Estratégias de eletrificação das marcas automóveis
Cada vez mais fabricantes automóveis se têm pronunciado acerca da sua posição em relação à eletrificação a propósito da mobilidade sustentabilidade. Veja que estratégias estão a seguir as mais diferentes marcas.

Grupo Toyota
A Toyota e a Lexus já se demonstraram preparadas para acelerar a estratégia de eletrificação, anunciando a chegada de 17 modelos em simultâneo, na maior apresentação de protótipos da história. Desde evoluções de modelos já existentes a veículos completamente novos destaca-se um SUV compacto do segmento C da parte da Toyota e pela Lexus o foco vai para o LF-Z Electrified. O grande objetivo do Grupo Toyota é de lançar 30 modelos totalmente elétricos até 3.5 e vender 3.5 milhões de veículos zero emissões, incluindo 1 milhão de modelos da Lexus. Para que ambas as marcas atinjam a neutralidade carbónica até 2035, o Grupo aumentou o investimento para o desenvolvimento de baterias de 3.9 mil milhões para 15.5 mil milhões de euros.
Grupo Volkswagen
O Grupo Volkswagen já estabeleceu as suas prioridades para a nova era elétrica. Nesse sentido, até 2030, marcas como a Volkswagen, Audi, Skoda, Bentley e Seat (...) verão a sua pegada de carbono reduzida em 30% por carro. No mesmo período, a quota de veículos a bateria deverá aumentar em 50%, enquanto que em 2040, praticamente 100% de todos os novos veículos deverão ser emissão zero. Até 2050, o Grupo pretende operar totalmente neutro do ponto de vista climático. A Audi, por exememplo, preconiza um total de 30 veículos eletrificados até 2025, dos quais 20 serão 100% elétricos. A Volkswagen reservou 73 mil milhões de euros para tecnologias futuras entre 2021 e 2025, representando 50% do total dos investimentos.
Stellantis
A Stellantis engloba marcas como a Opel, Citroen, Alfa Romeo, DS, Jeep, Fiat, Peugeot e Maserati. Todas estas marcas partilham a decisão e o compromisso de desenvolverem plataformas específicas e baterias com capacidades para autonomias superiores a 800 km, já na próxima década. Nos veículos mais pequenos, a Stellantis recorrerá à eCMP, já utilizada em modelos como o Peugeot e-208 ou o Opel Corsa-e, pelo menos até ao final do ano, em que será apresentada uma segunda geração desta plataforma. A nova geração deverá ser utilizada até 2026, altura em que será substituída por uma plataforma STLA Small cuja capacidade alcança os 500km de autonomia. Carlos Tavares acredita que, em 2025, 38% das vendas do grupo na Europa serão de veículos eletrificados. O plano estratégico prevê 75 modelos elétricos até 2030. “A Stellantis será a campeã da indústria na mitigação das alterações climáticas, tornando-se neutra em carbono até 2038, com uma redução de 50% até 2030”, afirma o Diretor Executivo.
Grupo Renault
O Grupo Renault não foge à regra no que toca a construir uma gama eletrificada suficientemente forte para o futuro verde que se aproxima. Até 2030, o Grupo Renault pretende laçar 10 modelos elétricos (sete dos quais Renault) com recurso a plataformas específicas para veículos elétricos. O plano estratégico E-ways pretende reforçar a vertente 100% elétrica e assim alcançar mais de 65% do volume total de vendas com veículos eletrificados já em 2025, subindo para os 90% até 2030. Isto engloba as malcas Renault, Dacia e Alpine. A partir de 2024, o Grupo Renault pretende incorporar novidades tecnológicas no seu motor elétrico para, dessa forma, melhorar a eficiência de utilização e reduzir os custos de produção.
