Mercedes produz equipamentos médicos para combate à pandemia
A Mercedes anunciou, no âmbito da pandemia de Covid-19, que arrancou com a produção de equipamentos médicos através de impressoras 3D.

A marca da Daimler refere acumular experiência na pesquisa e aplicação da produção de aditivos há cerca de 30 anos. No setor automóvel, a impressão 3D geralmente é usada na construção de protótipos e produção em pequenas séries. O construtor já utiliza máquinas de impressão 3D para produzir até 150 mil componentes de plástico e metal por ano. Essa capacidade passou, agora, a ser usada para fins médicos. "Todos os processos comuns de impressão 3D podem ser usados, desde fusão seletiva a laser (SLS), modelagem por deposição de material fundido (FDM), até fusão a laser seletiva (SLM)”, segundo a marca de Estugarda.
Na produção aditiva, os componentes desenvolvidos digitalmente são construídos camada por camada numa "impressora". As matérias-primas utilizadas incluem pós ou resinas de plástico e metal fundidos por uma fonte de energia, em norma por um ou mais lasers. Depois de finalizada uma camada, uma nova é aplicada automaticamente e o processo de solidificação é iniciado novamente. Este processo é repetido até que um componente tridimensional seja criado.
O grupo Daimler divulgou, na sua conta na rede social no Twitter, um vídeo com um exemplo de produção 3D https://twitter.com/Daimler/status/1243585315488571393.








