Experimentámos o novo Nissan Juke
Conduzi o novo Nissan Juke, e fiquei surpreendido. Com o seu design característico que tantos amam e muitos outros odeiam, destaca-se pelo conforto, agilidade e resposta do motor.

O novo Nissan Juke surge com uma maturidade evidente e argumentos sólidos, destacando-se pela resposta eficaz do motor, boa relação peso/potência e elevada agilidade. O conforto a bordo é notável, embora a versão a gasolina com caixa automática revele consumos acima do esperado.
O design mantém-se distintivo e está agora ainda mais apelativo, com dimensões aumentadas que resultam num habitáculo mais espaçoso - tanto para os passageiros como para a bagageira.
Apesar da muita concorrência, o Nissan Juke tem argumentos para se bater com os melhores, nomeadamente Toyota C-HR, Hyundai Kauai, Ford Puma, Volkswagen Taigo, Skoda Kamiq e Seat Arona.
Relativamente ao motor 1.0 litros a gasolina, de 114 cavalos, que serve de base às versões de entrada, o Juke é capaz de atingir os 180 Km/h e demora mais de 10 segundos até aos 100 km/h.
Mas o destaque no Juke vai para a opção mais recente, um full-hybrid (HEV). Um motor de combustão, de origem Nissan, de nova geração, que debita 94 cavalos, associado a um motor elétrico, também de origem Nissan , de 49 cavalos. O Sistema usa ainda um gerador de alta voltagem de 15 KW, de origem Renault e uma bateria refrigerada a líquido, de 1,2 KWh. Permite usar o motor elétrico em exclusivo, em velocidades até 55 Km/h e, em percursos urbanos, o Juke consegue reduzir os consumos em 40%.
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