As mulheres estão menos protegidas num acidente de automóvel e a Volvo tem a solução
Há seis anos, uma iniciativa da Volvo colocou o design inclusivo no centro da segurança automóvel. Hoje, essa visão ganha uma nova forma com o novo cinto de segurança multiadaptativo, que tem a sua estreia no EX60 e passará a integrar todos os futuros modelos da marca.

Segundo a Volvo, as mulheres continuam a apresentar um risco superior de sofrer determinadas lesões em acidentes rodoviários comparativamente com os homens. Durante décadas, uma das explicações esteve na forma como muitos sistemas de segurança foram desenvolvidos e testados: tendo como referência um ocupante masculino de estatura média.
Muito antes do design inclusivo se afirmar como uma tendência em áreas como a arquitetura, a tecnologia ou o design de produto, a Volvo Cars já aplicava esse princípio à segurança automóvel, desenvolvendo soluções pensadas para proteger pessoas com diferentes corpos, alturas e características físicas.
Desde os anos 70, a marca sueca investiga acidentes reais envolvendo pessoas de diferentes géneros, idades e constituições físicas, construindo uma das maiores bases de dados mundiais sobre segurança automóvel. Esse conhecimento esteve na origem da E.V.A. Initiative (Equal Vehicles for All) , lançada em 2019, através da qual a Volvo disponibilizou gratuitamente mais de cinco décadas de investigação para que fabricantes, universidades e centros de investigação de todo o mundo possam desenvolver veículos mais seguros para todos.
Seis anos depois, essa visão ganha agora uma nova aplicação prática integrada no Volvo EX60. Com efeito, este será o primeiro modelo da marca equipado com o cinto de segurança multiadaptativo, uma evolução tecnológica concebida para oferecer uma proteção mais personalizada a cada ocupante.
"Na Volvo, acreditamos que a segurança deve adaptar-se às pessoas, e não o contrário. O design inclusivo faz parte da forma como desenvolvemos novas tecnologias, criando sistemas de segurança capazes de responder melhor às diferenças entre os ocupantes" 
Recorrendo aos sensores avançados do automóvel, o sistema analisa, em tempo real, fatores como a altura, o peso, a postura do ocupante e a severidade do impacto, ajustando automaticamente a carga aplicada pelo cinto à situação específica. Ao aumentar significativamente o número de perfis de limitação de carga disponíveis, o sistema consegue adaptar a proteção de forma muito mais precisa do que as gerações anteriores, contribuindo para reduzir o risco de lesões em pessoas com diferentes características físicas.
À medida que a Volvo recolhe novos dados através dos seus veículos, o sistema continuará também a evoluir através de atualizações remotas (over-the-air), tornando-se progressivamente mais eficaz ao longo do ciclo de vida do automóvel. Após a sua estreia no Volvo EX60, esta tecnologia será progressivamente integrada nos futuros modelos da marca assentes na plataforma SPA3.
A iniciativa seguiu a mesma filosofia que levou a Volvo , em 1959, a abrir a patente do cinto de segurança de três pontos à restante indústria automóvel: quando uma inovação pode salvar vidas, o seu impacto deve ir além de uma única marca.