BMW Group
Nos próximos anos, o BMW Group pretende continuar a expandir a estratégia de eletrificação e espera oferecer 25 modelos elétricos em 2023. No entanto, a marca acredita que o objetivo da neutralidade climática e mobilidade isenta de emissões só poderá ser atingida mediante uma variedade de tecnologias de condução elétricas. Neste sentido, e de modo a assegurarmos uma maior flexibilidade no que respeita às necessidades dos nossos clientes, a BMW continuará a seguir em frente com o nosso compromisso de desenvolver células de combustível de hidrogénio numa abordagem de tecnologia neutra. Em termos práticos, o BMW Group pretende reduzir em 80% as emissões de CO2 geradas pelos veículos até 2030 e descer 20% as emissões por veículos produzidos na cadeia de fornecimento do BMW Group. Apesar deste investimento e interesse pela mobilidade sustentável, a BMW não pretende desistir da produção dos motores a combustão (pelo menos para já). Em vez disso, a marca alemã continua a desenvolver motores a gasolina e diesel, incluindo versões de seis e oito cilindros.
Mercedes-Benz
Elétrica onde isso for possível. É mais ou menos este o lema que a Mercedes-Benz pretende seguir. Até 2030, a marca pretende ser totalmente elétrica, pelo menos nos mercados que o permitirem. Além disso, a Mercedes prevê reduzir a pegada de carbono em mais de 50% por modelo, ao longo do seu ciclo de vida. Até que o grande objetivo de se tornar 100% elétrica até 2030, a Mercedes quer que em 2025 50% das suas vendas correspondam a modelos elétricos e híbridos plug-in.
Grupo Toyota
A Toyota e a Lexus já se demonstraram preparadas para acelerar a estratégia de eletrificação, anunciando a chegada de 17 modelos em simultâneo, na maior apresentação de protótipos da história. Desde evoluções de modelos já existentes a veículos completamente novos destaca-se um SUV compacto do segmento C da parte da Toyota e pela Lexus o foco vai para o LF-Z Electrified. O grande objetivo do Grupo Toyota é de lançar 30 modelos totalmente elétricos até 3.5 e vender 3.5 milhões de veículos zero emissões, incluindo 1 milhão de modelos da Lexus. Para que ambas as marcas atinjam a neutralidade carbónica até 2035, o Grupo aumentou o investimento para o desenvolvimento de baterias de 3.9 mil milhões para 15.5 mil milhões de euros.
Grupo Volkswagen
O Grupo Volkswagen já estabeleceu as suas prioridades para a nova era elétrica. Nesse sentido, até 2030, marcas como a Volkswagen, Audi, Skoda, Bentley e Seat (...) verão a sua pegada de carbono reduzida em 30% por carro. No mesmo período, a quota de veículos a bateria deverá aumentar em 50%, enquanto que em 2040, praticamente 100% de todos os novos veículos deverão ser emissão zero. Até 2050, o Grupo pretende operar totalmente neutro do ponto de vista climático. A Audi, por exememplo, preconiza um total de 30 veículos eletrificados até 2025, dos quais 20 serão 100% elétricos. A Volkswagen reservou 73 mil milhões de euros para tecnologias futuras entre 2021 e 2025, representando 50% do total dos investimentos.
Stellantis
A Stellantis engloba marcas como a Opel, Citroen, Alfa Romeo, DS, Jeep, Fiat, Peugeot e Maserati. Todas estas marcas partilham a decisão e o compromisso de desenvolverem plataformas específicas e baterias com capacidades para autonomias superiores a 800 km, já na próxima década. Nos veículos mais pequenos, a Stellantis recorrerá à eCMP, já utilizada em modelos como o Peugeot e-208 ou o Opel Corsa-e, pelo menos até ao final do ano, em que será apresentada uma segunda geração desta plataforma. A nova geração deverá ser utilizada até 2026, altura em que será substituída por uma plataforma STLA Small cuja capacidade alcança os 500km de autonomia. Carlos Tavares acredita que, em 2025, 38% das vendas do grupo na Europa serão de veículos eletrificados. O plano estratégico prevê 75 modelos elétricos até 2030. “A Stellantis será a campeã da indústria na mitigação das alterações climáticas, tornando-se neutra em carbono até 2038, com uma redução de 50% até 2030”, afirma o Diretor Executivo.
