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Vitória híbrida

A Toyota pretende, com a recente 12ª geração do Corolla dar cartas no segmento C. Ao longo dos últimos 11 anos, o nome Corolla apenas foi usado na Europa na versão Sedan do Auris (que assegurava as variantes cinco portas e carrinha). O novo Toyota Corolla, que recorre à recém-adotada plataforma GA-C da Nova Arquitetura Global Toyota (TNGA), assegura as três versões: Sedan, Hatchback e Touring Sports. A base TNGA dá, segundo a marca, prioridade aos mais altos padrões de segurança ativa e passiva, a que se juntam os sistemas e funções da mais recente tecnologia Toyota Safety Sense (sistema de pré-colisão, cruise control adaptativo e alerta de mudança de faixa são alguns exemplos).

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Vitória híbrida

Sem motores Diesel, a nova gama Corolla expande ainda mais a oferta de híbridos. O Hatchback e a Touring Sports foram os primeiros modelos da marca (entretanto juntou-se-lhes o CH-R) a permitirem optar entre dois propulsores eletrificados com a tecnologia: um aperfeiçoado de 1.8 litros com 122 cv ou uma nova unidade de 2.0 litros com 180 cv. Além disso, o Sedan está, pela primeira vez, disponível com o motor híbrido 1.8. A oferta em Portugal é completada por uma motorização convencional a gasolina, o 1.2 turbo de 116 cv, no Hatchback e na Touring Sports (em outros mercados que não o português o Sedan pode ter motor a gasolina de 1,6 litros e 132 cv). Os preços do Toyota Corolla variam entre 22 103,00€ e 41 330,00€.

Galp
Galp
O consumo médio ficou-se por 4,9 litros aos 100 km.
Vitória híbrida

Sistema híbrido nunca esteve melhor

A Toyota está a apostar tudo nas variantes híbridas. Tivemos a oportunidade de conduzir a versão que deverá ser central nas vendas Corolla em Portugal, a 1.8 Hybrid, na versão de carroçaria Touring Sports. Mal se entra no modelo, nota-se a evolução do design. Se a montagem já era uma característica da marca, o novo Corolla também avança na qualidade aparente e no visual europeu, a ponto do relógio já não ser o típico “Casio” digital com que a marca nipónica dotou vários dos seus modelos ao longo dos anos. Também o espaço e o conforto de condutores e passageiros alinha pelas melhores propostas do segmento. A bagageira tem 598 litros de capacidade. Em sentido contrário, um ponto a rever (pelo menos na unidades que conduzimos) é a ausência de sensores de estacionamento à frente e o facto da câmara auxiliar traseira não ter avisos sonoros (apenas guias visuais). Num modelo em que são introduzidas tecnologias como o aviso de mudança de faixa e cruise control adaptativo, entre outras, será algo fácil – mas importante – de rever pela casa japonesa. Voltemos, porém, ao sistema híbrido, que é o que mais impressiona no modelo. Se as primeiras versões do sistema híbrido da Toyota , lançado no fim dos anos 1990, era mais “ríspidas” na passagem do motor elétrico ao de combustão, as mais recente geração da tecnologia prima pela suavidade e pela eficiência. Quando o motor a combustão entra em funcionamento, o “sinal” de tal mudança nunca foi tão discreto (na medida do que possível, claro está). Até a caixa CVT (sigla inglesa para caixas de variação contínua) se torna menos “intrusiva” nos ouvidos do condutor quando se circula a ritmos mais acelerados. Sim, porque esta versão permite uma condução (como é hábito nos híbridos Toyota , há o modo Eco, Normal e Sport) mais “agressiva” se o condutor assim quiser. Para este espírito também contribui o facto da carroçaria estar 60% mais rígida do que no Auris. É, contudo, a ritmos mais ecoeficientes que a Toyota Corolla Touring Sports 1.8 Hybrid mostra todo o seu esplendor. De tal maneira que, nas faixas de 40 a 60 km/h, o modelo circula mais em modo elétrico do que a combustão, fazendo do epíteto “self-charging hybrid” (híbrido auto-carregável, numa tradução à letra) que a marca nipónica atribui aos seus mais recentes híbridos uma realidade. Ao longo dos pouco mais de 200 km em circulámos com o modelo, o consumo médio ficou-se por 4,9 litros aos 100 km. Trata-se de um valor impressionante para um modelo a gasolina, ainda mais nesta faixa de cilindrada e potência. Mais, na comparação apenas de consumo, colocando à parte os diferenciais de preços dos combustíveis, este nível eficiência consegue ser superior à de muitos Diesel “encartados” no mercado nacional.

