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Também tu McLaren? É um sapo grande…mas ninguém resiste aos SUV

Depois da Lamborghini, da Aston Martin, da Ferrari e do anúncio da Lotus, agora foi a vez da McLaren…ninguém resiste aos SUV! Os carros desportivos não pagam contas…o mercado quer SUV? As marcas dão!

Nuno Poço
Nuno Poço
Também tu McLaren? É um sapo grande…mas ninguém resiste aos SUV

Em 2015, um dos diretores executivos da McLaren, Joylon Nash, era peremptório: a McLaren não iria embarcar em modas e construir um SUV. A empresa iria concentrar-se em manter o seu dna e focar-se na construção de supercarros exóticos feitos em fibra de carbono.

A verdade é que o mercado exige e não perdoa. Vai daí, depois da apresentação do primeiro Lotus alto, pesado, de 4 portas e elétrico, o Lotus Eletre, agora a Mclaren já fez saber que está a preparar o seu primeiro SUV e que este será elétrico.

Não sabemos qual das marcas impõe maior surpresa, mas seguramente quer uma quer a outra têm o seu ADN alicerçado em carros super-desportivos leves, dinâmicos e eficazes que usam motores de combustão interna.

Galp
Galp
Existem vários exercícios de renderização do que poderá ser o novo carro. O mais recente é o que foi mostrado pela Autocar
Também tu McLaren? É um sapo grande…mas ninguém resiste aos SUV

Para esta alteração de posição da marca relativamente aos SUV, contribuíram claramente os resultados de alguns dos rivais que já fizeram esse percurso e a recente alteração na estrutura executiva da marca.

Por exemplo, os SUV da Porsche ou da Aston Martin já contam mais do que todos os outros modelos daquelas marcas. Recentemente, falámos também dos casos da Maserati, com o Grecale, ou da Alfa Romeo com o Tonale. Não é fácil as marcas de luxo ou marcas de cariz desportivo ficarem de fora desta tendência e abdicarem de uma fatia desse mercado que cresce. Ficar de fora seria desperdiçar uma oportunidade de melhorar as contas e os balanços. Poderá servir de consloação o facto das marcas poderem aproveitar os balanços melhorados para continuarem a produzir os superdesportivos que os mais puristas tanto gostam

A lição é simples e é gratuita…mais vale aceitar.

Também tu McLaren? É um sapo grande…mas ninguém resiste aos SUV

Depois da Lamborghini, da Aston Martin, da Ferrari e do anúncio da Lotus, agora foi a vez da McLaren…ninguém resiste aos SUV! Os carros desportivos não pagam contas…o mercado quer SUV? As marcas dão!

Nuno Poço
Nuno Poço
Também tu McLaren? É um sapo grande…mas ninguém resiste aos SUV

Em 2015, um dos diretores executivos da McLaren, Joylon Nash, era peremptório: a McLaren não iria embarcar em modas e construir um SUV. A empresa iria concentrar-se em manter o seu dna e focar-se na construção de supercarros exóticos feitos em fibra de carbono.

A verdade é que o mercado exige e não perdoa. Vai daí, depois da apresentação do primeiro Lotus alto, pesado, de 4 portas e elétrico, o Lotus Eletre, agora a Mclaren já fez saber que está a preparar o seu primeiro SUV e que este será elétrico.

Não sabemos qual das marcas impõe maior surpresa, mas seguramente quer uma quer a outra têm o seu ADN alicerçado em carros super-desportivos leves, dinâmicos e eficazes que usam motores de combustão interna.

Xpeng G9
Xpeng G9
Existem vários exercícios de renderização do que poderá ser o novo carro. O mais recente é o que foi mostrado pela Autocar
Também tu McLaren? É um sapo grande…mas ninguém resiste aos SUV

Para esta alteração de posição da marca relativamente aos SUV, contribuíram claramente os resultados de alguns dos rivais que já fizeram esse percurso e a recente alteração na estrutura executiva da marca.

Por exemplo, os SUV da Porsche ou da Aston Martin já contam mais do que todos os outros modelos daquelas marcas. Recentemente, falámos também dos casos da Maserati, com o Grecale, ou da Alfa Romeo com o Tonale. Não é fácil as marcas de luxo ou marcas de cariz desportivo ficarem de fora desta tendência e abdicarem de uma fatia desse mercado que cresce. Ficar de fora seria desperdiçar uma oportunidade de melhorar as contas e os balanços. Poderá servir de consloação o facto das marcas poderem aproveitar os balanços melhorados para continuarem a produzir os superdesportivos que os mais puristas tanto gostam

A lição é simples e é gratuita…mais vale aceitar.