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Novo Opel Corsa GSE e a evolução dos “hot hatch”

Os 281 cv, os 345 Nm de binário e a aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 5,5 segundos fazem do Opel Corsa GSE o Corsa de produção mais potente de sempre. O novo desportivo será apresentado ao público em Portugal, no Caramulo Motorfestival, de 4 a 6 de setembro, antes da sua estreia no Salão Automóvel de Paris, em outubro. A divertida experiência "hot hatch" começou em 1988 com o Corsa GSi. Desde 2007, as várias versões e gerações do Corsa OPC têm reforçado a ligação entre o volante e o condutor. Agora, o novo Corsa GSE, 100% elétrico, assume a missão de preservar esse legado e, acima de tudo, manter viva a paixão pelos automóveis desportivos.

Francisco Pinto
Francisco Pinto
Novo Opel Corsa GSE e a evolução dos “hot hatch”

O primeiro Corsa GSi (1988)

Um carro com apenas 820 quilos, guarda-lamas salientes, bancos desportivos, 100 cv e uma velocidade máxima de 188 km/h (mais que muitos elétricos).

O motor de injeção de 1,6 litros, permitia acelerações até aos 100 km/h em 9,5 segundos, e destacava-se pelo elevado binário a baixos regimes, capaz de arrancar sorrisos aos condutores, assim que estes pisavam o pedal. Para que a sua dinâmica de condução fosse superior ao modelo convencional, a Opel incluiu molas mais rígidas, amortecedores com calibração específica e travões de disco dianteiros de maiores dimensões ventilados internamente. As barras estabilizadoras à frente e atrás mantinham a segurança em curva.

O Corsa B GSi e o Corsa C GSi

Em 1993, a Opel reforçou a gama desportiva do Corsa com o lançamento do Corsa GSi 16V. Em termos de desempenho, a evolução foi discreta: o motor passou a debitar mais 9 cv e a velocidade máxima aumentou 7 km/h. As principais novidades surgiram ao nível do design e do equipamento. As saias laterais, os para-choques na cor da carroçaria e os spoilers dianteiro e traseiro conferiam-lhe uma imagem mais desportiva, enquanto o equipamento de série incluía ABS com controlo eletrónico, conta-rotações e pneus de maior largura.

A dinâmica de condução também foi aprimorada. O chassis de configuração desportiva e os amortecedores a gás garantiam um comportamento mais eficaz, enquanto a caixa manual desportiva de cinco velocidades e a direção assistida de série tornavam a condução mais prazerosa.

Já em 2001, o Corsa C GSi ultrapassou pela primeira vez a barreira dos 200 km/h de velocidade máxima, enquanto a aceleração dos 0 aos 100 km/h passou a ser meio segundo mais rápida. Equipado com um motor de 1,8 litros, que desenvolvia 125 cv e 165 Nm de binário, o modelo oferecia um comportamento mais eficaz, sem penalizar os consumos.

Esta evolução foi possível graças a um avançado sistema de gestão do motor, responsável por controlar com precisão a injeção sequencial de combustível, a ignição e os restantes parâmetros de funcionamento do propulsor.

Galp
Galp
Opel Corsa GSE: o opel mais rápido até aos 100km/h
Novo Opel Corsa GSE e a evolução dos “hot hatch”

O início da era OPC em 2007

A sigla “OPC” (Opel Performance Center) trouxe uma grande evolução com a apresentação do Corsa D OPC com 192 CV e 266 Nm de binário. Com um difusor em contraste escuro, aberturas laterais marcantes, saias dianteiras e traseiras robustas e um spoiler no tejadilho, o OPC revelava, logo à primeira vista, um visual mais rebelde. Em 2010, surgiu o Corsa OPC “Nürburgring Edition” uma edição especial e que o próprio nome deixa antever tudo: 210 cv, 280 Nm de binário, uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 6,8 segundos e uma velocidade máxima de 230 km/h. Componentes da Bilstein e da Brembo elevavam o desempenho e a segurança na estrada.

Mas, para os fãs dos GSi que preferiam um estilo desportivo mais discreto, a Opel continuava a oferecer o Corsa GSi de quarta geração. Equipado, pela primeira vez, com um motor sobrealimentado por turbocompressor, desenvolvia 150 cv, atingia uma velocidade máxima de 210 km/h e preenchia o espaço entre o Corsa convencional e o mais radical OPC de alta performance.

