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Percorremos a história de sucesso do Renault Clio a bordo das 5 gerações

Meio milhão de unidades vendidas e 33 anos de Renault Clio em solo português. É quase caso para dizer: Quem não tiver um Clio, que espere.

Catarina Resende
Catarina Resende
Percorremos a história de sucesso do Renault Clio a bordo das 5 gerações

O Renault Clio tem-se destacado como um dos preferidos dos portugueses já desde 1990 ou não tivesse sido líder de vendas 12 anos e ter estado 25 vezes no pódio dos mais vendidos. Mas, deixemos os números à parte porque o que vos tenho para contar explica melhor ainda o sucesso deste modelo.

A probabilidade de juntarmos o Clio I, II, III, IV e o mais recente Clio V no mesmo local é relativamente baixa. Porém, contra todas as probabilidades, estivemos olhos nos olhos com o passado e o presente do Clio para agora recuarmos no tempo. Vamos a isto?

Xpeng G9
Xpeng G9
Do Clio I até aos dias de hoje
Percorremos a história de sucesso do Renault Clio a bordo das 5 gerações

O Renault Clio I foi comercializado entre 1990 e 1998. Até 2023, foram vendidas 172.258 unidades deste modelo que desde cedo se tornou popular. A versão com que tivemos contacto é ainda mais especial, o Clio Williams. Vendido na Europa na década de 90, este é um verdadeiro Clio de Fórmula 1 com um motor 2.0 aspirado de 147 cv. Arrisco-me a dizer que feliz daquele que ainda tem um na garagem.

De abril de 1998 e setembro de 2005, o Clio II foi a segunda geração mais vendida em Portugal e, por isso, uma das mais populares nas estradas portuguesas.

A terceira geração do Clio abraça o período entre 2005 e 2012 e abraça, sobretudo, a garagem de 65.107 portugueses que, em novembro de 2012 viram chegar o Clio IV para conquistar 79.263 novos donos.

E chegamos aos dias de hoje, ao Clio V. Dito assim parece um feito simples o que, apesar da Renault transmitir essa sensação, tenho plena consciência de que não é verdade. Manter um modelo interessante o suficiente para permanecer no mercado 33 anos com o sucesso do Clio é um desafio constante. Corresponder às necessidades da sociedade em diferentes épocas é caminhar num limbo entre o êxito e o fracasso. Clio V. Uma mão cheia de argumentos

O Renault Clio V continua num dos segmentos mais importantes da indústria automóvel. O design é bastante moderno e consegue ser atraente para condutores de todas as idades e géneros.

Destaque para a grelha dianteira com um degradê que converge no logotipo da Renault que assume um maior realce ao centro. As linhas da carroçaria conferem um aspeto dinâmico e, nos modelos Esprit Alpine, a assinatura desportiva é ainda mais reforçada.
No interior do Clio é evidente a praticidade e o carácter funcional de todos os elementos. O conforto a bordo é também garantido em qualquer um dos bancos dianteiros ou traseiros (testados e aprovados por mim, com 1.72m de altura e um nível médio de claustrofobia).

A nova gama do Clio apresenta três versões bem equipadas: Evolution, Techno e Esprit Alpine .

A variedade de opções de motores é abrangente, oferecendo opção híbrida, bi-fuel (gasolina e GPL), gasolina ou diesel. Um destaque notável do novo Clio é o sistema de propulsão totalmente híbrido E-Tech de 145 cv, proporcionando um desempenho de qualidade e eficiência económica, com um consumo de 4,2 litros por 100 km. Experiência de Condução

Durante dois dias, em estradas que unem o Porto ao Gerês e ainda um pezinho fora de Portugal, fui variando entre o volante e o banco do passageiro do Renault Clio para uma experiência de mão cheia.

Em termos de experiência de condução, este Clio oferece-nos conforto e suavidade, sem grandes surpresas. Não é o mais desportivo do segmento mas é um dos que melhor equilibra os elementos performance, conforto e consumos na balança. Isto porque estamos a falar de consumos que rondam os 5.3l/100km no caso da versão TCe 90. No geral e apesar da curta experiência que tive, rapidamente se percebe o porquê da popularidade deste modelo. No fundo, é uma aposta segura a partir dos 19,405.20€.

