Campanhas
CHANGAN * LEAPMOTOR * CITROEN * TOYOTA * XPENG * BYD * PEUGEOT * OPEL * JEEP * HONDA * HYUNDAI * KIA
Campanhas
Close icon
Hamburguer Menu
Guia do Automóvel - Logo

Depois do Verde, a Europa pretende investir no Hidrogénio Rosa

Após ter investido no hidrogénio verde, a Europa demonstra interesse em juntar o hidrogénio rosa às fontes de energia renováveis.

Catarina Resende
Catarina Resende
Depois do Verde, a Europa pretende investir no Hidrogénio Rosa

Já há vários anos que diversos países da União Europeia têm vindo a pedir que o hidrogénio rosa seja igualado ao hidrogénio verde.

Hidrogénio rosa é o nome dado ao hidrogénio que é produzido por eletrólise, utilizando energias de usinas nucleares.

A França, Roménia, Bulgária, Eslovénia, Croácia, Eslováquia, Hungria e República Checa são os países que fazem da energia nuclear uma das suas fontes primárias de energia e, nesse sentido, uniram-se para reiterar formalmente o seu pedido através de uma carta oficial assinada e enviada à Comissão Europeia.

Nesse pedido constam vantagens de ter o hidrogénio rosa como fonte de energia renovável. Uma dela é o facto deste tipo de hidrogénio poder vir a ser utilizado como elemento chave tanto na perspetiva da descarbonização das principais cadeias industriais.

De acordo com os países mencionados, os atrasos na difusão deste novo hidrogénio comprometem o programa de descarbonização de toda a Europa e o respetivo crescimento económico.

Além destes fatores, ainda é apresentada a ideia de que a limitação do uso da energia nuclear para realizar eletrólise pode projudicar a competitividade europeia neste novo elemento.

Por fim, de acordo com as nove nações, a infraestrutura transeuropeia para o transporte de hidrogénio a longa distância será cada vez mais necessária para que o mercado europeu de hidrogênio se torne competitivo e eficiente.

Ao nível europeu, um dos objetivos finais deste importante pedido é, precisamente, a introdução do hidrogénio rosa dentro do estreito círculo das energias renováveis, presente na nova revisão da RED (Renewable Energy Directive) atualmente em discussão em Bruxelas.

Depois do Verde, a Europa pretende investir no Hidrogénio Rosa

Após ter investido no hidrogénio verde, a Europa demonstra interesse em juntar o hidrogénio rosa às fontes de energia renováveis.

Catarina Resende
Catarina Resende
Depois do Verde, a Europa pretende investir no Hidrogénio Rosa

Já há vários anos que diversos países da União Europeia têm vindo a pedir que o hidrogénio rosa seja igualado ao hidrogénio verde.

Hidrogénio rosa é o nome dado ao hidrogénio que é produzido por eletrólise, utilizando energias de usinas nucleares.

A França, Roménia, Bulgária, Eslovénia, Croácia, Eslováquia, Hungria e República Checa são os países que fazem da energia nuclear uma das suas fontes primárias de energia e, nesse sentido, uniram-se para reiterar formalmente o seu pedido através de uma carta oficial assinada e enviada à Comissão Europeia.

Xpeng G9
Xpeng G9
A principal força por trás deste pedido é a França por estar numa posição vantajosa.

Nesse pedido constam vantagens de ter o hidrogénio rosa como fonte de energia renovável. Uma dela é o facto deste tipo de hidrogénio poder vir a ser utilizado como elemento chave tanto na perspetiva da descarbonização das principais cadeias industriais.

De acordo com os países mencionados, os atrasos na difusão deste novo hidrogénio comprometem o programa de descarbonização de toda a Europa e o respetivo crescimento económico.

Além destes fatores, ainda é apresentada a ideia de que a limitação do uso da energia nuclear para realizar eletrólise pode projudicar a competitividade europeia neste novo elemento.

Por fim, de acordo com as nove nações, a infraestrutura transeuropeia para o transporte de hidrogénio a longa distância será cada vez mais necessária para que o mercado europeu de hidrogênio se torne competitivo e eficiente.

Ao nível europeu, um dos objetivos finais deste importante pedido é, precisamente, a introdução do hidrogénio rosa dentro do estreito círculo das energias renováveis, presente na nova revisão da RED (Renewable Energy Directive) atualmente em discussão em Bruxelas.