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Acordo ambiental

Com o objetivo de reduzir os contaminantes que os seus veículos enviam para a atmosfera, a indústria automóvel está a acelerar a fundo no desenvolvimento de modelos com menores emissões, com os híbridos plug-in (PHEV) à cabeça. Os PHEV são modelos híbridos que além do funcionamento “bateria-combustão” habitual podem ser carregadas na tomada e, em determinadas circunstâncias, funcionarem como um 100% elétrico. Uma larga maioria dos modelos PHEV tem motor a combustão movido a gasolina. Contudo, há algumas exceções e marcas que continuam a ver no Diesel potencial “verde”. É o caso da Mercedes, que tem oferta eletrificada para todos os gostos, entre os quais opções diesel PHEV. A marca da estrela lançou esse tipo de motorização nas classes C e E, batizada de 300 de. Tivemos a oportunidade de conduzimos o E 300 de Limousine (é, também, proposto na Station), ainda da geração anterior (a atual está, recorde-se, em fase de lançamento).

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Acordo ambiental

Ao volante do Mercedes E 300 de Limousine

O modelo combina o motor 2.0 diesel OM 654 de quatro cilindros, com a transmissão híbrida 9G-TRONIC de nove velocidades. Este propulsor debita 194 cv, a que se junta o motor elétrico de 122 cv, sendo a potência conjunta de 306 cv. O binário total é de 700 Nm e está disponível desde as 1400 rpm.
O sistema do Classe E 300 de recorre à solução de base já presente na 350 e, mas, mantendo o tamanho, as baterias duplicaram a capacidade para 13,5 kWh (era 6,4 kWh). Estas estão instaladas na mala, que, face às versões “normais” do E, ganha um degrau e perde 170 litros capacidade (em vez dos 540 litros das demais versões do Classe E , tem uns mais limitados 370 litros). A mudança química das células de lítio-ferro-fosfato (LiFePo) para lítio-níquel-manganês-cobalto (Li-NMC) fez com que a capacidade das baterias subisse de 22 Ah para 37 Ah. Isso fez com a autonomia em modo 100% elétrico subisse para 50 km (era 30 km). Todas as alterações tecnológicas aplicadas para a terceira geração do sistema híbrido permitem, por exemplo, carregar um conjunto de baterias em duas horas, usando um sistema wallbox, instalado em casa. Se for usada uma tomada normal da rede elétrica doméstica, a carga dura cerca de sete horas.

Utilização prima pela suvidade

O Mercedes Classe E 300 de é, em termos estéticos, igual aos demais exemplares da gama, com exceção para o ponto de carregamento (no pára-choques traseiro), além do depósito de gasóleo (no local habitual). Quanto ao resto, o veículo é igual tanto em termos exteriores como interiores. A bordo, o espaço é igual, tendo apenas a mala o já referido “corte” face às versões apenas a combustão.

Na prática

Em condução, a suavidade é a palavra de ordem. Aos habituais modos de condução da Mercedes juntam-se os modos do sistema híbrido (Hybrid, E-Mode, E-Save e Charge), cada um com a sua função. Percorremos 35 km em modo 100% elétrico a uma média de consumo de 26,2 KWh/100 km. Esta marca é positiva, ainda para mais porque 10 km foram percorridos em autoestrada, o que, já se sabe, é sinónimo de maior consumo de eletricidade neste tipo de veículo elétrico. A transição para o motor a combustão surpreendeu pela tranquilidade, conseguindo ser mais suave do que a entrada do propulsor térmico em alguns híbridos a gasolina. A Mercedes anuncia um consumo de gasóleo de 1,7 l/100 km (tendo em conta os 50 km de autonomia elétrica). No nosso caso, o computador de bordo ao cabo dos primeiros 100 km indicava 4,4 l/100 km. Apenas em modo híbrido (isto é, sem a autonomia 100% elétrica), o nosso consumo foi de 6,7 l/100 km. De notar que este valor foi conseguindo sem grandes cuidados e até com algumas acelerações nada ecológicas. Recorde-se que, como habitual em híbridos, a potência conjunta permite performances dignas de desportivo e é natural que o condutor se “entusiasme” um pouco. A marca anuncia para o E 300 de 5,9 segundos dos zero aos 100 km/h e uma velocidade máxima limitada a 250 km/h. O modo funciona até 130 km/h. Os 306 cv de potência conjunta conseguem, com efeito, “atirar” os ocupantes do Mercedes Classe E contra os assentos com vigor. Chegados às curvas, apesar da dimensão do conjunto, a agilidade está toda lá. Tudo isto com um conforto assinalável.

