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Conduzi o novo Leapmotor B10 REEV

O Guia do Automóvel esteve presente na apresentação do Leapmotor B10 REEV, numa viagem de Lisboa ao Porto, ida e volta.

Francisco Pinto
Francisco Pinto
Conduzi o novo Leapmotor B10 REEV

Leapmotor B10

Este é um SUV do segmento C com preço de segmento B, disponível a partir dos 29.287 €. A versão REEV que conduzimos custa 29.962 € e combina um motor 1.5 litros de quatro cilindros com um gerador de 50 kW e uma bateria de 18,8 kWh. Com 218 cv e 240 Nm, anuncia até 86 km de autonomia elétrica e 900 km combinados. Acelera dos 0 aos 100 km/h em 7,5 segundos e atinge os 170 km/h.

Motorização REEV, como funciona?

No B10 REEV, as rodas são sempre movidas pelo motor elétrico. O motor de combustão funciona apenas como gerador, produzindo eletricidade para a bateria quando necessário. O resultado é uma condução suave, silenciosa e sem passagens de caixa.

Quatro modos de energia e três de condução

Existem quatro modos de energia: EV+, EV, Fuel e Power+. Os dois primeiros privilegiam a condução elétrica, o Fuel preserva a bateria em viagens longas e o Power+ maximiza o desempenho. Os três modos de condução alteram ligeiramente a direção, suspensão e resposta do acelerador.

Xpeng G9
Xpeng G9
O Leapmotor B05 é atualmente o 11.º elétrico mais barato do mercado. Já o Leapmotor B10 posiciona-se no TOP 10 dos modelos mais baratos entre elétricos, híbridos plug-in e híbridos convencionais.
Conduzi o novo Leapmotor B10 REEV

Quais os verdadeiros consumos do Leapmotor B10 REEV?

No percurso Lisboa-Porto-Lisboa, com mais de 600 km, registámos 8 l/100 km. Em auto estrada, o motor de combustão faz-se ouvir e a insonorização poderia ser melhor. Em contrapartida, o B10 destaca-se pelo conforto, pelo espaço interior e pelos bancos dianteiros aquecidos e ventilados. Por falar em espaço interior, o facto de esta ser a versão REEV faz com que a bagageira tenha apenas 330 litros, um valor que, a meu ver, fica aquém das expectativas para um veículo desta dimensão. A velocidades mais elevadas, sobretudo em curva, sentimos também algumas vibrações que podem afetar a sensação de confiança ao volante.

Conduzi o novo Leapmotor B10 REEV

O Guia do Automóvel esteve presente na apresentação do Leapmotor B10 REEV, numa viagem de Lisboa ao Porto, ida e volta.

Francisco Pinto
Francisco Pinto
Conduzi o novo Leapmotor B10 REEV

Leapmotor B10

Este é um SUV do segmento C com preço de segmento B, disponível a partir dos 29.287 €. A versão REEV que conduzimos custa 29.962 € e combina um motor 1.5 litros de quatro cilindros com um gerador de 50 kW e uma bateria de 18,8 kWh. Com 218 cv e 240 Nm, anuncia até 86 km de autonomia elétrica e 900 km combinados. Acelera dos 0 aos 100 km/h em 7,5 segundos e atinge os 170 km/h.

Motorização REEV, como funciona?

No B10 REEV, as rodas são sempre movidas pelo motor elétrico. O motor de combustão funciona apenas como gerador, produzindo eletricidade para a bateria quando necessário. O resultado é uma condução suave, silenciosa e sem passagens de caixa.

Quatro modos de energia e três de condução

Existem quatro modos de energia: EV+, EV, Fuel e Power+. Os dois primeiros privilegiam a condução elétrica, o Fuel preserva a bateria em viagens longas e o Power+ maximiza o desempenho. Os três modos de condução alteram ligeiramente a direção, suspensão e resposta do acelerador.

Xpeng G9
Xpeng G9
O Leapmotor B05 é atualmente o 11.º elétrico mais barato do mercado. Já o Leapmotor B10 posiciona-se no TOP 10 dos modelos mais baratos entre elétricos, híbridos plug-in e híbridos convencionais.
Conduzi o novo Leapmotor B10 REEV

Quais os verdadeiros consumos do Leapmotor B10 REEV?

No percurso Lisboa-Porto-Lisboa, com mais de 600 km, registámos 8 l/100 km. Em auto estrada, o motor de combustão faz-se ouvir e a insonorização poderia ser melhor. Em contrapartida, o B10 destaca-se pelo conforto, pelo espaço interior e pelos bancos dianteiros aquecidos e ventilados. Por falar em espaço interior, o facto de esta ser a versão REEV faz com que a bagageira tenha apenas 330 litros, um valor que, a meu ver, fica aquém das expectativas para um veículo desta dimensão. A velocidades mais elevadas, sobretudo em curva, sentimos também algumas vibrações que podem afetar a sensação de confiança ao volante.