Vitória híbrida

A Toyota pretende, com a recente 12ª geração do Corolla dar cartas no segmento C. Ao longo dos últimos 11 anos, o nome Corolla apenas foi usado na Europa na versão Sedan do Auris (que assegurava as variantes cinco portas e carrinha). O novo Toyota Corolla, que recorre à recém-adotada plataforma GA-C da Nova Arquitetura Global Toyota (TNGA), assegura as três versões: Sedan, Hatchback e Touring Sports. A base TNGA dá, segundo a marca, prioridade aos mais altos padrões de segurança ativa e passiva, a que se juntam os sistemas e funções da mais recente tecnologia Toyota Safety Sense (sistema de pré-colisão, cruise control adaptativo e alerta de mudança de faixa são alguns exemplos).

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Vitória híbrida

Sem motores Diesel, a nova gama Corolla expande ainda mais a oferta de híbridos. O Hatchback e a Touring Sports foram os primeiros modelos da marca (entretanto juntou-se-lhes o CH-R) a permitirem optar entre dois propulsores eletrificados com a tecnologia: um aperfeiçoado de 1.8 litros com 122 cv ou uma nova unidade de 2.0 litros com 180 cv. Além disso, o Sedan está, pela primeira vez, disponível com o motor híbrido 1.8. A oferta em Portugal é completada por uma motorização convencional a gasolina, o 1.2 turbo de 116 cv, no Hatchback e na Touring Sports (em outros mercados que não o português o Sedan pode ter motor a gasolina de 1,6 litros e 132 cv). Os preços do Toyota Corolla variam entre 22 103,00€ e 41 330,00€.

Galp
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O consumo médio ficou-se por 4,9 litros aos 100 km.
Vitória híbrida

Sistema híbrido nunca esteve melhor

A Toyota está a apostar tudo nas variantes híbridas. Tivemos a oportunidade de conduzir a versão que deverá ser central nas vendas Corolla em Portugal, a 1.8 Hybrid, na versão de carroçaria Touring Sports. Mal se entra no modelo, nota-se a evolução do design. Se a montagem já era uma característica da marca, o novo Corolla também avança na qualidade aparente e no visual europeu, a ponto do relógio já não ser o típico “Casio” digital com que a marca nipónica dotou vários dos seus modelos ao longo dos anos. Também o espaço e o conforto de condutores e passageiros alinha pelas melhores propostas do segmento. A bagageira tem 598 litros de capacidade. Em sentido contrário, um ponto a rever (pelo menos na unidades que conduzimos) é a ausência de sensores de estacionamento à frente e o facto da câmara auxiliar traseira não ter avisos sonoros (apenas guias visuais). Num modelo em que são introduzidas tecnologias como o aviso de mudança de faixa e cruise control adaptativo, entre outras, será algo fácil – mas importante – de rever pela casa japonesa. Voltemos, porém, ao sistema híbrido, que é o que mais impressiona no modelo. Se as primeiras versões do sistema híbrido da Toyota , lançado no fim dos anos 1990, era mais “ríspidas” na passagem do motor elétrico ao de combustão, as mais recente geração da tecnologia prima pela suavidade e pela eficiência. Quando o motor a combustão entra em funcionamento, o “sinal” de tal mudança nunca foi tão discreto (na medida do que possível, claro está). Até a caixa CVT (sigla inglesa para caixas de variação contínua) se torna menos “intrusiva” nos ouvidos do condutor quando se circula a ritmos mais acelerados. Sim, porque esta versão permite uma condução (como é hábito nos híbridos Toyota , há o modo Eco, Normal e Sport) mais “agressiva” se o condutor assim quiser. Para este espírito também contribui o facto da carroçaria estar 60% mais rígida do que no Auris. É, contudo, a ritmos mais ecoeficientes que a Toyota Corolla Touring Sports 1.8 Hybrid mostra todo o seu esplendor. De tal maneira que, nas faixas de 40 a 60 km/h, o modelo circula mais em modo elétrico do que a combustão, fazendo do epíteto “self-charging hybrid” (híbrido auto-carregável, numa tradução à letra) que a marca nipónica atribui aos seus mais recentes híbridos uma realidade. Ao longo dos pouco mais de 200 km em circulámos com o modelo, o consumo médio ficou-se por 4,9 litros aos 100 km. Trata-se de um valor impressionante para um modelo a gasolina, ainda mais nesta faixa de cilindrada e potência. Mais, na comparação apenas de consumo, colocando à parte os diferenciais de preços dos combustíveis, este nível eficiência consegue ser superior à de muitos Diesel “encartados” no mercado nacional.

Peugeot 208
Desde 19.475€*
Irresistível e divertido de conduzir. Poupa: 3.750€* | Antes: 23.225€ | Depois 19.475€* |
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