Grupo Renault
O Grupo Renault não foge à regra no que toca a construir uma gama eletrificada suficientemente forte para o futuro verde que se aproxima. Até 2030, o Grupo Renault pretende laçar 10 modelos elétricos (sete dos quais Renault) com recurso a plataformas específicas para veículos elétricos. O plano estratégico E-ways pretende reforçar a vertente 100% elétrica e assim alcançar mais de 65% do volume total de vendas com veículos eletrificados já em 2025, subindo para os 90% até 2030. Isto engloba as malcas Renault, Dacia e Alpine. A partir de 2024, o Grupo Renault pretende incorporar novidades tecnológicas no seu motor elétrico para, dessa forma, melhorar a eficiência de utilização e reduzir os custos de produção.
BMW Group
Nos próximos anos, o BMW Group pretende continuar a expandir a estratégia de eletrificação e espera oferecer 25 modelos elétricos em 2023. No entanto, a marca acredita que o objetivo da neutralidade climática e mobilidade isenta de emissões só poderá ser atingida mediante uma variedade de tecnologias de condução elétricas. Neste sentido, e de modo a assegurarmos uma maior flexibilidade no que respeita às necessidades dos nossos clientes, a BMW continuará a seguir em frente com o nosso compromisso de desenvolver células de combustível de hidrogénio numa abordagem de tecnologia neutra. Em termos práticos, o BMW Group pretende reduzir em 80% as emissões de CO2 geradas pelos veículos até 2030 e descer 20% as emissões por veículos produzidos na cadeia de fornecimento do BMW Group. Apesar deste investimento e interesse pela mobilidade sustentável, a BMW não pretende desistir da produção dos motores a combustão (pelo menos para já). Em vez disso, a marca alemã continua a desenvolver motores a gasolina e diesel, incluindo versões de seis e oito cilindros.
Mercedes-Benz
Elétrica onde isso for possível. É mais ou menos este o lema que a Mercedes-Benz pretende seguir. Até 2030, a marca pretende ser totalmente elétrica, pelo menos nos mercados que o permitirem. Além disso, a Mercedes prevê reduzir a pegada de carbono em mais de 50% por modelo, ao longo do seu ciclo de vida. Até que o grande objetivo de se tornar 100% elétrica até 2030, a Mercedes quer que em 2025 50% das suas vendas correspondam a modelos elétricos e híbridos plug-in.
Grupo Toyota
A Toyota e a Lexus já se demonstraram preparadas para acelerar a estratégia de eletrificação, anunciando a chegada de 17 modelos em simultâneo, na maior apresentação de protótipos da história. Desde evoluções de modelos já existentes a veículos completamente novos destaca-se um SUV compacto do segmento C da parte da Toyota e pela Lexus o foco vai para o LF-Z Electrified. O grande objetivo do Grupo Toyota é de lançar 30 modelos totalmente elétricos até 3.5 e vender 3.5 milhões de veículos zero emissões, incluindo 1 milhão de modelos da Lexus. Para que ambas as marcas atinjam a neutralidade carbónica até 2035, o Grupo aumentou o investimento para o desenvolvimento de baterias de 3.9 mil milhões para 15.5 mil milhões de euros.
Grupo Volkswagen
O Grupo Volkswagen já estabeleceu as suas prioridades para a nova era elétrica. Nesse sentido, até 2030, marcas como a Volkswagen, Audi, Skoda, Bentley e Seat (...) verão a sua pegada de carbono reduzida em 30% por carro. No mesmo período, a quota de veículos a bateria deverá aumentar em 50%, enquanto que em 2040, praticamente 100% de todos os novos veículos deverão ser emissão zero. Até 2050, o Grupo pretende operar totalmente neutro do ponto de vista climático. A Audi, por exememplo, preconiza um total de 30 veículos eletrificados até 2025, dos quais 20 serão 100% elétricos. A Volkswagen reservou 73 mil milhões de euros para tecnologias futuras entre 2021 e 2025, representando 50% do total dos investimentos.