Xpeng G9
Xpeng G9
O Classe E 300 de Limousine está disponível a partir de 69 900,00€.
Acordo ambiental

Empresas podem fazer contas

O Mercedes E 300 de Limousine tem preços desde 69 900,00€ (72 900,00€ na versão carrinha). Este valor está em linha com as opções diesel do modelo do segmento E com potência equiparável (o E 300 d com 245 cv, custa 70 150,00€), mas está quase 10 000,00€ acima do E 220 d (que monta o mesmo motor diesel de 194 cv, mas sem a propulsão híbrida, logo com maiores consumos e perfomances mais modestas). Esses 10 000,00€ até poderão ser compensados em consumos de gasóleo, mas, como em tudo na vida, importa fazer contas. Ainda no campo económica, os híbridos plug-in têm alguns benefícios fiscais para as empresas desde que o PVP não ultrapasse os 50 000,00€ (IVA excluído) em sede de dedução de IVA e de tributação autónoma. No primeiro caso, é possível a dedução daquele imposto e, no segundo caso, a taxa é reduzida para metade (17,5% em vez de 35% para veículos com PVP acima de 35 mil euros). Os 69 900,00€ do Mercedes E 300 de representam um preço sem IVA de 53 823,00€, pelo que apenas com um desconto comercial é que é possível obter este importante apoio à compra e uso por parte de empresas e empresários em nome individual.

Acordo ambiental

Com o objetivo de reduzir os contaminantes que os seus veículos enviam para a atmosfera, a indústria automóvel está a acelerar a fundo no desenvolvimento de modelos com menores emissões, com os híbridos plug-in (PHEV) à cabeça. Os PHEV são modelos híbridos que além do funcionamento “bateria-combustão” habitual podem ser carregadas na tomada e, em determinadas circunstâncias, funcionarem como um 100% elétrico. Uma larga maioria dos modelos PHEV tem motor a combustão movido a gasolina. Contudo, há algumas exceções e marcas que continuam a ver no Diesel potencial “verde”. É o caso da Mercedes, que tem oferta eletrificada para todos os gostos, entre os quais opções diesel PHEV. A marca da estrela lançou esse tipo de motorização nas classes C e E, batizada de 300 de. Tivemos a oportunidade de conduzimos o E 300 de Limousine (é, também, proposto na Station), ainda da geração anterior (a atual está, recorde-se, em fase de lançamento).

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Acordo ambiental

Ao volante do Mercedes E 300 de Limousine

O modelo combina o motor 2.0 diesel OM 654 de quatro cilindros, com a transmissão híbrida 9G-TRONIC de nove velocidades. Este propulsor debita 194 cv, a que se junta o motor elétrico de 122 cv, sendo a potência conjunta de 306 cv. O binário total é de 700 Nm e está disponível desde as 1400 rpm.
O sistema do Classe E 300 de recorre à solução de base já presente na 350 e, mas, mantendo o tamanho, as baterias duplicaram a capacidade para 13,5 kWh (era 6,4 kWh). Estas estão instaladas na mala, que, face às versões “normais” do E, ganha um degrau e perde 170 litros capacidade (em vez dos 540 litros das demais versões do Classe E , tem uns mais limitados 370 litros). A mudança química das células de lítio-ferro-fosfato (LiFePo) para lítio-níquel-manganês-cobalto (Li-NMC) fez com que a capacidade das baterias subisse de 22 Ah para 37 Ah. Isso fez com a autonomia em modo 100% elétrico subisse para 50 km (era 30 km). Todas as alterações tecnológicas aplicadas para a terceira geração do sistema híbrido permitem, por exemplo, carregar um conjunto de baterias em duas horas, usando um sistema wallbox, instalado em casa. Se for usada uma tomada normal da rede elétrica doméstica, a carga dura cerca de sete horas.

