Oficinas não facilitam na higienização
A pandemia de Covid-19 redobrou a atenção de todos em relação à higienização para procurar conter o contágio. Em face disso, as oficinas asseguram um protocolo com várias etapas do processo de entrega e levantamento das viaturas. O objetivo é garantir a segurança de clientes e colaboradores. .

A operação realizada pelas oficinas permite que o veículo seja higienizado e desinfetado. O cliente deixa o automóvel à entrada da oficina, havendo distância de dois metros e barreiras físicas com o rececionista. Depois, são colocados plásticos no banco do condutor por um operador com as mãos devidamente higienizadas. Esse operador limpa, depois, com álcool a 70% ou outro desinfetante aprovado pela DGS (conformes à norma EN 14476, ou seja, eficazes à eliminação do vírus), os comandos mais usados, tais como tablier, volante, manete da caixa de velocidades, travão de mão ou, entre outros, os comutadores de luzes e “piscas”. Uma vez efetuada essa limpeza, são colocados plásticos no volante, travão de mão e seletor de velocidade e a intervenção técnica que levou o automóvel à oficina é realizada. Após o serviço, o veículo é colocado no ponto onde será entregue ao cliente e volta a haver desinfeção dos componentes antes higienizados veículo e são retirados os plásticos (com nova desinfeção de volante, travão de mão e manete da caixa de velocidades). Só então é que a viatura é entregue ao utilizador.
Para garantir a segurança de clientes e colaboradores o sector oficinal teve que redobrar os cuidados.
Máquinas de ozono ganham importância
Em alguns reparadores há lugar à limpeza com máquinas de ozono, em complemento à higienização “física”. Estudos indicam que o coronavírus não resiste ao ozono, tal como outros vírus da mesma família, como o SARS e o MERS. Um sistema portátil que transforma o oxigénio (O2) no habitáculo do veículo em ozono (O3) permite eliminar bactérias, ácaros, vírus e micróbios em poucos minutos





