Ilhas e cidades onde NÃO existem carros
Pelo mundo fora ainda existe locais onde os carros não são bem-vindos. Seja por preocupações ambientais ou pela saúde mental de quem lá habita, nestas ilhas e cidades, não circulam automóveis.

Ilha de Mackinac. 115 anos sem carros
Foi por interesse dos moradores que os veículos automóveis foram banidos de Mackinac, considerando-os verdadeiros "monstros mecânicos". Atualmente, a ilha permanece sem carros, à excessão de dois que são utilizados em casos de emergência. A sua costa convida a população a passear a pé ou de bicicleta aproveitando o silêncio e a natureza.
Hydra. Só para burros (infelizmente)
Em Hydra, uma ilha grega do grupo das ilhas Sarónicas, não é permitida a entrada a viaturas automóveis. Nada de carros, mas também nada de motos ou bicicletas. Para transporte pode contar consigo mesmo ou com animais de carga que, infelizmente, são utilizados para carregar pessoas e mercadorias. Além disso, são cada vez mais os barcos-táxis que acabam por quebrar a tranquilidade da ausência dos carros.
Giethoorn. A pitoresca aldeia holandesa
Giethoorn é uma pequena aldeia nos Países Baixos onde a tranquilidade é palavra de ordem. O silêncio denuncia a ausência de carros. Não existem estradas e, por isso, os habitantes circulam por via de bicicletas, a pé ou de barco. A ligar casas de campo com telhados de colmo, só as pontes pedestres que cruzam o labirinto de canais.
Ilha de Sark. Um microestado europeu
A Ilha de Sark situa-se no Canal da Mancha. Este microestado europeu de língua inglesa é considerado um paraíso verde. Não se ouvem buzinhas nem se sentem vidas apressadas. Os habitantes circulam pelos 5.5. km2 de bicicleta, carroça ou a cavalo, tudo menos de automóvel. Livres de carros, os habitantes são também livres de stress, poluição e impostos excessivos.
Ilha de Paquetá. A Paz do Brasil
Ilha de Paquetá, ilha pacata. Por lá o tempo não passou e as ruas nunca viram asfalto nem prédios enormes. O principal meio de transporte é a bicicleta, a pé ou os cavalos. Apenas veículos de serviços públicos podem ser vistos pela ilha. A pedalar, demorará apenas 1 hora para conhecer esta tranquila ilha de onde pode avistar o Rio.
Zermatt. Tranquilidade dos Alpes
Comboio, shuttle eletrico, a pé ou de bicicleta. Estas são as únicas formas de se movimentar dentro da cidade de Zermatt, na Suiça. Quem possui carro deve deixá-lo a 5km da cidade, no vilarejo de Tasch. Esta medida favorece a purificação do ar e a tranquilidade tanto dos habitantes como de quem visita a cidade. Facto curioso, dos 5.500 habitantes, cerca de 1.500 são estrangeiros e quase todos portugueses.
Ilha de Mackinac. 115 anos sem carros
Foi por interesse dos moradores que os veículos automóveis foram banidos de Mackinac, considerando-os verdadeiros "monstros mecânicos". Atualmente, a ilha permanece sem carros, à excessão de dois que são utilizados em casos de emergência. A sua costa convida a população a passear a pé ou de bicicleta aproveitando o silêncio e a natureza.
Hydra. Só para burros (infelizmente)
Em Hydra, uma ilha grega do grupo das ilhas Sarónicas, não é permitida a entrada a viaturas automóveis. Nada de carros, mas também nada de motos ou bicicletas. Para transporte pode contar consigo mesmo ou com animais de carga que, infelizmente, são utilizados para carregar pessoas e mercadorias. Além disso, são cada vez mais os barcos-táxis que acabam por quebrar a tranquilidade da ausência dos carros.
Giethoorn. A pitoresca aldeia holandesa
Giethoorn é uma pequena aldeia nos Países Baixos onde a tranquilidade é palavra de ordem. O silêncio denuncia a ausência de carros. Não existem estradas e, por isso, os habitantes circulam por via de bicicletas, a pé ou de barco. A ligar casas de campo com telhados de colmo, só as pontes pedestres que cruzam o labirinto de canais.
Ilha de Sark. Um microestado europeu
A Ilha de Sark situa-se no Canal da Mancha. Este microestado europeu de língua inglesa é considerado um paraíso verde. Não se ouvem buzinhas nem se sentem vidas apressadas. Os habitantes circulam pelos 5.5. km2 de bicicleta, carroça ou a cavalo, tudo menos de automóvel. Livres de carros, os habitantes são também livres de stress, poluição e impostos excessivos.
Ilha de Paquetá. A Paz do Brasil
Ilha de Paquetá, ilha pacata. Por lá o tempo não passou e as ruas nunca viram asfalto nem prédios enormes. O principal meio de transporte é a bicicleta, a pé ou os cavalos. Apenas veículos de serviços públicos podem ser vistos pela ilha. A pedalar, demorará apenas 1 hora para conhecer esta tranquila ilha de onde pode avistar o Rio.
Zermatt. Tranquilidade dos Alpes
Comboio, shuttle eletrico, a pé ou de bicicleta. Estas são as únicas formas de se movimentar dentro da cidade de Zermatt, na Suiça. Quem possui carro deve deixá-lo a 5km da cidade, no vilarejo de Tasch. Esta medida favorece a purificação do ar e a tranquilidade tanto dos habitantes como de quem visita a cidade. Facto curioso, dos 5.500 habitantes, cerca de 1.500 são estrangeiros e quase todos portugueses.
Ilha de Mackinac. 115 anos sem carros
Foi por interesse dos moradores que os veículos automóveis foram banidos de Mackinac, considerando-os verdadeiros "monstros mecânicos". Atualmente, a ilha permanece sem carros, à excessão de dois que são utilizados em casos de emergência. A sua costa convida a população a passear a pé ou de bicicleta aproveitando o silêncio e a natureza.
Hydra. Só para burros (infelizmente)
Em Hydra, uma ilha grega do grupo das ilhas Sarónicas, não é permitida a entrada a viaturas automóveis. Nada de carros, mas também nada de motos ou bicicletas. Para transporte pode contar consigo mesmo ou com animais de carga que, infelizmente, são utilizados para carregar pessoas e mercadorias. Além disso, são cada vez mais os barcos-táxis que acabam por quebrar a tranquilidade da ausência dos carros.
