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Hyundai i20: em modo sniper

O i20 é a verdadeira arma da Hyundai para tomar de assalto o segmento dos utilitários (B). A anterior geração já tinha deixado o aviso, mas agora as aspirações são reforçadas e reúne argumentos, suficientes, para discutir um lugar de destaque, numa classe que por tradição sempre esteve a cargo de modelos europeus. A versão ensaiada, 1.0 T-GDi Style, que conta com uma lista de equipamento bem medida, está disponível a partir de 17 250,00€ (campanha de financiamento Cetelem), um dos “tiros” certeiros.

José Alves
José Alves
Hyundai i20: em modo sniper

A filosofia de design Sensuous Sportiness recém apresentada pela Hyundai “assenta como uma luva” no i20. A frente transmite aquela ideia de um pequeno desportivo… ainda sem ser a versão N. A grelha de generosas dimensões é um dos pontos fortes desta secção. Igual destaque para a “bossa” central que percorre todo o capot. O tejadilho em preto brilhante também ajuda nesta imagem mais ousada e na traseira destaque para a faixa de LED que atravessa toda a porta da bagageira e une os farolins.

Qualidade a bordo

A filosofia de design aplicada no exterior, também foi transportada para o habitáculo e perfeitamente capaz de atrair uma faixa de público mais jovem. Com a exceção dos comandos de climatização e mais um ou outro dispositivo de assistência à condução, tudo passou a ser digital. O painel de instrumentos de 10,25 polegadas, tem a particularidade “retro” de ser integralmente digital, mas com as informações, nomeadamente velocímetro e conta-rotações, a aparecerem numa configuração analógica, que alternam entre o tom azul no modo de condução Comfort e o vermelho quando optamos pelo Sport. i20 A dividir a consola central, entre o ecrã de 8 polegadas de infoentretenimento e os comandos de climatização, referência para a arquitetura das saídas centrais de ventilação, umas linhas paralelas longitudinais, com um efeito estético bem conseguido que percorre todo o tablier e ainda segue pelas portas onde se “escondem” as colunas áudio.

No que respeita à qualidade dos materiais, o i20 alinha pela média do segmento, com alguns plásticos mais duros do que seria desejado. Contudo, a qualidade de construção e a montagem dos componentes, não parecem suscitar motivos para muitas preocupações futuras. lado O espaço é uma das primeiras coisas que “salta à vista”. Cresceu 30 mm em largura, 5 mm em cumprimento e 10 mm na distância entre eixos, o que permitiu uma melhoria de 88 mm no espaço disponível para as pernas. Outro “extra” reside de facto de o túnel central ter uma presença muito discreta. Notas de conforto também apoiadas pelo facto do pilar C, mais inclinado sobre a traseira, não prejudicar o campo de visão lateral. Na frente referência para a ergonomia dos bancos, com um design a passar uma imagem desportiva. A nota máxima nesta matéria fica apenas beliscada pela ausência do apoio central de braço, que não está disponível em todas as versões, como é o caso do “nosso” Style. interior Comparativamente com a geração precedente, o espaço de carga aumentou 25 litros, passando agora para um total de 351 litros de capacidade e sob o piso há ainda espaço para a colocação de um pneu de emergência. Também aqui está linha da frente do segmento dos utilitários. mala A dotação de equipamento de série está bem ajustada à tabela de preços, nomeadamente no que respeita à assistência à condução. Neste caso destaque para sistema de travagem autónomo de emergência, sistema de manutenção de faixa de rodagem (com correção sem ser demasiado “precipitada”), sistema de alerta de velocidade máxima com reconhecimento de sinais de trânsito, câmara de estacionamento e sensores traseiros e até alerta de arranque do veículo da frente, isto quando nos distraímos com qualquer coisa quando o sinal está vermelho…

O sistema de infoentretenimento é de rápida adaptação e permite integração com Apple Carpaly ou Android Auto.

Galp
Galp
A versão 1.0 T-GDi Style é proposta a partir de 17 250,00€.
Hyundai i20: em modo sniper

Resposta dinâmica motor O bloco tricilíndrico turboalimentado, de 100cv, já não é propriamente uma novidade, mas continua perfeitamente à altura das exigências. Os 170 Nm de binário aparecem logo às 1500 rpm e o facto caixa manual de seis relações, ter um escalonamento a derivar para o “curto” contribui, consideravelmente, para uma boa resposta logo a partir dos regimes inferiores. Dados que contribuem para uma resposta eficiente no habitat urbano, mas mostra-se igualmente capaz nas tiradas mais longas, em estrada aberta. Em matéria de consumos, o primeiro impacto não foi o melhor, mas com o passar dos quilómetros e uma gestão mais cuidada entre a relação pedal do acelerador e caixa de velocidades, conseguiu-se uma média final de 5,8 litros. Durante muitos quilómetros ainda se rodou na casa dos 5,5 litros, mas “chamamento” do botão Sport e o nível de entusiasmo crescente, com uma resposta mais pronta do conjunto mecânico e uma direção a responder à altura “estragaram” ligeiramente a média.

A suspensão apresenta um comportamento equilibrado entre o conforto necessário e uma entrega mais rígida, quando assim é exigido, neste capítulo temos ainda que destacar o desempenho dos, também sul coreanos, Hankook Ventus Prime 3 de baixo perfil na medida 215/45/R17.

