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Revolução experimental

Tecnologia e design foram as linhas mestras no desenvolvimento desta quarta geração do Hyundai Tucson, com chegada prevista ao mercado nacional no final do ano.

José Alves
José Alves
Revolução experimental

“Sensuous Sportiness” é a nova assinatura estilística deste SUV, que corta totalmente com o que conhecemos da anterior geração. Toda a arquitetura foi desenvolvida com base em padrões geométricos, “parametric jewels”, que se fundem numa tecnologia digital de vanguarda. Apesar de este conceito estar presente em toda a estrutura, é na frente que esta filosofia assume uma presença de destaque, onde o grupo ótico se funde numa grelha dianteira, que nos faz lembrar um género de puzzle, concebido com peças geométricas e que assume diferentes tonalidades, mediante o funcionamento das luzes dianteiras. O perfil e o lateral mantêm a mesma filosofia de ângulos pronunciados que se cruzam e sobrepõem e garantem uma imagem estilizada, mas ao mesmo tempo musculada e desportiva.

Habitáculo vanguardista

O ambiente a bordo espelha sofisticação com uma notória convergência de linhas para a seção central. O aspeto “clean” é garantido pela “digitalização” de todos os comandos, isto é, deixámos de ter botões ou comandos físicos e tudo passa a ser operado na consola central, totalmente “touch screen”, com base no ecrã AVN-T de 10,25 polegadas. No painel de instrumentos também foi adotado a mesma arquitetura digital. A evolução da aplicação Bluelink, permite novas funcionalidades como o Connect Routing, Last Mile Navigation e ainda o Perfil do Utilizador. Este último permite a configuração de duas contas principais e mais uma para “convidados”, que guarda as preferências de infoentretenimento de cada utilizador, que vai desde o reconhecimento por voz até às estações de rádio memorizadas. O Hyundai Live Services permite aceder às convencionais informações de trânsito, meteorologia e todas os serviços próximos da rota do momento. As melhorias conseguidas em termos de habitabilidade asseguram um grau de conforto acrescido. Neste caso não será alheio o crescimento de 20 mm de comprimento, 15mm de largura, 5 mm na altura e 10 mm na distância entre eixos, comparativamente com a geração precedente. A volumetria da bagageira também sofreu uma melhoria que, mediante o tipo de motorização pode oscilar entre os 33 até aos 107 litros, o que dá um total de 620 litros na configuração convencional ou 1 799 litros com os bancos rebatidos. No que respeita às tecnologias, no campo da segurança ativa e assistência à condução a lista é vasta, mas destacam-se alguns itens: Travagem Autónoma de Emergência com função de deteção de carros, peões e ciclistas (FCA), Alerta de arranque do veículo dianteiro (LVDA); Assistência à Condução em Autoestrada (HDA); Cruise Control Inteligente em Curva (NSCC-C) com base no sistema de navegação; Radar de Ângulo Morto (BCA); Saída do Veículo em Segurança (SEW); Sistema Remoto de Estacionamento Automático (RSPA), apenas nas versões HEV e PHEV; Câmara 360º (SVM – Surround View Monitor); Assistência de Acompanhamento da Faixa de Rodagem (LFA) e Alerta de Tráfego na Retaguarda do Veículo (RCCA).

Galp
Galp
O habitáculo do novo Tucson mostra a entrada na verdadeira era da digitalização.
Revolução experimental

Sob o capot

A nova geração Tucson está disponível com dois motores de combustão, um a gasolina e outro Diesel e três opções eletrificadas. O 1.6 T-GDi representa a opção convencional a gasolina de 150 cv, uma caixa manual de seis relações e tração 2WD ou integral. No campo Diesel temos o 1.6 CRDi de 115cv. No que respeita às soluções eletrificadas, neste momento a verdadeira aposta do construtor, começamos pela versão híbrida que combina o motor 1.6 T-GDi a gasolina com uma unidade elétrica de 44,2 kW, que consegue uma potência combinada de 230 cv e 350 Nm de binário. Em matéria de tecnologia mild hybrid de 48V, há três opções: 1.6 T-GDi (150cv), 1.6 T-GDi (180 cv) e 1.6 CRDi (136 cv). As duas últimas com opção de tração integral. Por último e apesar de ainda não haver muitos detalhes, mais perto da data de chegada ao mercado estará disponível uma versão híbrida plug-in associada ao motor 1.6 T-GDi, mas com 265 cv.

