Polestar e Universidade de Oxford querem provar que os elétricos também emocionam
O SDG Impact Lab da University of Oxford e a Polestar anunciaram o lançamento de um estudo-piloto focado em explorar se o prazer de condução pode ser definido e medido cientificamente. Esta colaboração marca o início de um esforço conjunto para investigar de que forma o prazer de conduzir pode ser compreendido através de sinais mensuráveis do cérebro e do corpo.

À medida que os automóveis elétricos se tornam cada vez mais comuns, os tradicionais parâmetros de desempenho perdem relevância. A Polestar e o SDG Impact Lab da Universidade de Oxford estão, por isso, a explorar uma definição mais significativa de performance moderna, que reflita as qualidades emocionais e experienciais da condução.
O estudo-piloto aborda uma questão de investigação complexa que reúne conhecimentos de engenharia e psicologia experimental. Seis bolseiros sénior de inovação, atualmente a frequentar doutoramentos na Universidade de Oxford, foram recrutados para conduzir esta investigação, trabalhando em conjunto como uma equipa multidisciplinar, apoiada por académicos seniores da universidade, combinando rigor académico com a experiência automóvel da Polestar .
O estudo irá analisar respostas fisiológicas, cognitivas e comportamentais enquanto os participantes conduzem um Polestar de alta performance. Ao analisar a atividade cerebral em conjunto com dados biométricos e comportamentais, a investigação pretende determinar se as sensações associadas à emoção da condução podem ser observadas, analisadas e quantificadas.
Em conjunto, os parceiros estão a desafiar a ideia tradicional de que a emoção ao volante depende do som do motor, investigando antes de que forma a eletrificação pode abrir caminho a novas abordagens no desenvolvimento da performance automóvel.
O estudo pretende também identificar formas de influenciar a narrativa global em torno do comportamento do consumidor e da perceção da performance dos veículos elétricos, apoiando a transição ecológica. A investigação demonstra o forte compromisso de ambas as entidades com a sustentabilidade e a mudança positiva.
Christian Samson, afirma: “Na Polestar já provámos ser uma referência em design e sustentabilidade. Agora é altura de liderarmos também na performance, desafiando a ideia de que a aceleração em linha reta deve ser a medida padrão da emoção de condução.”
Desde a sua criação, a Polestar tem procurado oferecer uma visão mais holística da performance, trabalhando com os melhores parceiros para proporcionar uma experiência de condução que vá além dos números de aceleração em linha reta. Recentemente, a marca lançou o seu modelo mais focado em performance até à data - o Polestar 5. Este Grand Tourer de quatro portas é construído sobre a plataforma Polestar Performance Architecture, utilizando alumínio colado para reduzir o peso e proporcionar respostas mais precisas em andamento. Sistemas sofisticados de controlo de tração, suspensão, travagem e pneus desenvolvidos especificamente para o modelo contribuem para a sensação ao volante.
Christian Samson, afirma: “A abordagem científica desta investigação promete benefícios reais para os nossos clientes, uma vez que os dados poderão ser utilizados pela nossa equipa de engenharia como uma camada adicional de afinação da dinâmica e dos atributos de performance dos nossos automóveis.”
A decorrer entre 9 de março e 31 de julho de 2026, o estudo incluirá testes de veículos no circuito Gotland Ring durante o mês de junho. Os resultados deverão ser apresentados no outono de 2026, num evento dedicado na Universidade de Oxford.





