Revolução experimental
Tecnologia e design foram as linhas mestras no desenvolvimento desta quarta geração do Hyundai Tucson, com chegada prevista ao mercado nacional no final do ano.

“Sensuous Sportiness” é a nova assinatura estilística deste SUV, que corta totalmente com o que conhecemos da anterior geração. Toda a arquitetura foi desenvolvida com base em padrões geométricos, “parametric jewels”, que se fundem numa tecnologia digital de vanguarda. Apesar de este conceito estar presente em toda a estrutura, é na frente que esta filosofia assume uma presença de destaque, onde o grupo ótico se funde numa grelha dianteira, que nos faz lembrar um género de puzzle, concebido com peças geométricas e que assume diferentes tonalidades, mediante o funcionamento das luzes dianteiras. O perfil e o lateral mantêm a mesma filosofia de ângulos pronunciados que se cruzam e sobrepõem e garantem uma imagem estilizada, mas ao mesmo tempo musculada e desportiva.
Habitáculo vanguardista
O ambiente a bordo espelha sofisticação com uma notória convergência de linhas para a seção central. O aspeto “clean” é garantido pela “digitalização” de todos os comandos, isto é, deixámos de ter botões ou comandos físicos e tudo passa a ser operado na consola central, totalmente “touch screen”, com base no ecrã AVN-T de 10,25 polegadas. No painel de instrumentos também foi adotado a mesma arquitetura digital. A evolução da aplicação Bluelink, permite novas funcionalidades como o Connect Routing, Last Mile Navigation e ainda o Perfil do Utilizador. Este último permite a configuração de duas contas principais e mais uma para “convidados”, que guarda as preferências de infoentretenimento de cada utilizador, que vai desde o reconhecimento por voz até às estações de rádio memorizadas. O Hyundai Live Services permite aceder às convencionais informações de trânsito, meteorologia e todas os serviços próximos da rota do momento. As melhorias conseguidas em termos de habitabilidade asseguram um grau de conforto acrescido. Neste caso não será alheio o crescimento de 20 mm de comprimento, 15mm de largura, 5 mm na altura e 10 mm na distância entre eixos, comparativamente com a geração precedente. A volumetria da bagageira também sofreu uma melhoria que, mediante o tipo de motorização pode oscilar entre os 33 até aos 107 litros, o que dá um total de 620 litros na configuração convencional ou 1 799 litros com os bancos rebatidos. No que respeita às tecnologias, no campo da segurança ativa e assistência à condução a lista é vasta, mas destacam-se alguns itens: Travagem Autónoma de Emergência com função de deteção de carros, peões e ciclistas (FCA), Alerta de arranque do veículo dianteiro (LVDA); Assistência à Condução em Autoestrada (HDA); Cruise Control Inteligente em Curva (NSCC-C) com base no sistema de navegação; Radar de Ângulo Morto (BCA); Saída do Veículo em Segurança (SEW); Sistema Remoto de Estacionamento Automático (RSPA), apenas nas versões HEV e PHEV; Câmara 360º (SVM – Surround View Monitor); Assistência de Acompanhamento da Faixa de Rodagem (LFA) e Alerta de Tráfego na Retaguarda do Veículo (RCCA).
Sob o capot
A nova geração Tucson está disponível com dois motores de combustão, um a gasolina e outro Diesel e três opções eletrificadas. O 1.6 T-GDi representa a opção convencional a gasolina de 150 cv, uma caixa manual de seis relações e tração 2WD ou integral. No campo Diesel temos o 1.6 CRDi de 115cv. No que respeita às soluções eletrificadas, neste momento a verdadeira aposta do construtor, começamos pela versão híbrida que combina o motor 1.6 T-GDi a gasolina com uma unidade elétrica de 44,2 kW, que consegue uma potência combinada de 230 cv e 350 Nm de binário. Em matéria de tecnologia mild hybrid de 48V, há três opções: 1.6 T-GDi (150cv), 1.6 T-GDi (180 cv) e 1.6 CRDi (136 cv). As duas últimas com opção de tração integral. Por último e apesar de ainda não haver muitos detalhes, mais perto da data de chegada ao mercado estará disponível uma versão híbrida plug-in associada ao motor 1.6 T-GDi, mas com 265 cv.