Em 2015, o Corsa de quinta geração, com pouco menos de quatro metros de comprimento, impressionava com um motor turbo de 207 cv e 280 Nm de binário, capaz de o impulsionar até aos 230 km/h.

No habitáculo, o ambiente desportivo era reforçado pelos bancos Recaro, pelo volante em pele de base plana e pelos pedais em alumínio. No exterior, as amplas entradas de ar, o capô de linhas vincadas, as saias laterais, o imponente spoiler traseiro e a dupla saída de escape evidenciavam o caráter mais radical do Corsa OPC.

Pela primeira vez, o Corsa E OPC apresentava um sistema de suspensão com tecnologia FSD, Frequency Selective Damping (Sistema de Amortecimento Seletivo por Frequência).

O novo Opel Corsa GSE para continuar o legado

Sucessor ao Corsa OPC como o Corsa mais potente até à data, eleva a experiência “hot hatch” a um novo patamar: com um design desportivo e uma condução emocionante, mas acima de tudo, 100% elétrico.

Com 281 cv, ou seja, 181 cv por cada 1.000 kg e 345 Nm de binário, o novo Corsa GSE oferece a mesma potência elétrica do Mokka GSE. Com uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 5,5 segundos, o Corsa de alta performance encosta o condutor ao banco desportivo GSE com mais intensidade do que qualquer outro atual modelo de série da Opel .

A elevada tecnologia contribui para o desempenho: o Corsa GSE possui tração dianteira com diferencial autoblocante Torsen de discos múltiplos e um chassis desportivo rebaixado com barras estabilizadoras, amortecedores hidráulicos e travões de altas prestações Alcon, com quatro êmbolos, que garantem uma desaceleração imediata a partir de velocidades elevadas.

O seu design destaca-se por inúmeros detalhes exclusivos GSE, jantes de 18 polegadas, bancos desportivos, cintos de segurança amarelos e ecrãs digitais com dados de desempenho.

Novo Opel Corsa GSE e a evolução dos “hot hatch”

Os 281 cv, os 345 Nm de binário e a aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 5,5 segundos fazem do Opel Corsa GSE o Corsa de produção mais potente de sempre. O novo desportivo será apresentado ao público em Portugal, no Caramulo Motorfestival, de 4 a 6 de setembro, antes da sua estreia no Salão Automóvel de Paris, em outubro. A divertida experiência "hot hatch" começou em 1988 com o Corsa GSi. Desde 2007, as várias versões e gerações do Corsa OPC têm reforçado a ligação entre o volante e o condutor. Agora, o novo Corsa GSE, 100% elétrico, assume a missão de preservar esse legado e, acima de tudo, manter viva a paixão pelos automóveis desportivos.

Francisco Pinto
Francisco Pinto
Novo Opel Corsa GSE e a evolução dos “hot hatch”

O primeiro Corsa GSi (1988)

Um carro com apenas 820 quilos, guarda-lamas salientes, bancos desportivos, 100 cv e uma velocidade máxima de 188 km/h (mais que muitos elétricos).

O motor de injeção de 1,6 litros, permitia acelerações até aos 100 km/h em 9,5 segundos, e destacava-se pelo elevado binário a baixos regimes, capaz de arrancar sorrisos aos condutores, assim que estes pisavam o pedal. Para que a sua dinâmica de condução fosse superior ao modelo convencional, a Opel incluiu molas mais rígidas, amortecedores com calibração específica e travões de disco dianteiros de maiores dimensões ventilados internamente. As barras estabilizadoras à frente e atrás mantinham a segurança em curva.

O Corsa B GSi e o Corsa C GSi

Em 1993, a Opel reforçou a gama desportiva do Corsa com o lançamento do Corsa GSi 16V. Em termos de desempenho, a evolução foi discreta: o motor passou a debitar mais 9 cv e a velocidade máxima aumentou 7 km/h. As principais novidades surgiram ao nível do design e do equipamento. As saias laterais, os para-choques na cor da carroçaria e os spoilers dianteiro e traseiro conferiam-lhe uma imagem mais desportiva, enquanto o equipamento de série incluía ABS com controlo eletrónico, conta-rotações e pneus de maior largura.

