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OE 2021 retira benefícios fiscais aos híbridos não plug-in

A Toyota Caetano Portugal, S.A, já expressou o seu profundo descontentamento sobre as novas medidas, presentes no Orçamento de Estado 2021, que limitam os incentivos na aquisição de viaturas híbridas e híbridas plug-in.

José Alves
José Alves
OE 2021 retira benefícios fiscais aos híbridos não plug-in

De acordo com o comunicado emitido pela administração da Toyota Caetano Portugal, S.A, as novas medidas, tomadas com base numa posição unilateral do Governo, sem consulta a nenhum dos representantes do setor automóvel nacional, acabam por contrariar a política ambiental governamental e vão implicar uma redução nas vendas de viaturas eletrificadas híbridas e, por outro lado, vão conduzir ao aumento das viaturas convencionais mais poluentes.

Galp
Galp
“O critério definido pelo Governo para descriminação fiscal positiva das viaturas híbridas menos poluentes é um absurdo” refere José Ramos, presidente & CEO da Toyota Caetano Portugal, S.A
OE 2021 retira benefícios fiscais aos híbridos não plug-in

Neste comunicado, assinado pelo presidente & CEO da Toyota Caetano Portugal, S.A, José Ramos, são apresentados cinco pontos que justificam esta tomada de posição:

1- Um carro de passageiros equipado com um motor híbrido combina dois motores: um motor de combustão interna (no caso da Toyota e Lexus sempre a gasolina) e um motor elétrico, ao alternar facilmente entre a pura energia elétrica e a eficiência da gasolina quando a velocidade aumenta, a tecnologia Híbrida Toyota não apenas economiza combustível, mas também oferece emissões de CO2 mais baixas que um veículo convencional com motor a combustão. No caso dos veículos Toyota os veículos circulam em cidade até 50% do tempo em modo elétrico, logo sem emissões e melhorando em muito o desempenho ambiental do veículo; 2- Em comparação com os veículos com motorizações convencionais, o nível de emissões dos veículos híbridos é significativamente inferior. Com exemplos: Toyota Yaris 1.5 Hybrid com 88g/km CO2 versus Toyota Yaris 1.0 Gasolina 128g/km CO2. No caso do Toyota Corolla 1.8 Hybrid 111g/km CO2 versus Toyota Corolla 1.2 gasolina 151 g/km CO2. Escusado será dizer que todos os veículos passam por rigorosos testes de certificação e homologação a nível europeu que comprovam estes valores; 3- Portugal tem hoje das mais elevadas cargas fiscais sobre automóveis. A medida agora aprovada faz com que uma tecnologia mais amiga do ambiente seja menos competitiva, levando ao consequente incremento do número de viaturas com motorizações convencionais em circulação com emissões de CO2 superiores. Nesse sentido esta medida é um retrocesso na política ambiental do governo; 4- O parque automóvel circulante português é um dos mais antigos da Europa, com uma idade média de 13 anos. Acreditamos que a primeira ação de redução do impacto ambiental deve basear-se na estratégia de incentivar o abate de carros antigos poluentes e tecnologicamente desatualizados, promovendo a substituição por carros mais avançados tecnologicamente. Os veículos eletrificados com a tecnologia híbrida e plug-in híbrida são uma solução amiga do meio ambiente; 5- Não existe nenhuma medida de alteração no OE 2021 que limite a importação de veículos usados mais poluentes. Um fenómeno que se mantem há vários anos e que leva ao aumento da idade do parque circulante e ao aumento de emissões poluentes.

No final deste comunidado, o mesmo responsável remata afirmando que: “O OE2021 é dissuasor do investimento dos fabricantes automóvel em tecnologias ambientalmente mais eficientes. O critério definido pelo Governo para descriminação fiscal positiva das viaturas híbridas menos poluentes é um absurdo. É estabelecido um parâmetro de elegibilidade que nem sequer é mensurável nem consta da homologação técnica das viaturas. O resultado foi a exclusão de todos os modelos híbridos não plug-in da taxa reduzida de ISV”, conclui José Ramos.

No nosso simulador de poupança, é possível identificar a solução financeira mais adequada às tuas necessidades.