Hyundai i20: em modo sniper

O i20 é a verdadeira arma da Hyundai para tomar de assalto o segmento dos utilitários (B). A anterior geração já tinha deixado o aviso, mas agora as aspirações são reforçadas e reúne argumentos, suficientes, para discutir um lugar de destaque, numa classe que por tradição sempre esteve a cargo de modelos europeus. A versão ensaiada, 1.0 T-GDi Style, que conta com uma lista de equipamento bem medida, está disponível a partir de 17 250,00€ (campanha de financiamento Cetelem), um dos “tiros” certeiros.

José Alves
José Alves
Hyundai i20: em modo sniper

A filosofia de design Sensuous Sportiness recém apresentada pela Hyundai “assenta como uma luva” no i20. A frente transmite aquela ideia de um pequeno desportivo… ainda sem ser a versão N. A grelha de generosas dimensões é um dos pontos fortes desta secção. Igual destaque para a “bossa” central que percorre todo o capot. O tejadilho em preto brilhante também ajuda nesta imagem mais ousada e na traseira destaque para a faixa de LED que atravessa toda a porta da bagageira e une os farolins.

Qualidade a bordo

A filosofia de design aplicada no exterior, também foi transportada para o habitáculo e perfeitamente capaz de atrair uma faixa de público mais jovem. Com a exceção dos comandos de climatização e mais um ou outro dispositivo de assistência à condução, tudo passou a ser digital. O painel de instrumentos de 10,25 polegadas, tem a particularidade “retro” de ser integralmente digital, mas com as informações, nomeadamente velocímetro e conta-rotações, a aparecerem numa configuração analógica, que alternam entre o tom azul no modo de condução Comfort e o vermelho quando optamos pelo Sport. i20 A dividir a consola central, entre o ecrã de 8 polegadas de infoentretenimento e os comandos de climatização, referência para a arquitetura das saídas centrais de ventilação, umas linhas paralelas longitudinais, com um efeito estético bem conseguido que percorre todo o tablier e ainda segue pelas portas onde se “escondem” as colunas áudio.

No que respeita à qualidade dos materiais, o i20 alinha pela média do segmento, com alguns plásticos mais duros do que seria desejado. Contudo, a qualidade de construção e a montagem dos componentes, não parecem suscitar motivos para muitas preocupações futuras. lado O espaço é uma das primeiras coisas que “salta à vista”. Cresceu 30 mm em largura, 5 mm em cumprimento e 10 mm na distância entre eixos, o que permitiu uma melhoria de 88 mm no espaço disponível para as pernas. Outro “extra” reside de facto de o túnel central ter uma presença muito discreta. Notas de conforto também apoiadas pelo facto do pilar C, mais inclinado sobre a traseira, não prejudicar o campo de visão lateral. Na frente referência para a ergonomia dos bancos, com um design a passar uma imagem desportiva. A nota máxima nesta matéria fica apenas beliscada pela ausência do apoio central de braço, que não está disponível em todas as versões, como é o caso do “nosso” Style. interior Comparativamente com a geração precedente, o espaço de carga aumentou 25 litros, passando agora para um total de 351 litros de capacidade e sob o piso há ainda espaço para a colocação de um pneu de emergência. Também aqui está linha da frente do segmento dos utilitários. mala A dotação de equipamento de série está bem ajustada à tabela de preços, nomeadamente no que respeita à assistência à condução. Neste caso destaque para sistema de travagem autónomo de emergência, sistema de manutenção de faixa de rodagem (com correção sem ser demasiado “precipitada”), sistema de alerta de velocidade máxima com reconhecimento de sinais de trânsito, câmara de estacionamento e sensores traseiros e até alerta de arranque do veículo da frente, isto quando nos distraímos com qualquer coisa quando o sinal está vermelho…

O sistema de infoentretenimento é de rápida adaptação e permite integração com Apple Carpaly ou Android Auto.

Galp
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A versão 1.0 T-GDi Style é proposta a partir de 17 250,00€.
Hyundai i20: em modo sniper

Resposta dinâmica motor O bloco tricilíndrico turboalimentado, de 100cv, já não é propriamente uma novidade, mas continua perfeitamente à altura das exigências. Os 170 Nm de binário aparecem logo às 1500 rpm e o facto caixa manual de seis relações, ter um escalonamento a derivar para o “curto” contribui, consideravelmente, para uma boa resposta logo a partir dos regimes inferiores. Dados que contribuem para uma resposta eficiente no habitat urbano, mas mostra-se igualmente capaz nas tiradas mais longas, em estrada aberta. Em matéria de consumos, o primeiro impacto não foi o melhor, mas com o passar dos quilómetros e uma gestão mais cuidada entre a relação pedal do acelerador e caixa de velocidades, conseguiu-se uma média final de 5,8 litros. Durante muitos quilómetros ainda se rodou na casa dos 5,5 litros, mas “chamamento” do botão Sport e o nível de entusiasmo crescente, com uma resposta mais pronta do conjunto mecânico e uma direção a responder à altura “estragaram” ligeiramente a média.

A suspensão apresenta um comportamento equilibrado entre o conforto necessário e uma entrega mais rígida, quando assim é exigido, neste capítulo temos ainda que destacar o desempenho dos, também sul coreanos, Hankook Ventus Prime 3 de baixo perfil na medida 215/45/R17.