Campanhas
CHANGAN * LEAPMOTOR * CITROEN * TOYOTA * XPENG * BYD * PEUGEOT * OPEL * JEEP * HONDA * HYUNDAI * KIA
Campanhas
Close icon
Hamburguer Menu
Guia do Automóvel - Logo

Clio VI: Um Novo Capítulo, sem nostalgia mas mais Clio que nunca

De geração em geração, o Clio mostrou que a idade não precisa tirar a malícia. Com a sexta versão, o urbano francês ganhou músculos tecnológicos, design atrevido e um interior que parece saído de outro segmento, mas continua com o mesmo charme de sempre: pronto para qualquer desafio da cidade, com aquele sorriso desafiador no capot.

Catarina Resende
Catarina Resende
Clio VI: Um Novo Capítulo, sem nostalgia mas mais Clio que nunca

Desde 1990 que o Clio anda a baralhar contas e a subir a fasquia. O primeiro foi um verdadeiro atrevido: pequeno por fora, senhor respeitável por dentro. “Tout d’une grande”, diziam os franceses, e não era conversa fiada. Era o miúdo da turma que jogava na equipa dos mais velhos e não ficava nada mal na fotografia.

O Clio II veio com linhas mais redondas, formando quase um casulo com rodas. Pensava-se nele como um porto seguro, confortável, ideal para quem queria tudo simples e bem feito. Já o Clio III vestiu fato e gravata: melhor qualidade, mais tecnologia e aquele salto de estatuto que fez muita concorrência engolir em seco.

Depois chegou o Clio IV, que decidiu ser bonito sem pedir licença. Linhas sensuais, atitude confiante e uma clara mensagem: “sim, sou utilitário, mas olho no espelho com orgulho”. O Clio V pegou nessa estética e juntou-lhe o mundo digital: ecrãs maiores, conectividade a sério e a estreia em força da solução híbrida E-Tech, que rapidamente se tornou um sucesso de vendas.

Galp
Galp
E agora, o Clio VI. Se as gerações anteriores foram capítulos, esta parece uma nova edição revista e aumentada.
Clio VI: Um Novo Capítulo, sem nostalgia mas mais Clio que nunca

Cresceu em presença, afinou proporções e apresenta um design mais musculado e mais assertivo. Por dentro o salto é ainda mais evidente: o sistema OpenR Link com Google integrado traz para este segmento funcionalidades que antes viviam em patamares mais altos. É o Clio a fazer de adulto… mas daqueles bem-dispostos.

Debaixo do capot, a conversa também mudou de tom. No topo da gama está o full hybrid E-Tech de 160 cv, desenvolvido para oferecer desempenho e eficiência sem compromissos, disponível a partir de 28.990€. Para os fãs dos motores a gasolina mais tradicionais, o novo 1.0 TCe de 115 cv é a base da gama, com caixa manual ou automática EDC, a partir de 21.990€. E para quem quer poupar ainda mais sem complicações, a futura versão a GLP, ECO-G 120 GPL EDC está já no horizonte, prevista para chegar no próximo ano. Apesar de ser o mais eficiente da gama, o Clio full hybrid é também o modelo mais penalizado pelo ISV em Portugal. A estrutura fiscal portuguesa continua a centrar-se na cilindrada, penalizando motores maiores mesmo quando fazem parte de sistemas híbridos que reduzem consumos e emissões. No caso do Clio , isso traduz-se num desequilíbrio evidente: o híbrido paga 3.838€ de ISV, um valor 11 vezes superior ao da versão TCe.

A incoerência torna-se ainda mais visível quando comparada com o comportamento fiscal do novo motor 1.2 TCe: apesar de passar de um 1.0 para um 1.2, o aumento de imposto é de apenas 318€, evidenciando que, na prática, a legislação continua a favorecer motores puramente térmicos, mesmo quando são menos eficientes e mais poluentes.

Mas... Que não falte ajuda. Ou melhor, Ajudas à Condução

Com até 29 sistemas de assistência à condução, o novo Clio também prova que a segurança deixou de ser um luxo reservado aos “segmentos superiores”. Aqui, está tudo à mão, sem complicações nem moralismos tecnológicos. Experiência de Condução. Mais Clio que Nunca

Assumi o volante do novo Clio VI e a primeira sensação foi de “isto é familiar, mas atrevido”. Conduzi pelas estradas de Sintra onde, em cada curva, o Clio surpreendeu: firme, seguro e com uma suspensão a absorver as irregularidades do caminho com leveza.
Toda a tecnologia a bordo não está lá apenas para impressionar: funciona a favor do condutor. O modo Smart foi o que mais me despertou interesse. Pisamos o acelerador e o Clio percebe: muda para Sport sem pedir licença, garantindo uma resposta imediata. Desaceleramos e volta ao modo mais eficiente, poupando combustível sem esforço. É uma forma muito competente de se utilizar os modos de condução a favor da performance e da eficiência sem exigir do condutor nenhum controlo adicional.

O espaço a bordo é o expectável no segmento e permite uma viagem confortável a todos os ocupantes. Para transporte de mercadorias (leia-se sacos de compras, por exemplo), estão ao dispor até 391 litros na bagageira.

Se achas que, com esta mudança, o Clio perdeu a sua essência, deixa-me tranquilizar-te: o Clio está mais Clio do que nunca. Desde 1990, o segredo mantém-se: crescer com o tempo, ouvir o mercado e reinventar-se sem nunca perder identidade. Com quase 17 milhões de unidades vendidas em todo o mundo, este é um verdadeiro exemplo de longevidade automóvel.

