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Mercado automóvel nacional mantém agonia

As vendas de automóveis novos em Portugal mantiveram-se com forte travão em junho, de acordo com a Associação Automóvel de Portugal (ACAP). Os efeitos da pandemia de Covid-19 estão, já se sabia, aí para ficar.

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Mercado automóvel nacional mantém agonia

Os dados da ACAP revelam que o mercado nacional matriculou, no mês passado, 13 243 veículos ligeiros (passageiros e mercadorias), 53,7% abaixo dos 28 971 de maio de 2019. Foi o quarto mês consecutivo com uma queda de mercado acima de 50%, depois de já em maio Portugal ter registado a segunda maior descida (depois da Croácia) da União Europeia. A liderança por marcas em junho foi conseguida pela Renault (2055 unidades, -60,2%), seguida de Peugeot (1716 viaturas, -43,7%) e Mercedes (1070 automóveis, -39,6%). No acumulado de janeiro a junho de 2020, foram matriculados 76 470 novos veículos ligeiros, variação homólogo de menos 48,2%. Por marcas, neste segmento, a liderança acumulada pertence à Peugeot (-44,2%, para 9650 unidades), seguida de perto pela Renault (-57,1%, para 9641 matrículas) e Mercedes (-31,1%, para 6629 registos). As marcas do “top” 10 do ranking da ACAP perderam todas em relação ao primeiro semestre de 2019. A Mercedes foi quem menos caiu (-31,1%) e a maior quebra acumulada entre os construtores mais vendidos foi a da Fiat (-67,9%).

Galp
Galp
A Peugeot e a Renault dividem entre si os melhores resultados, em termos acumulados e mensais.
Mercado automóvel nacional mantém agonia

Ligeiros de passageiros caem mais

Em termos de segmentos, em junho foram vendidos em Portugal 11 076 ligeiros de passageiros, menos 56,2% face ao mesmo mês do ano passado. No acumulado de 2020, as matrículas de veículos ligeiros de passageiros totalizaram no nosso país 64 848 unidades, uma quebra de 49,6% face ao ano anterior. Já as vendas de comerciais ligeiros cifraram-se, no passado mês, em 2347 unidades (-36%). As vendas acumuladas dos seis primeiros meses de 2020 no segmento foram de 11 622 unidades, o que representou uma descida de 38,9% em relação ao ano anterior. Nos pesados (passageiros e mercadorias) verificou-se em junho uma descida de 67% em relação a igual mês de 2019, tendo sido comercializados 255 veículos desta categoria. No acumulado de janeiro a junho, as vendas situam-se nas 1531 unidades, menos 50,3% do que no primeiro semestre do ano passado.

Mercado automóvel nacional mantém agonia

As vendas de automóveis novos em Portugal mantiveram-se com forte travão em junho, de acordo com a Associação Automóvel de Portugal (ACAP). Os efeitos da pandemia de Covid-19 estão, já se sabia, aí para ficar.

Aquiles Pinto
Aquiles Pinto
Mercado automóvel nacional mantém agonia

Os dados da ACAP revelam que o mercado nacional matriculou, no mês passado, 13 243 veículos ligeiros (passageiros e mercadorias), 53,7% abaixo dos 28 971 de maio de 2019. Foi o quarto mês consecutivo com uma queda de mercado acima de 50%, depois de já em maio Portugal ter registado a segunda maior descida (depois da Croácia) da União Europeia. A liderança por marcas em junho foi conseguida pela Renault (2055 unidades, -60,2%), seguida de Peugeot (1716 viaturas, -43,7%) e Mercedes (1070 automóveis, -39,6%). No acumulado de janeiro a junho de 2020, foram matriculados 76 470 novos veículos ligeiros, variação homólogo de menos 48,2%. Por marcas, neste segmento, a liderança acumulada pertence à Peugeot (-44,2%, para 9650 unidades), seguida de perto pela Renault (-57,1%, para 9641 matrículas) e Mercedes (-31,1%, para 6629 registos). As marcas do “top” 10 do ranking da ACAP perderam todas em relação ao primeiro semestre de 2019. A Mercedes foi quem menos caiu (-31,1%) e a maior quebra acumulada entre os construtores mais vendidos foi a da Fiat (-67,9%).

Xpeng G9
Xpeng G9
A Peugeot e a Renault dividem entre si os melhores resultados, em termos acumulados e mensais.
Mercado automóvel nacional mantém agonia

Ligeiros de passageiros caem mais

Em termos de segmentos, em junho foram vendidos em Portugal 11 076 ligeiros de passageiros, menos 56,2% face ao mesmo mês do ano passado. No acumulado de 2020, as matrículas de veículos ligeiros de passageiros totalizaram no nosso país 64 848 unidades, uma quebra de 49,6% face ao ano anterior. Já as vendas de comerciais ligeiros cifraram-se, no passado mês, em 2347 unidades (-36%). As vendas acumuladas dos seis primeiros meses de 2020 no segmento foram de 11 622 unidades, o que representou uma descida de 38,9% em relação ao ano anterior. Nos pesados (passageiros e mercadorias) verificou-se em junho uma descida de 67% em relação a igual mês de 2019, tendo sido comercializados 255 veículos desta categoria. No acumulado de janeiro a junho, as vendas situam-se nas 1531 unidades, menos 50,3% do que no primeiro semestre do ano passado.