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Pulmão samurai

O motor 1.0 i-VTEC de 126 cv que pode equipar o Honda Civic é uma das boas opções que o mercado oferece nesta faixa de cilindrada. Ombreia em desempenho com propostas de motorizações bem maiores.

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Pulmão samurai

Ao volante do Honda Civic 1.0 i-VTEC de 126 cv

Os motores que mais podem “enganar” no papel são os novos “turbo” de baixa cilindrada. Com efeito, tanto há exemplos maus e que em pouco ou nada melhoram face aos pequenos blocos tradicionais como casos que ombreiam com propulsores bem maiores em termos de performance, mantendo os consumos baixos, desde com alguma cautela com o acelerador. A décima geração do Honda Civic , um dos modelos mais míticos da marca e um dos mais reconhecidos do setor automóvel à escala mundial, tem um desses motores de baixa cilindrada. Trata-se do motor a gasolina 1.0 i-VTEC de 126 cv (junta-se ao 1.5 i-VTEC com 182 cv, também a gasolina, e ao diesel 1.6 i-DTEC de 120 cv). No capitulo visual, o modelo não revoluciona (está mais atlético), mas a marca melhorou o Civic em vários aspetos, a começar pelas dimensões. Tem 4,52 m de comprimento, mais 15 cm do que o anterior) e há mais espaço a bordo. A mala tem 478 litros, uma referência para o segmento C. No habitáculo, destacam-se a inclinação do tablier para o condutor e o posicionamento da manete das velocidades num patamar alto, o que é ergonómico e dá um toque desportivo sendo a secção central dominada pelo generoso ecrã tátil que alberga o sistema Honda Connect. Aí tecnologia não falta. A forma como se operam os comandos desse sistema e dos comandos do volante é muito completa, mas obriga a alguma habituação.

Galp
Galp
A décima geração do Honda Civic, um dos modelos mais míticos da marca e um dos mais reconhecidos a nível mundial.
Pulmão samurai

Ao nível das melhores propostas

Voltemos, então, ao mais importante, do motor turbo 1.0 i-VTEC com 126 cv (que antes do “model year” 2018 tinha 129 cv). Numa palavra, é um motor referencial e ombreia com o motor Ford 1.0 Ecoboost com 125 cv. De facto, a utilização do motor Honda faz-nos pensar se não se trata de um motor com cilindrada 1.4 ou 1.5 (se não superior). Passada uma primeira barreira das 2000 rpm, o motor segue sempre a bom ritmo até ao red line. Aliás, se associarmos à condução um bom trabalho na bem escalonada caixa de velocidades, conseguimos números que quase (sublinhe-se o quase) aproximam o modelo de um desportivo. Os 10,8 segundos dos zero aos 100 km/h e 203 km/h de velocidade máxima que a marca a anuncia dizem bem do patamar acima de um vulgar “mil”. Em curva, o desempenho merece, também, boa nota. De facto, o chassis desde Civic é de tal forma robusto que é muito difícil colocar o veículo em “apuros” em estradas sinuosas. Tudo isto sempre com serenidade. Para essa serenidade contribui muito o silêncio do motor e a insonorização do modelo. Os consumos de gasolina ficam, com algum cuidado, no circuito misto, abaixo de 7 l/100 km. Trata-se de um valor razoável para um motor a gasolina num automóvel destas dimensões. O Honda Civic 1.0 i-VTEC é proposto por preços entre 23 825,00€ e 30 625,00€ com caixa manual (conduzimos a Dynamic Connect Navi, que tem um PVP de 28 300,00€) e entre 28 225,00€ e 31 950,00€ com caixa automática CVT. Mesmo tendo em conta a campanha em curso de 2250,00€ de desconto se associada a compra a financiamento, é um valor elevado face à média da concorrência. Porém, os clientes Honda nunca escolheram a marca pelo fator preço. De notar que a marca tem sete anos de garantia sem limite de km e sete anos de assistência em viagem.