A dinâmica de condução também foi aprimorada. O chassis de configuração desportiva e os amortecedores a gás garantiam um comportamento mais eficaz, enquanto a caixa manual desportiva de cinco velocidades e a direção assistida de série tornavam a condução mais prazerosa.

Já em 2001, o Corsa C GSi ultrapassou pela primeira vez a barreira dos 200 km/h de velocidade máxima, enquanto a aceleração dos 0 aos 100 km/h passou a ser meio segundo mais rápida. Equipado com um motor de 1,8 litros, que desenvolvia 125 cv e 165 Nm de binário, o modelo oferecia um comportamento mais eficaz, sem penalizar os consumos.

Esta evolução foi possível graças a um avançado sistema de gestão do motor, responsável por controlar com precisão a injeção sequencial de combustível, a ignição e os restantes parâmetros de funcionamento do propulsor.

Xpeng G9
Xpeng G9
Opel Corsa GSE: o opel mais rápido até aos 100km/h
Novo Opel Corsa GSE e a evolução dos “hot hatch”

O início da era OPC em 2007

A sigla “OPC” (Opel Performance Center) trouxe uma grande evolução com a apresentação do Corsa D OPC com 192 CV e 266 Nm de binário. Com um difusor em contraste escuro, aberturas laterais marcantes, saias dianteiras e traseiras robustas e um spoiler no tejadilho, o OPC revelava, logo à primeira vista, um visual mais rebelde. Em 2010, surgiu o Corsa OPC “Nürburgring Edition” uma edição especial e que o próprio nome deixa antever tudo: 210 cv, 280 Nm de binário, uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em 6,8 segundos e uma velocidade máxima de 230 km/h. Componentes da Bilstein e da Brembo elevavam o desempenho e a segurança na estrada.

Mas, para os fãs dos GSi que preferiam um estilo desportivo mais discreto, a Opel continuava a oferecer o Corsa GSi de quarta geração. Equipado, pela primeira vez, com um motor sobrealimentado por turbocompressor, desenvolvia 150 cv, atingia uma velocidade máxima de 210 km/h e preenchia o espaço entre o Corsa convencional e o mais radical OPC de alta performance.

Em 2015, o Corsa de quinta geração, com pouco menos de quatro metros de comprimento, impressionava com um motor turbo de 207 cv e 280 Nm de binário, capaz de o impulsionar até aos 230 km/h.

No habitáculo, o ambiente desportivo era reforçado pelos bancos Recaro, pelo volante em pele de base plana e pelos pedais em alumínio. No exterior, as amplas entradas de ar, o capô de linhas vincadas, as saias laterais, o imponente spoiler traseiro e a dupla saída de escape evidenciavam o caráter mais radical do Corsa OPC.

Pela primeira vez, o Corsa E OPC apresentava um sistema de suspensão com tecnologia FSD, Frequency Selective Damping (Sistema de Amortecimento Seletivo por Frequência).

O novo Opel Corsa GSE para continuar o legado

Sucessor ao Corsa OPC como o Corsa mais potente até à data, eleva a experiência “hot hatch” a um novo patamar: com um design desportivo e uma condução emocionante, mas acima de tudo, 100% elétrico.

Com 281 cv, ou seja, 181 cv por cada 1.000 kg e 345 Nm de binário, o novo Corsa GSE oferece a mesma potência elétrica do Mokka GSE. Com uma aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 5,5 segundos, o Corsa de alta performance encosta o condutor ao banco desportivo GSE com mais intensidade do que qualquer outro atual modelo de série da Opel .

A elevada tecnologia contribui para o desempenho: o Corsa GSE possui tração dianteira com diferencial autoblocante Torsen de discos múltiplos e um chassis desportivo rebaixado com barras estabilizadoras, amortecedores hidráulicos e travões de altas prestações Alcon, com quatro êmbolos, que garantem uma desaceleração imediata a partir de velocidades elevadas.

O seu design destaca-se por inúmeros detalhes exclusivos GSE, jantes de 18 polegadas, bancos desportivos, cintos de segurança amarelos e ecrãs digitais com dados de desempenho.