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Mercedes-Benz B250e: Seguir a corrente

O B250e é uma das mais recentes propostas que a Mercedes tem na sua linha linha EQ Power. Este híbrido plug-in, acrescenta à imagem do Classe A, com quem partilha os genes, a versatilidade de um monovolume compacto, capaz de preencher as necessidades básicas do dia-a-dia de uma família mais generosa, mas também uma opção válida para o mercado empresarial. A versão ensaiada, está disponível por 50 626,05€, sobre equipada com o Pack Night, Linha AMG e Pack de Segurança extra. Porém, a versão base, já por si com um nível de equipamento interessante, parte dos 43 350,00€.

José Alves
José Alves
Mercedes-Benz B250e: Seguir a corrente

Apesar de partilhar a base do A, o Classe B não figura como uma simples opção ao qual foi “subida” a linha de cintura, tem uma identidade própria. Claro que, comparativamente com o modelo que lhe serve de base, conquista importantes pontos no que respeita , sobretudo, ao espaço a bordo, que não viu a medidas afetadas com a colocação das baterias que alimentam o motor elétrico. Este conjunto está arrumado sob a segunda fila de bancos, no lugar antes ocupado pelo depósito de combustível, que agora passou mais para trás, mas capacidade teve que encolher para os 35 litros. Mediante a necessidade de espaço na bagageira, a fila de bancos posterior pode deslocar-se até 14 cm o que faz a volumetria oscile entre os 455 e os 705 litros. Ainda a bordo, a qualidade de construção e o nível de acabamentos continuam a fazer justiça aos padrões da casa de Estugarda. O toque mais exclusivo é dado pelo linha AMG , que combina as inserções de alumínio e carbono com a nobreza do couro. Ao lado do painel de instrumentos totalmente digital, figura um ecrã de 10,25 polegadas, que nos liga a todas as funcionalidades do sistema multimédia MBUX. A única gestão analógica está reservada para o sistema de ventilação (mas que também pode ser gerido no “touch pad”).

Galp
Galp
A qualidade de construção e a tecnologia continuam a fazer justiça aos padrões da casa de Estugarda.
Mercedes-Benz B250e: Seguir a corrente

Eficácia na estrada

A combinação do motor térmico de 1.3 litros a gasolina com 160 cv com a unidade elétrica resulta numa potência combinada de 218 cv e um binário máximo de 450 Nm. Números mais do que suficientes para um bom compromisso dinâmico, que podemos gerir em seis modos distintos: Eco, Battery Level, Electric, Comfort, Sport e Individual). Escolhas mais que suficientes para responder ao nosso “estado de espírito”, seja ele mais voltado para um tipo de condução a pensar na economia de consumos, tanto em circuito urbano como fora da cidade ou num registo mais “vivo”. Com os dois conjuntos em ação, conseguiu-se facilmente rodar abaixo dos 2.0 litros. Esgotada a autonomia dos 60 km, em modo puramente elétrico, o motor térmico também não desiludiu e a média realizada nunca ultrapassou os 5,5 litros. Na resposta do B250e, destaque para eficácia da caixa automática de oito relações (DCT, dupla embraiagem), com uma resposta rápida e suave a troca de cada marcha. Apesar do acréscimo de peso, na ordem dos 150 kg, comparativamente com as versões atmosféricas, o trabalho demonstrado pela suspensão esteve à altura das exigências, tal como a resposta da direção, direta e precisa. Os Pirelli Cinturato P7 225/45, montados nas jantes de 18 polegadas também não são alheios nas prestações deste Mercedes B250e, um familiar compacto polivalente, mas que não descura aquele toque desportivo, que o construtor faz questão de colocar em todos os seus modelos.

Viatura de ensaio cedida pela Soc. Comercial C. Santos.

Mercedes-Benz B250e: Seguir a corrente

O B250e é uma das mais recentes propostas que a Mercedes tem na sua linha linha EQ Power. Este híbrido plug-in, acrescenta à imagem do Classe A, com quem partilha os genes, a versatilidade de um monovolume compacto, capaz de preencher as necessidades básicas do dia-a-dia de uma família mais generosa, mas também uma opção válida para o mercado empresarial. A versão ensaiada, está disponível por 50 626,05€, sobre equipada com o Pack Night, Linha AMG e Pack de Segurança extra. Porém, a versão base, já por si com um nível de equipamento interessante, parte dos 43 350,00€.

José Alves
José Alves
Mercedes-Benz B250e: Seguir a corrente

Apesar de partilhar a base do A, o Classe B não figura como uma simples opção ao qual foi “subida” a linha de cintura, tem uma identidade própria. Claro que, comparativamente com o modelo que lhe serve de base, conquista importantes pontos no que respeita , sobretudo, ao espaço a bordo, que não viu a medidas afetadas com a colocação das baterias que alimentam o motor elétrico. Este conjunto está arrumado sob a segunda fila de bancos, no lugar antes ocupado pelo depósito de combustível, que agora passou mais para trás, mas capacidade teve que encolher para os 35 litros. Mediante a necessidade de espaço na bagageira, a fila de bancos posterior pode deslocar-se até 14 cm o que faz a volumetria oscile entre os 455 e os 705 litros. Ainda a bordo, a qualidade de construção e o nível de acabamentos continuam a fazer justiça aos padrões da casa de Estugarda. O toque mais exclusivo é dado pelo linha AMG , que combina as inserções de alumínio e carbono com a nobreza do couro. Ao lado do painel de instrumentos totalmente digital, figura um ecrã de 10,25 polegadas, que nos liga a todas as funcionalidades do sistema multimédia MBUX. A única gestão analógica está reservada para o sistema de ventilação (mas que também pode ser gerido no “touch pad”).

Xpeng G9
Xpeng G9
A qualidade de construção e a tecnologia continuam a fazer justiça aos padrões da casa de Estugarda.
Mercedes-Benz B250e: Seguir a corrente

Eficácia na estrada

A combinação do motor térmico de 1.3 litros a gasolina com 160 cv com a unidade elétrica resulta numa potência combinada de 218 cv e um binário máximo de 450 Nm. Números mais do que suficientes para um bom compromisso dinâmico, que podemos gerir em seis modos distintos: Eco, Battery Level, Electric, Comfort, Sport e Individual). Escolhas mais que suficientes para responder ao nosso “estado de espírito”, seja ele mais voltado para um tipo de condução a pensar na economia de consumos, tanto em circuito urbano como fora da cidade ou num registo mais “vivo”. Com os dois conjuntos em ação, conseguiu-se facilmente rodar abaixo dos 2.0 litros. Esgotada a autonomia dos 60 km, em modo puramente elétrico, o motor térmico também não desiludiu e a média realizada nunca ultrapassou os 5,5 litros. Na resposta do B250e, destaque para eficácia da caixa automática de oito relações (DCT, dupla embraiagem), com uma resposta rápida e suave a troca de cada marcha. Apesar do acréscimo de peso, na ordem dos 150 kg, comparativamente com as versões atmosféricas, o trabalho demonstrado pela suspensão esteve à altura das exigências, tal como a resposta da direção, direta e precisa. Os Pirelli Cinturato P7 225/45, montados nas jantes de 18 polegadas também não são alheios nas prestações deste Mercedes B250e, um familiar compacto polivalente, mas que não descura aquele toque desportivo, que o construtor faz questão de colocar em todos os seus modelos.

Viatura de ensaio cedida pela Soc. Comercial C. Santos.