Pulmão samurai

O motor 1.0 i-VTEC de 126 cv que pode equipar o Honda Civic é uma das boas opções que o mercado oferece nesta faixa de cilindrada. Ombreia em desempenho com propostas de motorizações bem maiores.

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Pulmão samurai

Ao volante do Honda Civic 1.0 i-VTEC de 126 cv

Os motores que mais podem “enganar” no papel são os novos “turbo” de baixa cilindrada. Com efeito, tanto há exemplos maus e que em pouco ou nada melhoram face aos pequenos blocos tradicionais como casos que ombreiam com propulsores bem maiores em termos de performance, mantendo os consumos baixos, desde com alguma cautela com o acelerador. A décima geração do Honda Civic , um dos modelos mais míticos da marca e um dos mais reconhecidos do setor automóvel à escala mundial, tem um desses motores de baixa cilindrada. Trata-se do motor a gasolina 1.0 i-VTEC de 126 cv (junta-se ao 1.5 i-VTEC com 182 cv, também a gasolina, e ao diesel 1.6 i-DTEC de 120 cv). No capitulo visual, o modelo não revoluciona (está mais atlético), mas a marca melhorou o Civic em vários aspetos, a começar pelas dimensões. Tem 4,52 m de comprimento, mais 15 cm do que o anterior) e há mais espaço a bordo. A mala tem 478 litros, uma referência para o segmento C. No habitáculo, destacam-se a inclinação do tablier para o condutor e o posicionamento da manete das velocidades num patamar alto, o que é ergonómico e dá um toque desportivo sendo a secção central dominada pelo generoso ecrã tátil que alberga o sistema Honda Connect. Aí tecnologia não falta. A forma como se operam os comandos desse sistema e dos comandos do volante é muito completa, mas obriga a alguma habituação.

Galp
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A décima geração do Honda Civic, um dos modelos mais míticos da marca e um dos mais reconhecidos a nível mundial.
Pulmão samurai

Ao nível das melhores propostas

Voltemos, então, ao mais importante, do motor turbo 1.0 i-VTEC com 126 cv (que antes do “model year” 2018 tinha 129 cv). Numa palavra, é um motor referencial e ombreia com o motor Ford 1.0 Ecoboost com 125 cv. De facto, a utilização do motor Honda faz-nos pensar se não se trata de um motor com cilindrada 1.4 ou 1.5 (se não superior). Passada uma primeira barreira das 2000 rpm, o motor segue sempre a bom ritmo até ao red line. Aliás, se associarmos à condução um bom trabalho na bem escalonada caixa de velocidades, conseguimos números que quase (sublinhe-se o quase) aproximam o modelo de um desportivo. Os 10,8 segundos dos zero aos 100 km/h e 203 km/h de velocidade máxima que a marca a anuncia dizem bem do patamar acima de um vulgar “mil”. Em curva, o desempenho merece, também, boa nota. De facto, o chassis desde Civic é de tal forma robusto que é muito difícil colocar o veículo em “apuros” em estradas sinuosas. Tudo isto sempre com serenidade. Para essa serenidade contribui muito o silêncio do motor e a insonorização do modelo. Os consumos de gasolina ficam, com algum cuidado, no circuito misto, abaixo de 7 l/100 km. Trata-se de um valor razoável para um motor a gasolina num automóvel destas dimensões. O Honda Civic 1.0 i-VTEC é proposto por preços entre 23 825,00€ e 30 625,00€ com caixa manual (conduzimos a Dynamic Connect Navi, que tem um PVP de 28 300,00€) e entre 28 225,00€ e 31 950,00€ com caixa automática CVT. Mesmo tendo em conta a campanha em curso de 2250,00€ de desconto se associada a compra a financiamento, é um valor elevado face à média da concorrência. Porém, os clientes Honda nunca escolheram a marca pelo fator preço. De notar que a marca tem sete anos de garantia sem limite de km e sete anos de assistência em viagem.