeep , conta com dois modelos, o Renegade e o Compass. Em breve será reforçada com idêntica versão no icónico Wrangler.

  • Renegade 4xe: 50 km;
  • Compass 4xe: 52 km,

KIA

A gama eletrificada da Kia varia entre os 48 km do XCeed PHEV e os 53 km do Optima SW PHEV.

  • XCeed PHEV: 48 km;
  • Niro PHEV: 49 km;
  • Kia Ceed SW PHEV: 50 km;
  • Optima PHEV: 53 km.

LAND ROVER

Também na Land Rover e Range Rover todos os modelos já são de ligar à tomada – nem o novo Defender “escapa” às tendências. As autonomias variam entre os 40 km e os 66 km do Range Rover Evoque.

  • Defender P400e PHEV: 43 km;
  • Discovery Sport P300e PHEV: 64 km;
  • Velar P400e PHEV: 53 km;
  • Range Rover Evoque P300e PHEV: até 55 km;
  • Range Rover PHEV: até 100 km.

MERCEDES-BENZ

São poucos os modelos da Mercedes-Benz que “escapam” à eletrificação. A oferta arranca com o Classe A, e logo com 70 km de autonomia (chega aos 75 km no A Limousine), aproximando-se dos 100 km no GLE, superando mesmo a barreira psicológica dos 100 km com o topo de gama S 580e.

É, de resto, o único construtor a manter a aposta na solução híbrido-Diesel, com mais de 50 km de autonomia nas versões “300de” do Classe C, Classe E e do SUV GLC.

  • A 250e: 70-75 km;
  • CLA 250e: 69 km;
  • CLA Shooting Brake 250e: 60 a 68 km;
  • A Limousine 250e: 69 km;
  • B 250e: até 67 km;
  • C300e: até 110 km;
  • C300de (Diesel híbrido): 51 km;
  • E300e: 53 km;
  • E300de (Diesel híbrido): 49 km (49 km Station Wagon 4-Matic);
  • S 580e: 103 km;
  • GLC 300e: 41 km;
  • GLC 300de (Diesel híbrido): 42 km;
  • GLC 300e Coupé: 43 km;
  • GLC 300de Coupé (Diesel híbrido): 44 km;
  • GLE 350e 4MATIC: 99 km;
  • GLE 350 de 4MATIC (Diesel híbrido): 106 km;
  • GLE Coupé 350e 4MATIC: 91 km;
  • GLE Coupé 350 de 4MATIC (Diesel híbrido): 106 km
  • Mercedes-Benz S 580e: 113 km

MINI

É tão só a versão mais vendida de toda a gama Mini em Portugal. A versão PHEV do Countryman representa a maioria das vendas da Mini em Portugal. Tem 51 km de autonomia.

  • Countryman PHEV: 59 km.

MITSUBISHI

O primeiro SUV híbrido de ligar à tomada, o Outlander PHEV, tem 45 km de autonomia.

  • Outlander PHEV: 45 km

OPEL

A gama Plugin da Opel resume-se ao Grandland X. Temm 42 km de autonomia elétrica.

  • Grandland X: 55 a 59 km.

PEUGEOT

A Peugeot tem dois híbridos Plug-in, o 508 e o 3008. As autonomias variam entre os 52 e os 59 km. Futuramente haverá um 508 Plug-in de alta performance, denominado PSE ( Peugeot Sport Engineering).

  • 508 PHEV: 54 km (52 km na 508 SW PHEV);
  • 3008 PHEV: até 59 km.

PORSCHE

A marca alemã vê a tecnologia híbrida como uma solução para aumentar (ainda mais) a performance dos seus modelos mais familiares. Está disponível no Panamera e Cayenne, embora neste último não alcance os 50 km de autonomia (anunciada).

  • Panamera 4 E-Hybrid: 50 km;
  • Panamera 4S E-Hybrid: 50 km;
  • Panamera Turbo S E-Hybrid: 53 km;
  • Cayenne E-Hybrid: 48 km;
  • Cayenne Turbo S E-Hybrid: 42 km.

RENAULT

A ofensiva híbrida da Renault arrancou com o Captur e Mégane. A autonomia é a mesma: 50 km, que sobe a 65 km em ciclo urbano.

  • Captur E-TECH: até 50 km (65 km em ciclo urbano);
  • Mégane PHEV: 50 km (65 km em ciclo urbano).
  • Mégane Sport Tourer E-TECH: até 50 km

SKODA

Na marca checa, os modelos e versões eletrificados identificam-se por iV. Para já a oferta Plug-in resume-se ao Superb, mas em breve será reforçada com a respetiva versão do Octavia.

  • Superb iV: 55 km.

TOYOTA

Pioneira na tecnologia híbrida, a solução Plug-in é representada na Toyota pelo seu modelo tecnologicamente mais ousado, o Prius. A versão Plug-in tem 45 km de autonomia.

  • Prius Plug-in: 50 km.

VOLKSWAGEN

A Volkswagen começou por oferecer a solução híbrida Plug-in como uma alternativa mais ecológica e “poupada” ao GTi, daí o nome GTE, mas prepara-se para massificar a tecnologia com os eHybrid. Para já, a gama é composta pelas versões GTE do Golf e Passat, além do Touareg eHybrid, cuja autonomia não chega aos 50 km em modo elétrico.

  • Golf GTE: até 62 km;
  • Passat GTE: 49 km;
  • Touareg eHybrid e R: 47 km.

VOLVO

A marca sueca orgulha-se de ser o primeiro construtor a ter a gama toda eletrificada com versões de ligar à tomada. As autonomias situam-se entre os 40 e os 50 km, sendo que os primeiros (XC40 Recharge e XC90 Recharge) serão penalizados com a medida de limitação dos benefícios concedidos aos híbridos.

  • XC40 Recharge: 46 km;
  • XC60 Recharge: 79 km;
  • XC90 Recharge: 93 km;
  • V60 Recharge: 91 km;
  • V90 Recharge: 88 km;
  • S90 Recharge: 90 km.

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