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Renault pretende abrir mão da Nissan para investir em elétricos

Tudo indica que a Renault pretende abrir mão da parte da Nissan da qual é detentora. Ao retirar o investimento da marca poderá aplicá-lo no desenvolvimento de elétricos.

Catarina Resende
Catarina Resende
Renault pretende abrir mão da Nissan para investir em elétricos

A Renault anunciou a sua intenção de se desfazer da percentagem da Nissan qual é detentora. São precisamente 43.4% da marca que a Renault possui mas não recebe lucros, acabando por investir milhões sem grande retorno.

Foi a administração da Renault que afirmou esta possibilidade da marca abrir mão das ações de possui na Nissan Motor Company, uma declaração que logo se fez sentir no valor dos títulos do construtor que caiu 5%.

Em 1999, a Nissan esteve nas portas da falência e foi aí que a Renault salvou a marca japonesa com o seu investimento e proteção. A relação entre ambas tem vindo a crescer e, em 2013, a Renault incrementou a sua participação na Nissan para 43,4%.

Desde a saída de Carlos Ghosn, a Renault não tem tido grande interesse em exercer o seu direito sobre os 43,4% da Nissan , o que provocou baixos lucros e, por vezes, prejuízos.

Ainda assim, a Renault mantém milhões investidos na Nissan sem controlar ou receber lucros por tal investimento. A marca japonesa continua a gerir sob a mesma estratégia que a Renault acredita ter quase levado a marca à falência em 1999. Daí a Renault pretender retirar o seu investimento.

Avaliando as necessidades, a Renault prioriza o investimento na mobilidade elétrica e esse capital pode ser proveniente deste investimento da Nissan . De acordo com a Bloomberg, as ações da Renault na Nissan correspondem a cerca de 7.07 mil milhões de euros.

Ao mesmo tempo em que esta hipótese é colocada em cima da mesa, a Renault avalia a possibilidade de separar o negócio dos elétricos dos veículos a combustão e lançar os primeiros em bolsa. Assim, este capital que seria retirado do investimento na Nissan seria utilizado para envestir na separação e em novas tecnologias.

Renault pretende abrir mão da Nissan para investir em elétricos

Tudo indica que a Renault pretende abrir mão da parte da Nissan da qual é detentora. Ao retirar o investimento da marca poderá aplicá-lo no desenvolvimento de elétricos.

Catarina Resende
Catarina Resende
Renault pretende abrir mão da Nissan para investir em elétricos

A Renault anunciou a sua intenção de se desfazer da percentagem da Nissan qual é detentora. São precisamente 43.4% da marca que a Renault possui mas não recebe lucros, acabando por investir milhões sem grande retorno.

Foi a administração da Renault que afirmou esta possibilidade da marca abrir mão das ações de possui na Nissan Motor Company, uma declaração que logo se fez sentir no valor dos títulos do construtor que caiu 5%.

Em 1999, a Nissan esteve nas portas da falência e foi aí que a Renault salvou a marca japonesa com o seu investimento e proteção. A relação entre ambas tem vindo a crescer e, em 2013, a Renault incrementou a sua participação na Nissan para 43,4%.

Desde a saída de Carlos Ghosn, a Renault não tem tido grande interesse em exercer o seu direito sobre os 43,4% da Nissan , o que provocou baixos lucros e, por vezes, prejuízos.

Xpeng G9
Xpeng G9
A prioridade da Renault passa pelo investimento na mobilidade sustentável.

Ainda assim, a Renault mantém milhões investidos na Nissan sem controlar ou receber lucros por tal investimento. A marca japonesa continua a gerir sob a mesma estratégia que a Renault acredita ter quase levado a marca à falência em 1999. Daí a Renault pretender retirar o seu investimento.

Avaliando as necessidades, a Renault prioriza o investimento na mobilidade elétrica e esse capital pode ser proveniente deste investimento da Nissan . De acordo com a Bloomberg, as ações da Renault na Nissan correspondem a cerca de 7.07 mil milhões de euros.

Ao mesmo tempo em que esta hipótese é colocada em cima da mesa, a Renault avalia a possibilidade de separar o negócio dos elétricos dos veículos a combustão e lançar os primeiros em bolsa. Assim, este capital que seria retirado do investimento na Nissan seria utilizado para envestir na separação e em novas tecnologias.