Ler mais sobre o Novo Renault Clio.

Clio VI: Um Novo Capítulo, sem nostalgia mas mais Clio que nunca

De geração em geração, o Clio mostrou que a idade não precisa tirar a malícia. Com a sexta versão, o urbano francês ganhou músculos tecnológicos, design atrevido e um interior que parece saído de outro segmento, mas continua com o mesmo charme de sempre: pronto para qualquer desafio da cidade, com aquele sorriso desafiador no capot.

Catarina Resende
Catarina Resende
Clio VI: Um Novo Capítulo, sem nostalgia mas mais Clio que nunca

Desde 1990 que o Clio anda a baralhar contas e a subir a fasquia. O primeiro foi um verdadeiro atrevido: pequeno por fora, senhor respeitável por dentro. “Tout d’une grande”, diziam os franceses, e não era conversa fiada. Era o miúdo da turma que jogava na equipa dos mais velhos e não ficava nada mal na fotografia.

O Clio II veio com linhas mais redondas, formando quase um casulo com rodas. Pensava-se nele como um porto seguro, confortável, ideal para quem queria tudo simples e bem feito. Já o Clio III vestiu fato e gravata: melhor qualidade, mais tecnologia e aquele salto de estatuto que fez muita concorrência engolir em seco.

Depois chegou o Clio IV, que decidiu ser bonito sem pedir licença. Linhas sensuais, atitude confiante e uma clara mensagem: “sim, sou utilitário, mas olho no espelho com orgulho”. O Clio V pegou nessa estética e juntou-lhe o mundo digital: ecrãs maiores, conectividade a sério e a estreia em força da solução híbrida E-Tech, que rapidamente se tornou um sucesso de vendas.

Galp
Galp
E agora, o Clio VI. Se as gerações anteriores foram capítulos, esta parece uma nova edição revista e aumentada.
Clio VI: Um Novo Capítulo, sem nostalgia mas mais Clio que nunca

Cresceu em presença, afinou proporções e apresenta um design mais musculado e mais assertivo. Por dentro o salto é ainda mais evidente: o sistema OpenR Link com Google integrado traz para este segmento funcionalidades que antes viviam em patamares mais altos. É o Clio a fazer de adulto… mas daqueles bem-dispostos.

Debaixo do capot, a conversa também mudou de tom. No topo da gama está o full hybrid E-Tech de 160 cv, desenvolvido para oferecer desempenho e eficiência sem compromissos, disponível a partir de 28.990€. Para os fãs dos motores a gasolina mais tradicionais, o novo 1.0 TCe de 115 cv é a base da gama, com caixa manual ou automática EDC, a partir de 21.990€. E para quem quer poupar ainda mais sem complicações, a futura versão a GLP, ECO-G 120 GPL EDC está já no horizonte, prevista para chegar no próximo ano. Apesar de ser o mais eficiente da gama, o Clio full hybrid é também o modelo mais penalizado pelo ISV em Portugal. A estrutura fiscal portuguesa continua a centrar-se na cilindrada, penalizando motores maiores mesmo quando fazem parte de sistemas híbridos que reduzem consumos e emissões. No caso do Clio , isso traduz-se num desequilíbrio evidente: o híbrido paga 3.838€ de ISV, um valor 11 vezes superior ao da versão TCe.

A incoerência torna-se ainda mais visível quando comparada com o comportamento fiscal do novo motor 1.2 TCe: apesar de passar de um 1.0 para um 1.2, o aumento de imposto é de apenas 318€, evidenciando que, na prática, a legislação continua a favorecer motores puramente térmicos, mesmo quando são menos eficientes e mais poluentes.

Mas... Que não falte ajuda. Ou melhor, Ajudas à Condução

Com até 29 sistemas de assistência à condução, o novo Clio também prova que a segurança deixou de ser um luxo reservado aos “segmentos superiores”. Aqui, está tudo à mão, sem complicações nem moralismos tecnológicos. Experiência de Condução. Mais Clio que Nunca

Assumi o volante do novo Clio VI e a primeira sensação foi de “isto é familiar, mas atrevido”. Conduzi pelas estradas de Sintra onde, em cada curva, o Clio surpreendeu: firme, seguro e com uma suspensão a absorver as irregularidades do caminho com leveza.
Toda a tecnologia a bordo não está lá apenas para impressionar: funciona a favor do condutor. O modo Smart foi o que mais me despertou interesse. Pisamos o acelerador e o Clio percebe: muda para Sport sem pedir licença, garantindo uma resposta imediata. Desaceleramos e volta ao modo mais eficiente, poupando combustível sem esforço. É uma forma muito competente de se utilizar os modos de condução a favor da performance e da eficiência sem exigir do condutor nenhum controlo adicional.

O espaço a bordo é o expectável no segmento e permite uma viagem confortável a todos os ocupantes. Para transporte de mercadorias (leia-se sacos de compras, por exemplo), estão ao dispor até 391 litros na bagageira.

Se achas que, com esta mudança, o Clio perdeu a sua essência, deixa-me tranquilizar-te: o Clio está mais Clio do que nunca. Desde 1990, o segredo mantém-se: crescer com o tempo, ouvir o mercado e reinventar-se sem nunca perder identidade. Com quase 17 milhões de unidades vendidas em todo o mundo, este é um verdadeiro exemplo de longevidade automóvel.

Ler mais sobre o Novo Renault Clio.