Os 10 carros elétricos mais baratos em Portugal
Aumenta a oferta, aumenta a autonomia e baixa o... preço. A oferta de elétricos tem vindo a crescer a olhos vistos e os preços já começam a ser mais atrativos. Conheça os elétricos mais acessíveis em Portugal.

Já preparamos a lista dos carros elétricos mais baratos em 2024
Dacia Spring, a partir de 16.805 euros
Potência: 33 kW (45 CV)
Bateria: 27,4 kWh
Autonomia máxima: 230 km
Velocidade máxima: 125 km/h
O mini-SUV que quer ser 'símbolo da democratização do acesso à mobilidade elétrica' é simplesmente o elétrico de quatro lugares mais barato do mercado. O Spring recorre a uma pequena bateria de apenas 27,4 kWh e um motor de 45cv para oferecer uma autonomia de 230 km (305 km em ciclo urbano). É perfeito para uma utilização citadina e o facto de ter quatro lugares e cinco portas permite uma versatilidade em tudo semelhante a qualquer utilitário. A bagageira tem uma capacidade de 290 litros, um valor bastante superior aos 185 litros do Fiat 500e, por exemplo, que se estendem aos 620 litros com o rebatimento do banco traseiro.
Renault Twingo E-Tech, a partir de 22.205 euros
Potência: 60 kW (82 CV)
Bateria: 21,4 kWh
Autonomia máxima: 190 km
Velocidade máxima: 135 km/h
A versão elétrica do Twingo em pouco difere das versões a gasolina, mantendo inclusivamente a lotação para quatro ocupantes e a tração traseira. É ágil e divertido, utiliza uma bateria de iões de lítio de 22 kWh, a qual alimenta um motor elétrico de 82 cv/160 Nm. A Renault anuncia uma autonomia média homologada para 190 km em ciclo WLTP, registo que pode aumentar para os 270 km numa utilização puramente citadina.
Smart EQ Fortwo, a partir de 22.845 euros
Potência: 60 kW (82 CV)
Bateria: 17,6 kWh
Autonomia máxima: 132 km
Velocidade máxima: 130 km/h
O citadino por excelência, o Fortwo tem apenas dois lugares, mas movimenta-se na cidade como nenhum outro modelo, distinguindo-se ainda pela elevada qualidade nos materiais e acabamentos. Tem como desvantagem a reduzida autonomia, de apenas 132 km, por “culpa” da bateria de somente 17,6 kWh. O preço é outra desvantagem, uma vez que arranca nos 22.845 euros, demasiado elevado para um veículo de apenas dois lugares e com uma autonomia reduzida. Por outro lado, tem uma versão Cabrio, que pode fazer as delícias nos dias mais solarengos.
Smart EQ Forfour, a partir de 23.745 euros
Potência: 60 kW (82 CV)
Bateria: 17,6 kWh
Autonomia máxima: 130 km
Velocidade máxima: 130 km/h
A variante de quatro lugares do Fortwo apresenta as mesmas características do modelo de dois lugares, com a vantagem de ter uma maior lotação. A bateria, de resto, é a mesma, pelo que os apenas 17,6 kWh garantem escassos 130 km de autonomia. O preço começa nos 23.745 euros, apenas 900 euros mais que o Fortwo.
Fiat 500e , a partir de 23.800 euros
Potência: 70 kW (95 CV)
Bateria: 23,7 kWh
Autonomia máxima: 180 km
Velocidade máxima: 135 km/h
O novo 500 tem uma versão de bateria mais pequena, de apenas 23,7 kWh (a outra é de 87 kWh), o que lhe permite ter um preço de combate de 23.800 euros. É capaz de oferecer uma autonomia de 180 km. A gama 500e inclui a variante Cabrio e o inédito 3+1 (com uma pequena porta de abertura antagónica do lado do passageiro), embora estejam disponíveis apenas com a bateria maior, de 118 kWh, logo com um preço superior. O 3+1 começa nos 28.800 euros, enquanto o Cabrio arranca nos 29.800 euros.
Opel Corsa-e, a partir de 30.110 euros
Potência: 100 kW (136 CV)
Bateria: 50 kWh
Autonomia máxima: 315 km
Velocidade máxima: 150 km/h
Todas as qualidades do Corsa a gasolina e gasóleo, com a vantagem da mecânica elétrica e uma autonomia de 315 km. Os 136cv garantem uma dinâmica interessante. Os preços arrancam nos 30.110 euros da versão menos equipada, chegando aos 33.310 euros da mais equipada GS Line.
Renault ZOE, a partir de 32.245 euros
Potência: 80 kW (109 CV)
Bateria: 41 kWh
Autonomia máxima: 313 km
Velocidade máxima: 135 km/h
Uma opção incontornável entre os elétricos, por ser um dos primeiros modelos puramente elétricos a surgir no mercado. Tem dimensões praticamente semelhantes às do Clio, destacando-se pelo estilo diferenciado (não é derivado de um modelo de combustão) e facilidade de condução. A versão mais acessível está disponível no mercado por 32.245 euros, com bateria de 41 kWh, com 108cv e 313 km de autonomia anunciada. A gama inclui ainda uma opção de bateria de 50 kWh, com 136cv e uma autonomia de 389 km.
Peugeot e-208, a partir de 32.420 euros
Potência: 100 kW (136 CV)
Bateria: 50 kWh
Autonomia máxima: 340 km
Velocidade máxima: 150 km/h
Tem as mesmas dimensões do 208 com motor térmico e tecnicamente partilha a plataforma, bateria e motor com o DS 3 Crossback E-Tense e o Opel Corsa -e. A bateria de 50 kWh garante uma autonomia referência entre os utilitários, de 340 km. Os preços arrancam nos 32.420 euros no nível de equipamento base (Active) e podem ir aos 36.720 euros da versão GT Pack.
Volkswagen ID.3, a partir de 33.949 euros
Potência: 93 kW (126 CV)
Bateria: 45 kWh
Autonomia máxima: 330 km
Velocidade máxima: 160 km/h
O primeiro elemento da família “ID” tem praticamente as mesmas dimensões do Golf, logo com espaço mais que suficiente para cinco ocupantes, e está disponível com três tipos de bateria (45 kWh, 58 kWh e 77 kWh). A autonomia, na versão com a bateria de maior capacidade, chega aos 550 km. Os preços arrancam nos 33.949 euros, abaixo dos seus principais concorrentes, Nissan Leaf, Hyundai Kauai Electric e Kia e-Niro, por exemplo.
Mazda MX-30, a partir de 34.608 euros
Potência: 107 kW (145 CV)
Bateria: 35,5 kWh
Autonomia máxima: 200 km
Velocidade máxima: 140 km/h
É SUV, é Coupé, é elétrico, o MX-30, uma proposta de estética muito apelativa e diferenciada, que procura cativar os amantes de SUV – tão só uma das carroçarias mais procuradas. Tem como curiosidade o facto de ter duas portas, sendo que existem outras duas ‘freestyle’ de abertura antagónica, que dão acesso aos lugares traseiros. No interior, conta com materiais recicláveis, incluindo cortiça recolhida de inúmeros sobreiros portugueses.
Conta com uma bateria pequena, de “apenas” 35,5 kWh, que não lhe permite anunciar mais que 200 km de autonomia em condições reais (265 km em cidade, em ciclo WLTP). O objetivo é ter a melhor relação entre a autonomia e o preço, uma vez que baterias de maior capacidade iria refletir-se no aumento do preço.
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