Utilização prima pela suvidade

O Mercedes Classe E 300 de é, em termos estéticos, igual aos demais exemplares da gama, com exceção para o ponto de carregamento (no pára-choques traseiro), além do depósito de gasóleo (no local habitual). Quanto ao resto, o veículo é igual tanto em termos exteriores como interiores. A bordo, o espaço é igual, tendo apenas a mala o já referido “corte” face às versões apenas a combustão.

Na prática

Em condução, a suavidade é a palavra de ordem. Aos habituais modos de condução da Mercedes juntam-se os modos do sistema híbrido (Hybrid, E-Mode, E-Save e Charge), cada um com a sua função. Percorremos 35 km em modo 100% elétrico a uma média de consumo de 26,2 KWh/100 km. Esta marca é positiva, ainda para mais porque 10 km foram percorridos em autoestrada, o que, já se sabe, é sinónimo de maior consumo de eletricidade neste tipo de veículo elétrico. A transição para o motor a combustão surpreendeu pela tranquilidade, conseguindo ser mais suave do que a entrada do propulsor térmico em alguns híbridos a gasolina. A Mercedes anuncia um consumo de gasóleo de 1,7 l/100 km (tendo em conta os 50 km de autonomia elétrica). No nosso caso, o computador de bordo ao cabo dos primeiros 100 km indicava 4,4 l/100 km. Apenas em modo híbrido (isto é, sem a autonomia 100% elétrica), o nosso consumo foi de 6,7 l/100 km. De notar que este valor foi conseguindo sem grandes cuidados e até com algumas acelerações nada ecológicas. Recorde-se que, como habitual em híbridos, a potência conjunta permite performances dignas de desportivo e é natural que o condutor se “entusiasme” um pouco. A marca anuncia para o E 300 de 5,9 segundos dos zero aos 100 km/h e uma velocidade máxima limitada a 250 km/h. O modo funciona até 130 km/h. Os 306 cv de potência conjunta conseguem, com efeito, “atirar” os ocupantes do Mercedes Classe E contra os assentos com vigor. Chegados às curvas, apesar da dimensão do conjunto, a agilidade está toda lá. Tudo isto com um conforto assinalável.

Galp
Galp
O Classe E 300 de Limousine está disponível a partir de 69 900,00€.
Acordo ambiental

Empresas podem fazer contas

O Mercedes E 300 de Limousine tem preços desde 69 900,00€ (72 900,00€ na versão carrinha). Este valor está em linha com as opções diesel do modelo do segmento E com potência equiparável (o E 300 d com 245 cv, custa 70 150,00€), mas está quase 10 000,00€ acima do E 220 d (que monta o mesmo motor diesel de 194 cv, mas sem a propulsão híbrida, logo com maiores consumos e perfomances mais modestas). Esses 10 000,00€ até poderão ser compensados em consumos de gasóleo, mas, como em tudo na vida, importa fazer contas. Ainda no campo económica, os híbridos plug-in têm alguns benefícios fiscais para as empresas desde que o PVP não ultrapasse os 50 000,00€ (IVA excluído) em sede de dedução de IVA e de tributação autónoma. No primeiro caso, é possível a dedução daquele imposto e, no segundo caso, a taxa é reduzida para metade (17,5% em vez de 35% para veículos com PVP acima de 35 mil euros). Os 69 900,00€ do Mercedes E 300 de representam um preço sem IVA de 53 823,00€, pelo que apenas com um desconto comercial é que é possível obter este importante apoio à compra e uso por parte de empresas e empresários em nome individual.