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Mercado europeu atenuou queda em junho

O mercado europeu de automóveis de passageiros sofreu nova queda acentuada em junho, mas menos acentuada do que nos meses anteriores, de acordo com os dados da Associação dos Construtores Europeus de Automóveis (ACEA). A entidade indica que o mercado da União Europeia caiu 22,3% em junho face ao mês homólogo, para 949 722 unidades.

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Mercado europeu atenuou queda em junho

Na contabilidade do semestre, o mercado teve um decréscimo de 38,1%, para 4 281 549 matrículas. Depois de em maio ter registado a segunda maior queda percentual, em junho Portugal teve a maior descida da Europa, com menos 56,2% de matrículas (para 11 076 unidades) face a igual mês de 2019. No acumulado, a quebra portuguesa (-49,6%, para 64 848 matrículas) é apenas superada por Espanha (-50,9%) e Croácia (-54,4%). A França, com o lançamento de um plano de apoio do Governo, no passado dia 1 de junho, teve já um ligeiro crescimento de 1,2% no mês. Os restantes três maiores mercados da UE mantiveram, porém, em junho quedas de dois dígitos. Espanha decresceu 36,7%, Alemanha 32,3% e Itália 23,1%. No acumulado de janeiro a junho de 2020, a procura de automóveis novos na UE diminuiu 38,1% No primeiro semestre do ano todos os quatro maiores mercados comunitário diminuíram, 50,9% em Espanha, 46,1% em Itália, 38,6% em França e 34,5% na Alemanha.

ACAP pede apoios à compra

Face a estes valores, a ACAP continua a insistir junto do Governo português “para que sejam tomadas medidas de relançamento” do setor no nosso país, a exemplo do que está a acontecer por toda a Europa. “Se estas medidas não forem, rapidamente, implementadas iremos ter graves consequências ao nível do tecido empresarial do sector automóvel”, indica a associação do setor, que recorda que, em Portugal, o setor automóvel “representa 19% do PIB, 25% do total das exportações de bens transacionáveis, 3,5% do emprego e 21% das receitas fiscais”.

Mercado europeu atenuou queda em junho

O mercado europeu de automóveis de passageiros sofreu nova queda acentuada em junho, mas menos acentuada do que nos meses anteriores, de acordo com os dados da Associação dos Construtores Europeus de Automóveis (ACEA). A entidade indica que o mercado da União Europeia caiu 22,3% em junho face ao mês homólogo, para 949 722 unidades.

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Mercado europeu atenuou queda em junho

Na contabilidade do semestre, o mercado teve um decréscimo de 38,1%, para 4 281 549 matrículas. Depois de em maio ter registado a segunda maior queda percentual, em junho Portugal teve a maior descida da Europa, com menos 56,2% de matrículas (para 11 076 unidades) face a igual mês de 2019. No acumulado, a quebra portuguesa (-49,6%, para 64 848 matrículas) é apenas superada por Espanha (-50,9%) e Croácia (-54,4%). A França, com o lançamento de um plano de apoio do Governo, no passado dia 1 de junho, teve já um ligeiro crescimento de 1,2% no mês. Os restantes três maiores mercados da UE mantiveram, porém, em junho quedas de dois dígitos. Espanha decresceu 36,7%, Alemanha 32,3% e Itália 23,1%. No acumulado de janeiro a junho de 2020, a procura de automóveis novos na UE diminuiu 38,1% No primeiro semestre do ano todos os quatro maiores mercados comunitário diminuíram, 50,9% em Espanha, 46,1% em Itália, 38,6% em França e 34,5% na Alemanha.

Galp
Galp
Segundo a ACEA o mercado da União Europeia caiu 22,3% em junho.

ACAP pede apoios à compra

Face a estes valores, a ACAP continua a insistir junto do Governo português “para que sejam tomadas medidas de relançamento” do setor no nosso país, a exemplo do que está a acontecer por toda a Europa. “Se estas medidas não forem, rapidamente, implementadas iremos ter graves consequências ao nível do tecido empresarial do sector automóvel”, indica a associação do setor, que recorda que, em Portugal, o setor automóvel “representa 19% do PIB, 25% do total das exportações de bens transacionáveis, 3,5% do emprego e 21% das receitas fiscais”.