Revolução experimental

Tecnologia e design foram as linhas mestras no desenvolvimento desta quarta geração do Hyundai Tucson, com chegada prevista ao mercado nacional no final do ano.

José Alves
José Alves
Revolução experimental

“Sensuous Sportiness” é a nova assinatura estilística deste SUV, que corta totalmente com o que conhecemos da anterior geração. Toda a arquitetura foi desenvolvida com base em padrões geométricos, “parametric jewels”, que se fundem numa tecnologia digital de vanguarda. Apesar de este conceito estar presente em toda a estrutura, é na frente que esta filosofia assume uma presença de destaque, onde o grupo ótico se funde numa grelha dianteira, que nos faz lembrar um género de puzzle, concebido com peças geométricas e que assume diferentes tonalidades, mediante o funcionamento das luzes dianteiras. O perfil e o lateral mantêm a mesma filosofia de ângulos pronunciados que se cruzam e sobrepõem e garantem uma imagem estilizada, mas ao mesmo tempo musculada e desportiva.

Habitáculo vanguardista

O ambiente a bordo espelha sofisticação com uma notória convergência de linhas para a seção central. O aspeto “clean” é garantido pela “digitalização” de todos os comandos, isto é, deixámos de ter botões ou comandos físicos e tudo passa a ser operado na consola central, totalmente “touch screen”, com base no ecrã AVN-T de 10,25 polegadas. No painel de instrumentos também foi adotado a mesma arquitetura digital. A evolução da aplicação Bluelink, permite novas funcionalidades como o Connect Routing, Last Mile Navigation e ainda o Perfil do Utilizador. Este último permite a configuração de duas contas principais e mais uma para “convidados”, que guarda as preferências de infoentretenimento de cada utilizador, que vai desde o reconhecimento por voz até às estações de rádio memorizadas. O Hyundai Live Services permite aceder às convencionais informações de trânsito, meteorologia e todas os serviços próximos da rota do momento. As melhorias conseguidas em termos de habitabilidade asseguram um grau de conforto acrescido. Neste caso não será alheio o crescimento de 20 mm de comprimento, 15mm de largura, 5 mm na altura e 10 mm na distância entre eixos, comparativamente com a geração precedente. A volumetria da bagageira também sofreu uma melhoria que, mediante o tipo de motorização pode oscilar entre os 33 até aos 107 litros, o que dá um total de 620 litros na configuração convencional ou 1 799 litros com os bancos rebatidos. No que respeita às tecnologias, no campo da segurança ativa e assistência à condução a lista é vasta, mas destacam-se alguns itens: Travagem Autónoma de Emergência com função de deteção de carros, peões e ciclistas (FCA), Alerta de arranque do veículo dianteiro (LVDA); Assistência à Condução em Autoestrada (HDA); Cruise Control Inteligente em Curva (NSCC-C) com base no sistema de navegação; Radar de Ângulo Morto (BCA); Saída do Veículo em Segurança (SEW); Sistema Remoto de Estacionamento Automático (RSPA), apenas nas versões HEV e PHEV; Câmara 360º (SVM – Surround View Monitor); Assistência de Acompanhamento da Faixa de Rodagem (LFA) e Alerta de Tráfego na Retaguarda do Veículo (RCCA).

Xpeng G9
Xpeng G9
O habitáculo do novo Tucson mostra a entrada na verdadeira era da digitalização.
Revolução experimental

Sob o capot

A nova geração Tucson está disponível com dois motores de combustão, um a gasolina e outro Diesel e três opções eletrificadas. O 1.6 T-GDi representa a opção convencional a gasolina de 150 cv, uma caixa manual de seis relações e tração 2WD ou integral. No campo Diesel temos o 1.6 CRDi de 115cv. No que respeita às soluções eletrificadas, neste momento a verdadeira aposta do construtor, começamos pela versão híbrida que combina o motor 1.6 T-GDi a gasolina com uma unidade elétrica de 44,2 kW, que consegue uma potência combinada de 230 cv e 350 Nm de binário. Em matéria de tecnologia mild hybrid de 48V, há três opções: 1.6 T-GDi (150cv), 1.6 T-GDi (180 cv) e 1.6 CRDi (136 cv). As duas últimas com opção de tração integral. Por último e apesar de ainda não haver muitos detalhes, mais perto da data de chegada ao mercado estará disponível uma versão híbrida plug-in associada ao motor 1.6 T-GDi, mas com 265 cv.