A primeira versão do
Ford Puma, um coupé também ele construído com base no Fiesta e produzido pela
Ford, na Alemanha, entre 1997 e 2002, detinha um espírito desportivo, mas era acanhado e destinava-se a um público-alvo muito específico. O mercado mudou, e a marca recupera a designação transformando agora o
Ford Puma num SUV compacto, também ele baseado no Ford Fiesta.
Dotado de um bom chassis e de alguma tecnologia, o Puma é uma opção versátil, oferecendo mais espaço, muita arrumação e uma posição elevada de condução, sem esquecer o gosto pela condução.
Em termos de motorizações, este SUV beneficia da tecnologia Ford EcoBoost Hybrid. O grupo propulsor mild-hybrid integra a assistência elétrica de binário com o motor EcoBoost a gasolina de 1.0 já presente na marca há uns anos, podendo debitar até uns expressivos 160 cavalos de potência.
O Ecoboost de 1 litro é, como sabemos, extremamente elástico. Neste caso, a Ford combina com sucesso um Turbo de maiores dimensões que assegura o comportamento num regime mais elevado com um motor elétrico integrado de pequenas dimensões que melhora a versatilidade do motor num regime baixo, evitando o fosso característicos dos motores com Turbo nas baixas rotações. A tecnologia EcoBoost Hybrid reforça aquele com um sistema integrado motor de arranque alternador, de 11,5 kW e comandado por correia BISG (do inglês “belt-driven integrated starter/generator”). Substituindo o alternador normalmente utilizado, o BISG permite a recuperação e armazenamento da energia geralmente perdida durante a travagem e com o veículo em desaceleração, para carregar um conjunto de baterias de iões de lítio refrigeradas a ar de 48 volts.