Percorremos a história de sucesso do Renault Clio a bordo das 5 gerações

Meio milhão de unidades vendidas e 33 anos de Renault Clio em solo português. É quase caso para dizer: Quem não tiver um Clio, que espere.

Catarina Resende
Catarina Resende
Percorremos a história de sucesso do Renault Clio a bordo das 5 gerações

O Renault Clio tem-se destacado como um dos preferidos dos portugueses já desde 1990 ou não tivesse sido líder de vendas 12 anos e ter estado 25 vezes no pódio dos mais vendidos. Mas, deixemos os números à parte porque o que vos tenho para contar explica melhor ainda o sucesso deste modelo.

A probabilidade de juntarmos o Clio I, II, III, IV e o mais recente Clio V no mesmo local é relativamente baixa. Porém, contra todas as probabilidades, estivemos olhos nos olhos com o passado e o presente do Clio para agora recuarmos no tempo. Vamos a isto?

Galp
Galp
Do Clio I até aos dias de hoje
Percorremos a história de sucesso do Renault Clio a bordo das 5 gerações

O Renault Clio I foi comercializado entre 1990 e 1998. Até 2023, foram vendidas 172.258 unidades deste modelo que desde cedo se tornou popular. A versão com que tivemos contacto é ainda mais especial, o Clio Williams. Vendido na Europa na década de 90, este é um verdadeiro Clio de Fórmula 1 com um motor 2.0 aspirado de 147 cv. Arrisco-me a dizer que feliz daquele que ainda tem um na garagem.

De abril de 1998 e setembro de 2005, o Clio II foi a segunda geração mais vendida em Portugal e, por isso, uma das mais populares nas estradas portuguesas.

A terceira geração do Clio abraça o período entre 2005 e 2012 e abraça, sobretudo, a garagem de 65.107 portugueses que, em novembro de 2012 viram chegar o Clio IV para conquistar 79.263 novos donos.

E chegamos aos dias de hoje, ao Clio V. Dito assim parece um feito simples o que, apesar da Renault transmitir essa sensação, tenho plena consciência de que não é verdade. Manter um modelo interessante o suficiente para permanecer no mercado 33 anos com o sucesso do Clio é um desafio constante. Corresponder às necessidades da sociedade em diferentes épocas é caminhar num limbo entre o êxito e o fracasso. Clio V. Uma mão cheia de argumentos

O Renault Clio V continua num dos segmentos mais importantes da indústria automóvel. O design é bastante moderno e consegue ser atraente para condutores de todas as idades e géneros.

Destaque para a grelha dianteira com um degradê que converge no logotipo da Renault que assume um maior realce ao centro. As linhas da carroçaria conferem um aspeto dinâmico e, nos modelos Esprit Alpine, a assinatura desportiva é ainda mais reforçada.
No interior do Clio é evidente a praticidade e o carácter funcional de todos os elementos. O conforto a bordo é também garantido em qualquer um dos bancos dianteiros ou traseiros (testados e aprovados por mim, com 1.72m de altura e um nível médio de claustrofobia).

A nova gama do Clio apresenta três versões bem equipadas: Evolution, Techno e Esprit Alpine .

A variedade de opções de motores é abrangente, oferecendo opção híbrida, bi-fuel (gasolina e GPL), gasolina ou diesel. Um destaque notável do novo Clio é o sistema de propulsão totalmente híbrido E-Tech de 145 cv, proporcionando um desempenho de qualidade e eficiência económica, com um consumo de 4,2 litros por 100 km. Experiência de Condução

Durante dois dias, em estradas que unem o Porto ao Gerês e ainda um pezinho fora de Portugal, fui variando entre o volante e o banco do passageiro do Renault Clio para uma experiência de mão cheia.

Em termos de experiência de condução, este Clio oferece-nos conforto e suavidade, sem grandes surpresas. Não é o mais desportivo do segmento mas é um dos que melhor equilibra os elementos performance, conforto e consumos na balança. Isto porque estamos a falar de consumos que rondam os 5.3l/100km no caso da versão TCe 90. No geral e apesar da curta experiência que tive, rapidamente se percebe o porquê da popularidade deste modelo. No fundo, é uma aposta segura a partir dos 19,405.20€.