OE 2021 retira benefícios fiscais aos híbridos não plug-in

A Toyota Caetano Portugal, S.A, já expressou o seu profundo descontentamento sobre as novas medidas, presentes no Orçamento de Estado 2021, que limitam os incentivos na aquisição de viaturas híbridas e híbridas plug-in.

José Alves
José Alves
OE 2021 retira benefícios fiscais aos híbridos não plug-in

De acordo com o comunicado emitido pela administração da Toyota Caetano Portugal, S.A, as novas medidas, tomadas com base numa posição unilateral do Governo, sem consulta a nenhum dos representantes do setor automóvel nacional, acabam por contrariar a política ambiental governamental e vão implicar uma redução nas vendas de viaturas eletrificadas híbridas e, por outro lado, vão conduzir ao aumento das viaturas convencionais mais poluentes.

Xpeng G9
Xpeng G9
“O critério definido pelo Governo para descriminação fiscal positiva das viaturas híbridas menos poluentes é um absurdo” refere José Ramos, presidente & CEO da Toyota Caetano Portugal, S.A
OE 2021 retira benefícios fiscais aos híbridos não plug-in

Neste comunicado, assinado pelo presidente & CEO da Toyota Caetano Portugal, S.A, José Ramos, são apresentados cinco pontos que justificam esta tomada de posição:

1- Um carro de passageiros equipado com um motor híbrido combina dois motores: um motor de combustão interna (no caso da Toyota e Lexus sempre a gasolina) e um motor elétrico, ao alternar facilmente entre a pura energia elétrica e a eficiência da gasolina quando a velocidade aumenta, a tecnologia Híbrida Toyota não apenas economiza combustível, mas também oferece emissões de CO2 mais baixas que um veículo convencional com motor a combustão. No caso dos veículos Toyota os veículos circulam em cidade até 50% do tempo em modo elétrico, logo sem emissões e melhorando em muito o desempenho ambiental do veículo; 2- Em comparação com os veículos com motorizações convencionais, o nível de emissões dos veículos híbridos é significativamente inferior. Com exemplos: Toyota Yaris 1.5 Hybrid com 88g/km CO2 versus Toyota Yaris 1.0 Gasolina 128g/km CO2. No caso do Toyota Corolla 1.8 Hybrid 111g/km CO2 versus Toyota Corolla 1.2 gasolina 151 g/km CO2. Escusado será dizer que todos os veículos passam por rigorosos testes de certificação e homologação a nível europeu que comprovam estes valores; 3- Portugal tem hoje das mais elevadas cargas fiscais sobre automóveis. A medida agora aprovada faz com que uma tecnologia mais amiga do ambiente seja menos competitiva, levando ao consequente incremento do número de viaturas com motorizações convencionais em circulação com emissões de CO2 superiores. Nesse sentido esta medida é um retrocesso na política ambiental do governo; 4- O parque automóvel circulante português é um dos mais antigos da Europa, com uma idade média de 13 anos. Acreditamos que a primeira ação de redução do impacto ambiental deve basear-se na estratégia de incentivar o abate de carros antigos poluentes e tecnologicamente desatualizados, promovendo a substituição por carros mais avançados tecnologicamente. Os veículos eletrificados com a tecnologia híbrida e plug-in híbrida são uma solução amiga do meio ambiente; 5- Não existe nenhuma medida de alteração no OE 2021 que limite a importação de veículos usados mais poluentes. Um fenómeno que se mantem há vários anos e que leva ao aumento da idade do parque circulante e ao aumento de emissões poluentes.

No final deste comunidado, o mesmo responsável remata afirmando que: “O OE2021 é dissuasor do investimento dos fabricantes automóvel em tecnologias ambientalmente mais eficientes. O critério definido pelo Governo para descriminação fiscal positiva das viaturas híbridas menos poluentes é um absurdo. É estabelecido um parâmetro de elegibilidade que nem sequer é mensurável nem consta da homologação técnica das viaturas. O resultado foi a exclusão de todos os modelos híbridos não plug-in da taxa reduzida de ISV”, conclui José Ramos.

No nosso simulador de poupança, é possível identificar a solução financeira mais adequada às tuas necessidades.