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Usados a diesel ainda representam 63% das vendas

Em Portugal, também de acordo com o Observatório INDICATA, os usados a Diesel ainda representam 63% das vendas, em novembro de 2022. Procura por usados BEVs estagna.

Catarina Resende
Catarina Resende
Usados a diesel ainda representam 63% das vendas

A quota de mercado de venda de usados com menos de 2 anos caiu 18%. Já quota de usados BEV e híbridos duplicou em relação ao início de 2021. Não obstante, a crise do custo da energia acabou por paralisar o crescimento da quota de mercado destes veículos em 2022.

Também em relação ao início do ano, os usados a gasolina representam apenas 43% do stock total online B2C, quando representavam 47,05%. Ainda assim, este tipo de veículo são o grupo motopropulsor de venda mais rápida, com apenas 62 dias de Market Day's Supply.

Os BEVs usados deixaram assim de ser o grupo motopropulsor de venda mais rápida em julho, para passarem a ser o que vende mais lentamente em Novembro.

Os veículos com menos de 4 anos de idade mais vendidos por volume em Novembro viram o Golf permanecer no topo e o Clio e o Polo a trocarem de lugares novamente. Os veículos usados com menos de 4 anos de idade, de venda mais rápida em Novembro, pelo Market Day's Supply, viram o Ford Ka+ ocupar o primeiro lugar com um MDS de apenas 41,3 dias.

O Opel Astra ficou em segundo lugar e o Fiat Tipo em terceiro

Durante a grande maioria do ano de 2022, os preços subiram até agosto/setembro e, em novembro, dez dos treze mercados acabaram por registar um declínio dos preços médios em termos mensais. Até ao início deste mês, os preços médios para a região caíram 0.1 pontos percentuais em termos mensais, com alguns mercados europeus a cair 0.2pp.

“Antes de voltarmos a indexar, comparámos os preços no início de dezembro de 2022 com os de dezembro de 2021 e os preços médios são 13,4pp mais altos este ano do que na mesma altura do ano passado”, afirma o Director Global do INDICATA, Andy Shields.

Portugal e Itália foram os únicos outros mercados que viram os preços continuarem a subir, tendo ambos registado um aumento de 0,4pp em relação ao início do mês anterior.

Usados a diesel ainda representam 63% das vendas

Em Portugal, também de acordo com o Observatório INDICATA, os usados a Diesel ainda representam 63% das vendas, em novembro de 2022. Procura por usados BEVs estagna.

Catarina Resende
Catarina Resende
Usados a diesel ainda representam 63% das vendas

A quota de mercado de venda de usados com menos de 2 anos caiu 18%. Já quota de usados BEV e híbridos duplicou em relação ao início de 2021. Não obstante, a crise do custo da energia acabou por paralisar o crescimento da quota de mercado destes veículos em 2022.

Também em relação ao início do ano, os usados a gasolina representam apenas 43% do stock total online B2C, quando representavam 47,05%. Ainda assim, este tipo de veículo são o grupo motopropulsor de venda mais rápida, com apenas 62 dias de Market Day's Supply.

Os BEVs usados deixaram assim de ser o grupo motopropulsor de venda mais rápida em julho, para passarem a ser o que vende mais lentamente em Novembro.

Os veículos com menos de 4 anos de idade mais vendidos por volume em Novembro viram o Golf permanecer no topo e o Clio e o Polo a trocarem de lugares novamente. Os veículos usados com menos de 4 anos de idade, de venda mais rápida em Novembro, pelo Market Day's Supply, viram o Ford Ka+ ocupar o primeiro lugar com um MDS de apenas 41,3 dias.

O Opel Astra ficou em segundo lugar e o Fiat Tipo em terceiro

Galp
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Ao nível europeu, em Novembro de 2022, os usados a Diesel representam agora apenas 42% das vendas online B2C.

Durante a grande maioria do ano de 2022, os preços subiram até agosto/setembro e, em novembro, dez dos treze mercados acabaram por registar um declínio dos preços médios em termos mensais. Até ao início deste mês, os preços médios para a região caíram 0.1 pontos percentuais em termos mensais, com alguns mercados europeus a cair 0.2pp.

“Antes de voltarmos a indexar, comparámos os preços no início de dezembro de 2022 com os de dezembro de 2021 e os preços médios são 13,4pp mais altos este ano do que na mesma altura do ano passado”, afirma o Director Global do INDICATA, Andy Shields.

Portugal e Itália foram os únicos outros mercados que viram os preços continuarem a subir, tendo ambos registado um aumento de 0,4pp em relação ao início do mês anterior.