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Moody’s prevê quebra de 20% nas vendas mundiais

A pandemia de covid-19 vai provocar uma quebra de 20,2% nas vendas mundiais de automóveis em 2020, de acordo com a estimativa da Moody’s. Trata-se de uma revisão em baixa da anterior previsão da agência de notação financeira, que antecipava um decréscimo de 14% nas matrículas este ano.

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Moody’s prevê quebra de 20% nas vendas mundiais

A Moody’s prevê agora que a venda de automóveis em 2020 ascenda a 72 milhões de veículos, menos 18,27 milhões do que no ano passado. Será o valor mais baixo desde 2009. As quebras serão mais acentuadas na Europa Ocidental onde, segundo a agência de notação, as vendas cairão 30%, cerca de 4,9 milhões de automóveis. Em outros grandes mercados mundiais, a descida nas vendas deverá situar-se em 25% nos Estados Unidos (menos 4,3 milhões de unidades) e na China a quebra poderá rondar os 10% (menos 2,57 milhões de veículos). No Japão, as previsões apontam para menos 15% de matrículas (um decréscimo de 770 mil automóveis comercializados).

Recuperação ligeira em 2021

As projeções da Moody’s em relação à retoma do mercado automóvel mundial são modestas. Estas apontam para crescimento de 11,5% em 2021, para um total em 80,3 milhões de unidades vendidas. Estes volumes estarão em linha com aquele que foi o mercado em 2011, pouco depois da crise mundial de 2009, portanto.

Moody’s prevê quebra de 20% nas vendas mundiais

A pandemia de covid-19 vai provocar uma quebra de 20,2% nas vendas mundiais de automóveis em 2020, de acordo com a estimativa da Moody’s. Trata-se de uma revisão em baixa da anterior previsão da agência de notação financeira, que antecipava um decréscimo de 14% nas matrículas este ano.

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Moody’s prevê quebra de 20% nas vendas mundiais

A Moody’s prevê agora que a venda de automóveis em 2020 ascenda a 72 milhões de veículos, menos 18,27 milhões do que no ano passado. Será o valor mais baixo desde 2009. As quebras serão mais acentuadas na Europa Ocidental onde, segundo a agência de notação, as vendas cairão 30%, cerca de 4,9 milhões de automóveis. Em outros grandes mercados mundiais, a descida nas vendas deverá situar-se em 25% nos Estados Unidos (menos 4,3 milhões de unidades) e na China a quebra poderá rondar os 10% (menos 2,57 milhões de veículos). No Japão, as previsões apontam para menos 15% de matrículas (um decréscimo de 770 mil automóveis comercializados).

Galp
Galp
As quebras serão mais acentuadas na Europa Ocidental.

Recuperação ligeira em 2021

As projeções da Moody’s em relação à retoma do mercado automóvel mundial são modestas. Estas apontam para crescimento de 11,5% em 2021, para um total em 80,3 milhões de unidades vendidas. Estes volumes estarão em linha com aquele que foi o mercado em 2011, pouco depois da crise mundial de 2009, portanto.