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Alpine A110 com edições especiais

O Alpine A110 voltou a ser alvo de cuidados por parte da casa de Dieppe. Agora, às versões Pure 1.8 e Légende 1.8, juntam-se a mais três propostas: Légend GT, Color Edition 2020 e SportsX. No que respeita a preços, a versão de acesso (Pure) está disponível a partir de 63 253,50€.

José Alves
José Alves
Alpine A110 com edições especiais

Três edições limitadas

Relativamente à versão Légend GT, limitada a 400 unidades, espelha e alarga a sofisticação já conhecida do Légend. No habitáculo destaque para os bancos em couro desenhados pela Sabelt, com acabamentos em couro âmbar e seis diferentes posições de ajuste. Na consola central passa a figurar a numeração correspondente à ordem de fabrico. O A110 Color Edition será uma versão que anualmente terá uma cor única. Para 2020 o construtor apostou no Amarelo Girassol, mais uma vez num regresso ao passado, mas só estará disponível até ao final do ano e não será reeditada. Já a edição A110 SportsX revela uma herança do construtor na competição, nomeadamente nos ralis. Aqui a carroçaria está mais larga 80 mm e a altura ao solo sobe 60 mm.

Xpeng G9
Xpeng G9
A edição A110 SportsX apresenta uma carroçaria alargada em 80 mm e mais 60 mm na altura ao solo.
Alpine A110 com edições especiais

Imagem e dinâmica

A estética deste coupé continua com o traço vanguardista, mas sempre a reportar para o ADN do A110 “Berlinette” de 1961. Sobretudo quando olhamos para a nervura central do capot e as óticas circulares de generosas dimensões. A traseira é marcada por linhas fluídas e farolins Led com um design marcado por um X alongado. A forma como é feita a ligação entre a carroçaria e o sub-chassis alumínio confere uma leveza essencial ao conjunto (1103kg), mas também a rigidez necessária para explorar o A110 a cada metro de asfalto. Se for num percurso de curva contra curva tanto melhor! Foi para isso mesmo que os responsáveis da casa francesa trabalharam, o não quer dizer que não deixe de ser ágil e eficaz numa utilização mais quotidiana. Voltando à estrada, a repartição de massas, na proporção de 56% atrás (onde está colocado o motor central traseiro) e 44% para o eixo dianteiro são, desde logo, uma garantia adicional de puro prazer de condução. A suspensão “talhada” à medida e a direção muito direta e precisa conferem aquela sensação de estarmos a conduzir um kart. Sob o capot traseiro a aposta continua a ser o bloco de 1.8 litros turbocomprimido de 252 cv com um binário de 320 Nm, bem apoiado pela caixa EDC de sete relações. Ao pisar ao pedal de acelerador com mais convicção temos um registo dos 0 a 100 km/h de apenas 4,5s. No que respeita a consumos, a média combinada anunciada pouco passa dos 6,0 litros, mas claro está, se deixarmos o modo de condução “Normal” e optarmos por escolher o “Sport” ou então o “Track”, os valores acompanham, de forma justificada, essa subida da adrenalina.

Alpine A110 com edições especiais

O Alpine A110 voltou a ser alvo de cuidados por parte da casa de Dieppe. Agora, às versões Pure 1.8 e Légende 1.8, juntam-se a mais três propostas: Légend GT, Color Edition 2020 e SportsX. No que respeita a preços, a versão de acesso (Pure) está disponível a partir de 63 253,50€.

José Alves
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Alpine A110 com edições especiais

Três edições limitadas

Relativamente à versão Légend GT, limitada a 400 unidades, espelha e alarga a sofisticação já conhecida do Légend. No habitáculo destaque para os bancos em couro desenhados pela Sabelt, com acabamentos em couro âmbar e seis diferentes posições de ajuste. Na consola central passa a figurar a numeração correspondente à ordem de fabrico. O A110 Color Edition será uma versão que anualmente terá uma cor única. Para 2020 o construtor apostou no Amarelo Girassol, mais uma vez num regresso ao passado, mas só estará disponível até ao final do ano e não será reeditada. Já a edição A110 SportsX revela uma herança do construtor na competição, nomeadamente nos ralis. Aqui a carroçaria está mais larga 80 mm e a altura ao solo sobe 60 mm.

Xpeng G9
Xpeng G9
A edição A110 SportsX apresenta uma carroçaria alargada em 80 mm e mais 60 mm na altura ao solo.
Alpine A110 com edições especiais

Imagem e dinâmica

A estética deste coupé continua com o traço vanguardista, mas sempre a reportar para o ADN do A110 “Berlinette” de 1961. Sobretudo quando olhamos para a nervura central do capot e as óticas circulares de generosas dimensões. A traseira é marcada por linhas fluídas e farolins Led com um design marcado por um X alongado. A forma como é feita a ligação entre a carroçaria e o sub-chassis alumínio confere uma leveza essencial ao conjunto (1103kg), mas também a rigidez necessária para explorar o A110 a cada metro de asfalto. Se for num percurso de curva contra curva tanto melhor! Foi para isso mesmo que os responsáveis da casa francesa trabalharam, o não quer dizer que não deixe de ser ágil e eficaz numa utilização mais quotidiana. Voltando à estrada, a repartição de massas, na proporção de 56% atrás (onde está colocado o motor central traseiro) e 44% para o eixo dianteiro são, desde logo, uma garantia adicional de puro prazer de condução. A suspensão “talhada” à medida e a direção muito direta e precisa conferem aquela sensação de estarmos a conduzir um kart. Sob o capot traseiro a aposta continua a ser o bloco de 1.8 litros turbocomprimido de 252 cv com um binário de 320 Nm, bem apoiado pela caixa EDC de sete relações. Ao pisar ao pedal de acelerador com mais convicção temos um registo dos 0 a 100 km/h de apenas 4,5s. No que respeita a consumos, a média combinada anunciada pouco passa dos 6,0 litros, mas claro está, se deixarmos o modo de condução “Normal” e optarmos por escolher o “Sport” ou então o “Track”, os valores acompanham, de forma justificada, essa subida da adrenalina.