Volkswagen Golf GTI TCR, o “mini-canhão”
O som característico do GTI, o handling ainda mais incisivo nas entradas de curva e uma capacidade de aceleração que faz um GOLF R arregaçar as mangas para não fazer má figura.

Vou direto ao assunto, este Volkswagen Golf GTI TCR é muito divertido. Ok, a produção vai terminar em breve para dar lugar à 8ª geração, mas cá entre nós, acaba bem. São 290 CV num 2.0 TSI com 370 Nm de binário máximo (disponível logo às 1,600 rpm).
Esta versão diferencia-se do seu ‘irmão’ GTI, no exterior, pelos detalhes em carbono e preto brilhante no para-choques frontal, no para-choques traseiro, nas saias laterais ou no aileron. Um destaque ainda para alguns elementos interiores que conferem algum requinte e que nos garantem uma melhor experiência a bordo deste Golf GTI TCR. Eu destacaria os bancos em alcântara, os apontamentos cromados, o painel de instrumentos digital e, claro, o enorme ecrã táctil montado na consola central.
Detalhe giro: Quando abrem a porta, uma luz emite para o chão a sigla TCR, só para o caso de se esquecerem.
Eu destacaria os bancos em alcântara, os apontamentos cromados, o painel de instrumentos digital e, claro, o enorme ecrã táctil montado na consola central.

Mas vamos ao que interessa, que é: Como é que ele se comporta? Brutalmente bem. O som característico do GTI, o handling ainda mais incisivo nas entradas de curva e uma capacidade de aceleração que faz um GOLF R arregaçar as mangas para não fazer má figura. São 5,6 segundos que nos separam dos 100 Km/h, em arranque parado e, a partir daí, o ponteiro sobe até aos 250 km/h, uma vez que este GTI TCR está limitado electronicamente, sendo que existe uma versão mais “refinada” que permite chegar aos 260km/h. A caixa automática DSG, de 7 velocidades, proporciona um “encaixe” perfeito, permitindo retirar ainda mais prazer na sua condução.
Acredito que o preço, são quase 60 mil euros na versão ensaiada, pode não ser o mais “simpático”. No entanto, trata-se de um modelo que certamente será alvo de coleção no futuro e que reúne, a meu ver, o melhor de dois mundos: um carro para ir buscar o pão à padaria no domingo de manhã e, simultaneamente, para ir ao Estoril desfrutar de um emocionante track day.
É uma bela forma de terminar o capitulo da 7ª geração do GOLF .







