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Renault Captur: espaço à maturidade

Ao longo dos últimos anos, o segmento SUV, com os derivados do segmento B à cabeça, tem ganho quota de mercado automóvel. Um dos modelos mais bem-sucedidos na classe é o Renault Captur, cuja segunda geração chegou a Portugal no início de 2020, com a meta de repetir o sucesso do antecessor. O primeiro Captur foi, com efeito, o SUV do segmento B mais vendido desde que chegou ao mercado, em 2013, tendo comercializado 35 mil unidades. A segunda geração Captur tem 4,23 m de comprimento (+11 cm do que o antecessor) e uma distância entre eixos de 2,63 m (+2 cm). Este ganho de dimensão tem reflexos na habitabilidade e capacidade de carga, com a bagageira a disponibilizar 536 litros (455 da anterior geração). Também no desempenho em estrada isso se nota. Mas já lá vamos.

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Renault Captur: espaço à maturidade

Ao volante do Renault Captur 1.0 TCe

Em termos de condução, podemos adiantar que a nova arquitetura elétrica e eletrónica da plataforma modular CMF-B permite ao novo modelo propor vários equipamentos e de sistemas de ajuda à condução, como seja a câmara 360º e o sistema de travagem de emergência ativa com deteção de ciclistas e peões ou o sistema de assistência à condução em autoestrada e trânsito (autonomia de nível 2). Por fim, esta nova plataforma foi concebida para permitir a eletrificação dos veículos e, por conseguinte, a chegada de uma motorização híbrida E-TECH plug-in à gama do novo Captur , o que aconteceu recentemente.

Galp
Galp
A segunda geração do Captur revela ganhos significativos em matéria de habitabilidade.
Renault Captur: espaço à maturidade

Motor TCe 100 com mais folego do que TCe 90

A propósito de motores, a segunda geração do Renault Captur oferece, em termos de motorizações, três a gasolina (1.0 TCe de 100 cv e 1.3 TCe com 130 e 155 cv), duas diesel (1.5 Blue dCi, com 95 e 115 cv) e uma híbrida plug-in. Esta última, que já pode ser encomendada, mas as entregas estão previstas para setembro. O Captur E-TECH Híbrido Plug-In 160 debita 158 cv (91 cv do motor 1.6 a gasolina e 67 cv do motor elétrico). Conduzimos o motor de entrada a gasolina, o três cilindros turbo 1.0 TCe com 100 cv (mais 10 cv do que o 0.9 TCe 90 anterior). O propulsor tem acoplada caixa manual cinco velocidades e, segundo a Renault, regista consumos médios entre 6 e os 6,2 l/100 km em ciclo misto e atinge os 187 km/h de velocidade máxima. O motor TCe 100 está igualmente disponível numa versão bi-fuel a GPL com montagem em fábrica. Embora este bloco tenha apenas mais 10 cv e 100 cc do que o antecessor, a realidade é muito diferente. Claro que estamos longe de estar perante um desportivo, mas o motor 1.0 TCe tem um “pulmão” muito maior do que o bloco que substitui e, ao contrário do TCe 90, permite uma utilização mais frequente em estrada, na medida em que admite viagens a um ritmo mais elevado. Quanto a preços, o novo Renault Captur custa, com motor 1.0 TCe de 19 990,00€ a 21 790,00€.

Renault Captur: espaço à maturidade

Ao longo dos últimos anos, o segmento SUV, com os derivados do segmento B à cabeça, tem ganho quota de mercado automóvel. Um dos modelos mais bem-sucedidos na classe é o Renault Captur, cuja segunda geração chegou a Portugal no início de 2020, com a meta de repetir o sucesso do antecessor. O primeiro Captur foi, com efeito, o SUV do segmento B mais vendido desde que chegou ao mercado, em 2013, tendo comercializado 35 mil unidades. A segunda geração Captur tem 4,23 m de comprimento (+11 cm do que o antecessor) e uma distância entre eixos de 2,63 m (+2 cm). Este ganho de dimensão tem reflexos na habitabilidade e capacidade de carga, com a bagageira a disponibilizar 536 litros (455 da anterior geração). Também no desempenho em estrada isso se nota. Mas já lá vamos.

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Renault Captur: espaço à maturidade

Ao volante do Renault Captur 1.0 TCe

Em termos de condução, podemos adiantar que a nova arquitetura elétrica e eletrónica da plataforma modular CMF-B permite ao novo modelo propor vários equipamentos e de sistemas de ajuda à condução, como seja a câmara 360º e o sistema de travagem de emergência ativa com deteção de ciclistas e peões ou o sistema de assistência à condução em autoestrada e trânsito (autonomia de nível 2). Por fim, esta nova plataforma foi concebida para permitir a eletrificação dos veículos e, por conseguinte, a chegada de uma motorização híbrida E-TECH plug-in à gama do novo Captur , o que aconteceu recentemente.

Xpeng G9
Xpeng G9
A segunda geração do Captur revela ganhos significativos em matéria de habitabilidade.
Renault Captur: espaço à maturidade

Motor TCe 100 com mais folego do que TCe 90

A propósito de motores, a segunda geração do Renault Captur oferece, em termos de motorizações, três a gasolina (1.0 TCe de 100 cv e 1.3 TCe com 130 e 155 cv), duas diesel (1.5 Blue dCi, com 95 e 115 cv) e uma híbrida plug-in. Esta última, que já pode ser encomendada, mas as entregas estão previstas para setembro. O Captur E-TECH Híbrido Plug-In 160 debita 158 cv (91 cv do motor 1.6 a gasolina e 67 cv do motor elétrico). Conduzimos o motor de entrada a gasolina, o três cilindros turbo 1.0 TCe com 100 cv (mais 10 cv do que o 0.9 TCe 90 anterior). O propulsor tem acoplada caixa manual cinco velocidades e, segundo a Renault, regista consumos médios entre 6 e os 6,2 l/100 km em ciclo misto e atinge os 187 km/h de velocidade máxima. O motor TCe 100 está igualmente disponível numa versão bi-fuel a GPL com montagem em fábrica. Embora este bloco tenha apenas mais 10 cv e 100 cc do que o antecessor, a realidade é muito diferente. Claro que estamos longe de estar perante um desportivo, mas o motor 1.0 TCe tem um “pulmão” muito maior do que o bloco que substitui e, ao contrário do TCe 90, permite uma utilização mais frequente em estrada, na medida em que admite viagens a um ritmo mais elevado. Quanto a preços, o novo Renault Captur custa, com motor 1.0 TCe de 19 990,00€ a 21 790,00€.